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Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário

Capítulo 4 A SABOTAGEM FALÍDA

Palavras: 1354    |    Lançado em: 19/10/2026

CHAR

olhos com dificuldade, sentindo a claridade do quarto de hotel queimar as minhas pupilas. Minha cabeça parecia um bl

o lado da linha, carregada de uma fúria fria. - Se você não aparecer no almoç

ondi com a voz rouca, cortando a ligaç

no espelho do banheiro e encarei os passarinhos recém-tatuados no meu pescoço e clavícula e a argola de prata no meu nariz. As memórias do dia e da no

po de água e vesti aquela roupa preta lar

praticamente saltei para fora dele antes mesmo de o m

atra

avessando o corredor de acesso em disparada. O pis

, escorregava. Meu sap

h,

hante. Minhas mãos encontraram as costas de um garçom que

frente com o empurr

que ele conseguiria

cons

atrás. Copos voaram, bebidas espirraram em todas as direções e o est

De

.. e

lhando por onde andava? O gar

lpa

o que meu cérebro resolvesse me lembrar de um detalhe

isse convicção suficiente, talvez até minha con

orrendo em direção à área privativa, rezando para

entada entre os dois como se tivesse saído da capa de uma revista de luxo, havia uma mulher incrivelmente jovem e bo

arqueada diante do meu visual gótico, e o meu pai si

uxou com agressividade pelo braço

visual. - Disse, sorrindo

postura na cadeira e começou a falar

.. - Ele iniciou, mas eu não deix

o à mulher e agarrei a mão dela antes de qualquer formalidade. Sacudi o braço del

enhora fosse bem mais velha.

eu pai paralisou. Olhei bem

bem mais v

ali mesmo. Meu avô Alfonso ficou rígido como uma estátua. A

nsa, mas sem que o sorriso chegasse aos olhos, enquan

cando no bicho que estava espremido a

ncelha. Ela olhou para o colo. - Achei que fosse um rato vest

ansfigurado pelo constrangimento. Meu avô se mexeu n

edos longos à boca para disfarçar um início de

berg. Gostaria de ouvir um pouco sobre você, sobre os seus gostos e a sua trajet

spaço reservado e desabei no estofado com as pernas aber

, peguei o vidro e bebi o líquido de uma vez só. Era Martini com azeitona. Senti o gosto

com as costas da mão de um jeito porco. O

mesmo lugar onde ele estava, c

o para o meu pai. O meu progenitor colocou a mão no braço da

se, com a voz esganiçada de ódio.

corpo na

um pouco instável. - Co

tânia rebateu na

a com a reação

s da minha faculdade de elite

Ela comentou, ajeitando o

prio instrutor na autoescola e, em uma outra vez, esqueci a marcha e o carro atropelou um cachor

estalo com a língua, totalment

o. Como aquela mulher não estava hor

Olhei para o teto do restaurante chique tentando lembrar o que os criminosos usavam. - Heroína... Cocaína... Maconha

assando os dedos longos para a

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kkkkk

RA NÃ

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Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário
Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário
“DOIS CAOS COLIDINDO EM UM CASAMENTO NASCIDO DE UM MAL-ENTENDIDO. ELA QUERIA UM MARIDO DE ALUGUEL PELA LIBERDADE. ELE PRECISAVA DE UMA NOIVA DE FACHADA PARA PEITAR A FAMÍLIA. Para fugir do noivo prometido, ela decidiu se casar com o primeiro desconhecido que encontrou na noite. Charlotte Fronckowiak tem vinte e três anos, um corpo cheio de curvas e uma rebeldia alimentada pelo abandono da família. Quando seu pai tenta obrigá-la a assinar um contrato de casamento com o herdeiro oculto do império Zeiberg para salvar a holding da falência, ela cria o plano de sabotagem perfeito: encontrar um marido de aluguel no submundo para anular o arranjo pelo crime de bigamia. Com a bolsa cheia de dinheiro vivo, ela invade a Erotic's Boys disposta a contratar um gigolô. Arthur Aguiar Montez quer distância do luxo. Ele apagou o sobrenome Zeiberg do registro legal, esconde o dinheiro da mãe controladora e gerencia o balcão da boate no Quarto Distrito. Quando recebe um ultimato para se casar com uma herdeira rica, ele decide encontrar uma noiva de fachada para recuperar sua liberdade definitiva. O destino joga os dois no mesmo balcão. Charlotte bebe além da conta, é assaltada na calçada e desmaia nos braços do barman arrogante e sem camisa. Sem dinheiro e sem rumo, ela propõe um casamento no papel. Ele aceita o trato de graça para peitar a mãe. Eles assinam os papéis sem saber que estão casando exatamente com a pessoa de quem tentavam fugir. Agora, sem luxo, falidos e dividindo um teto modesto no Quarto Distrito, eles vão viver o pior perrengue de suas vidas. Ela acha que comprou um gigolô. Ele acha que salvou uma patricinha desastrada. E O LEITOR VAI DESCOBRIR QUE O CASAMENTO PERFEITO NASCE DO CAOS MAIS ABSOLUTO.”