e vista
luminou as vestes do ancião, o mármore polido e os rostos atônitos ao nosso redor. Al
esse encontrar uma explicação escondida sob a
ornou a se
a voz trêmula. - Esta mulher
e virou
engoliu
sta dos registr
areceu sa
rabalhava nas cozinhas sempre que Vivienne precisava de mais um par de mãos. Nunca tinha saído d
é possível?
u toda a ate
do em seus olhos. Não era reconhecimento. Pelo contrár
ê estava h
para mim, não
a do vestido e
Em Cre
aiu do t
Nã
alguém da
que eu
dele se
algum lugar de
va fraca demais para lembrar quando me levavam de um quarto para outro. Mas nenhuma daq
ondi. - Eu m
oz para que todos n
não é automático. A mulher vinculada precisa com
percorrera
u um passo
o pode s
guiu como se nã
lho pode reconhecer o vínculo, mas suspender
o? - pe
asse
aspecto diferente da mulher que pre
meu medo. Eu podia estudar para uma prova. Podia
nunca me dera um alv
lo,
z de Celeste ecoou pelo
aço da filha, mas Cel
ze anos. Não pode ser uma Luna.
ergueu
casamento acont
lado dela, Vivienne mantinha uma expressão cuidadosamente vazia
rto do fundo do salão
avançou
está armando
a Celeste - advertiu Kaelen. -
hê-la em vez de mim? -
s por ela uma única v
ue responde com franqueza, e outra que transforma cada
inteiro
e. Eu nunca tinha ouvido um Alfa
veio para cima de mim e agarrou minha manga,
ntre nós antes que
ataforma de mármore. Ela se desequilibrou, tropeçou para trá
se espalhou pelo mármore, e uma bebida vermelho-escu
b os olhares de toda a alcateia, sofrend
ou para el
vant
la ardia d
me emp
o que ac
tá mentin
abemos quem e
aelen percor
ra, Talia é minha companheira vinculad
e se l
da não é
hou pa
ulher escolhi
a Aldric, que esta
la de recepção
ez uma r
diata
nou a olha
ha co
não esten
ado nas minhas costas. Assim que as portas se
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