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Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário

Capítulo 3 O NOIVO FUGITIVO

Palavras: 1438    |    Lançado em: 19/10/2026

AR

. Meus passos ecoaram pelo granito polido, e o peso das minhas botas quebrou o silêncio daquele ambiente fútil.

a fica na ala privativa dos fundos. - O

or. - Cortei de imedia

as tatuagens à mostra, além dos primeiros botões abertos expondo o peito. Eu não pertencia a esse mundo de aparê

dona do mundo. Ela não estava sozinha. Dois homens de terno escuro dividiam a mesa com ela; um homem

s urubus fez o meu ma

se levantou, abrindo os braços e inclina

ram apenas o ar frio. Sentei-me na cadeira vaga da ponta, apoiando os

. Achei que era um almoço entre nós d

a te apresentar esses dois senhores aqui

quem eles são. - Interrompi, e o homem mais velho se mexeu na c

s na mesa com os olhos fixos nos meu

u pai Hendrik Zeiberg faleceu alguns anos atrás e agora está na ho

eção dela, sentindo o sangue ferver. - O único homem que me criou,

você tenha tirado o sobrenome paterno, você continua sendo o meu filho. - Minha mãe respondeu

e some da minha vida, Betânia. Faz exatamen

encarando com uma

assumir o seu legado e a empresa, o contrat

sarcástica, o som ecoo

ode estar f

casar, e vai se casar com a filha dele. - El

arrastando contra o chão com um ruído estr

casar com ninguém... Estou saindo.

. - A frase dela saiu num sus

sto de Betânia estava um po

vou morrer se o tratamento não funcionar. Só

lei a reação de imediato. Sorri de lado, cínico. Ignoran

. Acha que vou cair nessa história de d

. Meus dedos abriram o lacre e arrancaram as folhas lá de dentro. Meus olhos correram pelas imagens escuras

ngoli em seco, apertei os papéis com força entre os dedos e forcei o meu olhar de vo

nterra junto com você dentro do caixão. Eu não ligo para a porra do seu dinheiro. Você nã

om brutalidade e dei dois passos firme

om e perdendo a pose aristocrática. - Você não pode fugir das s

ndo por cima do ombro. Dei um riso cu

dar de novo com essa palhaçada, eu sumo de

ras. Meus passos aceleraram pelo piso de granito polido, e o falatório das outras mesas virou um zumbido confuso e

perdido nos próprios pensamentos, marc

endo cambalear um passo para trás. No mesmo instante, copos, talheres e pratos voaram para todos os lados. Um líquido escaldante escorreu pela gol

tando entender qu

elhado no chão encharcado, cercado po

Senhor. - A expressão dele

uma garota disparando pelo corredor. Ela tinha passado correndo e esb

ritou, sem sequer diminuir o passo, a voz

com os nerv

a! - berre

orrendo em direção à ala das mesa

ndo, uma lufada do per

aroma doce e diferente que cortou

: uma roupa preta larga e esquisita, parecendo um espantalho gótico, enquanto os cabelos

trada abe

eito para aliviar a ardência, mas bastou olhar para a camisa

ei o celular e digitei uma

mim no corredor. Vou para casa. De

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am do nosso

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Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário
Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário
“DOIS CAOS COLIDINDO EM UM CASAMENTO NASCIDO DE UM MAL-ENTENDIDO. ELA QUERIA UM MARIDO DE ALUGUEL PELA LIBERDADE. ELE PRECISAVA DE UMA NOIVA DE FACHADA PARA PEITAR A FAMÍLIA. Para fugir do noivo prometido, ela decidiu se casar com o primeiro desconhecido que encontrou na noite. Charlotte Fronckowiak tem vinte e três anos, um corpo cheio de curvas e uma rebeldia alimentada pelo abandono da família. Quando seu pai tenta obrigá-la a assinar um contrato de casamento com o herdeiro oculto do império Zeiberg para salvar a holding da falência, ela cria o plano de sabotagem perfeito: encontrar um marido de aluguel no submundo para anular o arranjo pelo crime de bigamia. Com a bolsa cheia de dinheiro vivo, ela invade a Erotic's Boys disposta a contratar um gigolô. Arthur Aguiar Montez quer distância do luxo. Ele apagou o sobrenome Zeiberg do registro legal, esconde o dinheiro da mãe controladora e gerencia o balcão da boate no Quarto Distrito. Quando recebe um ultimato para se casar com uma herdeira rica, ele decide encontrar uma noiva de fachada para recuperar sua liberdade definitiva. O destino joga os dois no mesmo balcão. Charlotte bebe além da conta, é assaltada na calçada e desmaia nos braços do barman arrogante e sem camisa. Sem dinheiro e sem rumo, ela propõe um casamento no papel. Ele aceita o trato de graça para peitar a mãe. Eles assinam os papéis sem saber que estão casando exatamente com a pessoa de quem tentavam fugir. Agora, sem luxo, falidos e dividindo um teto modesto no Quarto Distrito, eles vão viver o pior perrengue de suas vidas. Ela acha que comprou um gigolô. Ele acha que salvou uma patricinha desastrada. E O LEITOR VAI DESCOBRIR QUE O CASAMENTO PERFEITO NASCE DO CAOS MAIS ABSOLUTO.”