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O Banquete dos Perversos

Capítulo 5 2

Palavras: 2153    |    Lançado em: 03/11/2026

PH

ores, o som grave que ecoa na floresta como um aviso. Conhe

tocável e mordendo o resto do pirulito de morango que ele sempre carrega, indiferente ao

que sua cabeça estava cheia, né? - Sua voz, cheia de sarc

, a raiva crescer ali d

Seus olhos azuis são como abismos que guardam segredos profundos, e mesmo no silêncio, ele impõe respeito.

ia, a presença. - disse, apenas isso,

te e impaciente, que não tem medo de cuspir palavras afi

o, e vocês querem fingir que é só uma coincidência? Não é coincidência, porr

entindo o estalido do filtro enquanto piso nele. O lago atrás de mim reflete a lua vermelha que está alta no céu, lançando

onecta puxou todos até aqui. Não há retorno e nada, absolutamente na

arregadas de mau humor enquanto se aproximava com pass

a boca com calma, tragando fundo até a ponta ficar vermelha, e ent

u puto de merda? Que eu abrisse uma garr

se tudo aquilo fosse mais uma pi

sua pose de fodão. Aposto que está aí, imaginando a

tas ao meu redor começarem a se mover, como se captassem minha rai

oridade, sua voz firme como

as, muito menos para começarmos essa briga es

carregado de sarcasmo, cu

prezo. - Duvido muito, Zephyr vai acabar tra

te, e as sombras ao meu redor começam a responder, tre

isso, seu

soltando uma risada pro

ridículo que você protagonizou? Vai me dilacerar do mesmo jei

onta para consumir. De repente, sinto um empurrão violento no peito. É Dexte

está realmente em jogo aqui. Essa é a última vida. Se começarmos a nos matar aq

único som que escuto é minha respiração pesada, curta e marcad

alança a cabeça em um gesto cínico. Uma risada rouca e

dição aqui entre nós. Por isso, pergunto: quem

rar seu desdém e cospe no chão, colocando o d

vio. O monst

inhas sombras, como feras guardiãs da mi

erge como um rosnado sombrio, car

vém, querendo equilibrar os ressentime

ou segurar o pau dentro das calças. Você trepou e, no instante seguinte, ela morreu

a sem medir palavras, soltando su

ijá-la sujaria menos suas mãos? Ela caiu morta,

a e cruel, como se cada palavra

s, com a frieza de quem usa um escudo humano para salvar a própria

ico e desprovido de qualque

contas, é isso que importa, certo

bafo doloroso, sua voz vibrando de raiva mis

os únicos culpados, mas fui e

estivesse quase pesando as próp

izar até a morte, nos meus braços. Não precisei de lâminas afiadas, nem sombras agi

fardo invisível que paira entre nós, rememorando cada dor, cada erro, cada queda. De repente, Knox,

a um é um capítulo de desgraça e culpa. Então, irmãos, a pergunt

famintas como feras prontas para atacar. Minha voz

ar de novo, eu juro que mato a

raição é a única certeza. Assim, seguimos, condenados a repetir nossos erros, aguarda

rmes e fortes, como se o

é um maldito jogo? - a voz dele

eito, intimidadas pelo poder da sua voz retumbante e

de quem entende a seriedade do momento e sabe que

m jogo aqui é o destino inteiro - a maldita roda que sustenta tudo que conhecemos. Se quisermos realmente s

siedade e raiva furiosa. Aperto os punhos com força, a fúria crescendo em meu peito como uma tempestade prestes a ex

que seja manter essa união enquanto nos

do e cortante, como um espinho enfiado em nossa tentativa de acordo. Sua voz carrega uma

e, foi exatamente isso que nos trouxe até esse caos. Correntes, maldições que nos aprisiona

r fixo no horizonte à beira do lago, a voz

que a verdadeira guerra comece, então que fique claro: quem já venceu s

que parece carregar todos os abismos do mundo em seu interior. Sua v

seus destinos, mas quando ela olhar nos olhos de cada um de nós, o fio invisível va

teatral, como se estivesse no centro de um palco e soubesse exatamente a aten

to, pronto. Só para não dizerem que eu f

umo a Kaisar, e prende firmemente o pulso do irmão. Seu sorriso malicioso e cruel revela o quanto ele gosta de pro

ro. - ele cruza o olhar comigo, debocha

ivesse convocando uma força invisível para legitimar o compromisso que estamo

. Do sangue até o fim.

palpável se condensa no ar. A natureza ao redor se cala como se a própria floresta tives

cinco nos transformamos novamente naquilo que fomos destinados a ser des

tortuosos que cada um tome, sei que todos os rastros, toda essa trajet

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O Banquete dos Perversos
O Banquete dos Perversos
“Em um mundo onde magia é poder, os deuses deixaram sua marca na humanidade, Kalliope é a Chave para libertar os Perversos - cinco homens foram condenados a uma prisão eterna além do Véu Sombrio por ousar desafiar divindades. Com o peso de mil reencarnações, Kalliope precisa amar os cinco ao mesmo tempo, sem escolher um, para romper a maldição. O problema é que amor exige humanidade - e os deuses arrancaram isso deles, cravando em cada um a sua essência corrompida: ódio, traição, crueldade, corrupção e arrogância. Como amar o que foi feito para destruir? Entre jogos de poder, alianças secretas e deuses que observam em silêncio como se esperassem o momento exato de cobrar o preço final, Kalliope precisa escolher: salvar monstros, trair deuses ou aceitar que algumas correntes são eternas. O que acontece quando o destino exige o impossível e a única saída é amar aquilo que o mundo inteiro chama de condenação? Com uma trama envolvente e personagens complexos, O Banquete dos Perversos é uma história sobre desejo, poder, ruína e redenção, em um mundo onde amar pode ser tão perigoso quanto sobreviver.”