CHAR
olhos com dificuldade, sentindo a claridade do quarto de hotel queimar as minhas pupilas. Minha cabeça parecia um bl
o lado da linha, carregada de uma fúria fria. - Se você não aparecer no almoç
ondi com a voz rouca, cortando a ligaç
no espelho do banheiro e encarei os passarinhos recém-tatuados no meu pescoço e clavícula e a argola de prata no meu nariz. As memórias do dia e da no
po de água e vesti aquela roupa preta lar
praticamente saltei para fora dele antes mesmo de o m
atra
avessando o corredor de acesso em disparada. O pis
, escorregava. Meu sap
h,
hante. Minhas mãos encontraram as costas de um garçom que
frente com o empurr
que ele conseguiria
cons
atrás. Copos voaram, bebidas espirraram em todas as direções e o estDe
.. e
lhando por onde andava? O gar
lpa
o que meu cérebro resolvesse me lembrar de um detalhe
isse convicção suficiente, talvez até minha con
orrendo em direção à área privativa, rezando para
entada entre os dois como se tivesse saído da capa de uma revista de luxo, havia uma mulher incrivelmente jovem e bo
arqueada diante do meu visual gótico, e o meu pai si
uxou com agressividade pelo braço
visual. - Disse, sorrindo
postura na cadeira e começou a falar
.. - Ele iniciou, mas eu não deix
o à mulher e agarrei a mão dela antes de qualquer formalidade. Sacudi o braço del
enhora fosse bem mais velha.
eu pai paralisou. Olhei bem
bem mais v
ali mesmo. Meu avô Alfonso ficou rígido como uma estátua. A
nsa, mas sem que o sorriso chegasse aos olhos, enquan
cando no bicho que estava espremido a
ncelha. Ela olhou para o colo. - Achei que fosse um rato vest
ansfigurado pelo constrangimento. Meu avô se mexeu n
edos longos à boca para disfarçar um início de
berg. Gostaria de ouvir um pouco sobre você, sobre os seus gostos e a sua trajet
spaço reservado e desabei no estofado com as pernas aber
, peguei o vidro e bebi o líquido de uma vez só. Era Martini com azeitona. Senti o gosto
com as costas da mão de um jeito porco. O
mesmo lugar onde ele estava, c
o para o meu pai. O meu progenitor colocou a mão no braço da
se, com a voz esganiçada de ódio.
corpo na
um pouco instável. - Co
tânia rebateu na
a com a reação
s da minha faculdade de elite
Ela comentou, ajeitando o
prio instrutor na autoescola e, em uma outra vez, esqueci a marcha e o carro atropelou um cachor
estalo com a língua, totalment
o. Como aquela mulher não estava hor
Olhei para o teto do restaurante chique tentando lembrar o que os criminosos usavam. - Heroína... Cocaína... Maconha
assando os dedos longos para a
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kkkkk
RA NÃ
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