soprou vida e criou os mortais. Homens e mulheres despertaram
HARMONIA
DE UMA ESSÊNCIA. A MAGIA É
TE ENTRE FORÇA
. JAMAIS MACHUCAR OS Q
A ORDEM
MA. CORROMPER A EMOÇÃ
undo a Academia de Aurivellum, feita de pedra viva e coroada por torres que refletiam todas as cor
tudos, cada aluno era conduzido diante do Oculus Primaris - um olho cristalino suspenso em chamas, forjado da própria essência da
ogo surgiu algo que nem o Oculus Primaris podia fixar. Entre alguns alunos, as visões não se mostravam únicas - eram f
reza, a Oximorfia trazia paradoxo. Oculus via tanto a grandeza quanto a r
limites. E então, pela primeira vez, os deuses temeram que uma chama não pudesse ser controlada. Sua essência se in
Temerosos de que a Oximorfia desmoronasse
n teceu um véu de ilusões, distorcendo qualquer caminho que pudesse levá-la de volta. Gorian lançou a fúria dos elementos, para que fogo, terra, água e ar se erguessem contra qualquer tentativa de rompê-lo. A
oder absoluto. E foi para além desse véu que Seraphix foi condenada em Draen
anto cantavam seus nomes em louvor e reverência. Via os povos de Luminis, Necraven, Miredhys, Iridion, Cair
tais uma mentira: que além do Véu não havia deusa, mas apenas trevas e criaturas n
mais esquecida era no mundo, mais viva se tornava em dor. Os mortais que ali viviam foram sendo consumidos por sua essência sombria. Primeiro perderam o brilho
lado do véu, enquanto seus irmãos eram celebrados
s fragmentos de Draenor, tomou Ashton, que um dia fora a alma mais pura de seu reino, e nele derramou a essência
n, e assim ele foi enviado à Academia Aurivellum com um único propósito: corromper. Ele caminharia entre os corredores da Academia, e
s. E Seraphix mostraria ao mundo que sua chama, feita de p
ção, trocou a lealdade pela traição. Já Kaisar, filho da ilusão, deixou a humildade e se ergueu em arrogância. Logo foi a vez de Dexter, discípulo da necromancia, que transformou compaixão em crueldade. Ivy,
am juntos, deixaram para trás os corredores da Academia e seguiram em direção ao
da toque, algo se partia para sempre. Tinham se tornado imortais, condenados a carregar para sempre runas que a
e os mortais: a magia profana. Diferente da chama única que cada discípulo recebera em Aurivellum, essa nova essência os permitia atravessar os lim
raphix, capaz de desafiar os próprios deuses. E, pela primeira vez des
ava povos ao desespero, enquanto a fúria de Dexter, o Ceifador de Reinos, reduzia tudo a pó. Ashton, o Príncipe do Véu Sombrio, arrastava corrupção e sedução pelo proibido, e Ivy, a Colecionadora de Amores, enredava corações como quem colhe troféus. Daphne, a Serpente do C
a com as trevas que carregava. O Usurpador de Tronos avançou contra Gorian, distorcendo os elementos em veneno e podridão. O Ilusionista do Desespero tentou eclipsar Tysalin, cob
ançou discórdia contra Ravok, tentando corromper seus portais, deixando apenas fendas e abismos. A Imperatriz do Trono Profano voltou-se contra Shadeva, tentando selar para si a proteção
epelidos, até que todos os deuses se uniram em um só canto de poder. Set
eram maiores que qualquer outro: não apenas profanaram os dons recebidos, mas ousaram quebrar as leis sagr
clinou-se para o banimento. O veredito inicial foi o exílio. Que fossem lançados para além do Véu Sombrio, o mesmo destino da deusa que os havia moldado,
param de sua prisão. Sua presença dominou o julgamento como uma tempestade, reclamando s
Gorian, Tysalin e Seriss. Gorian temia que empurrar Seraphix e seus filhos outra vez contra o Véu pertu
âmina prestes a cortar. A tensão cresceu, e o Véu, ao longe, estremeceu - um
po pareceu prender a respiração. O ar se adensou, a vibração correu como maré invis
, impondo respeito sem necessidade de ruído ou fúria. Não decretou de imediato a sentença; antes, destacou a gravidade daquele instant
sangue que corria em suas veias corrompidas se uniu em um pacto sombrio, selando-os como um s
sua própria essência, orgulhosas, incapazes de dividir poder ou destino. E assim escolheram
erra por toda a eternidade. Por serem imortais, seriam forçados a buscar aquilo que haviam
balança fosse justa e cada divindade imprimisse sua marca no destino dos perversos. Um a um, os deuses se levantaram e ass
permanecessem aprisionados em um único lugar, uma fortaleza erguida apenas para contê-los - a futura Fortalez
utro ser; se ousasse partilhar o leito, sua chave queimaria até virar cinzas. Knox, que sempre apunhalara pelas costas, foi marcado de modo que nenhum abraço seu pudesse existir sem dor, trazendo àquele que o recebesse apenas agonia eterna. Kaisar, mestre em manipular a verdade, teve o beijo arrancado de si, pois seus lábios tornaram-se veneno
s. Emma, devorada pelo próprio ego, carregaria para sempre o vazio do prazer: incapaz de dar ou receber, seu corpo seria um ab
ino antes da hora. Essa maldição só poderia ser quebrada se o amor verdadeiro se revela
e seria o tempo concedido para que os perversos encontrassem e conquistassem
lo que sua runa lhes havia marcado - ódio, traição, arrogância, crueldade, corr
oderiam revelar a ninguém o peso de sua condenação, nem as maldiçõe
adeiramente. Os cinco ligados pelo pacto de sangue só poderiam triunfar se fossem amados ao mesmo temp
aminto, incapaz de resistir ao chamado ardente e inescapável, como se nela estivesse o fragmento arra
çaria sem piedade. Sentiriam sua pele rasgar em fendas a
: caso seus discípulos triunfassem, o Véu Sombrio se romperia e ela seria li
irmamento e criou as Quatro Chaves. Pois nenhum fardo pode existir sem a prome
áculo que não poderia ser confundido. Seus olhos carregariam as próprias chamas que moldaram o mundo. Ela seria a c
entreaberta, sempre sobre o pulso esquerdo. Era o selo da admiração pura, flor que jamais
eada mordendo a própria cauda, marcado na base da nuca. Símbolo da harmonia transformada em
tre as omoplatas. Era o selo da generosidade perdida, agora lembrada como poder que não se pode poss
clarão: "Esses serão os sinais. Quando surgirem, não podereis negá-los. Pois cada marca é o espelh
dos perversos, nem sequer tocar nas chaves. O ciclo deveria seguir por
ele, às profundezas da Fortaleza de Noxara, prisão erguida para contê-los até que o primeiro ciclo tive
guardando em silêncio, sentindo a passagem d
vidas nasceriam, e mil vezes a promessa seria testada e ninguém - nem homem, nem Deus
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