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TEATRO GÓTICO

Capítulo 4 1. As sibilas do destino - CENA IV e CENA V

Palavras: 2187    |    Lançado em: 30/10/2021

ELEBRAÇÃO

e os Sete

popular entra alegre

ia trágica do Dr. Fausto"

alácio por onde saltita a alegria, seus temores enfrentados entram na mais bela sinfon

eu desejo fosse uma ordem, pediria com que seu castelo e seus dentes podres foss

que se dá bem! Minha família é muito pobre e aqui reina a ainda maldita rapina! Como e

dos! Como eu queria que este mundo acabasse com estes miseráv

Ninguém! E toda a comida é sempre pouca, nunca sobra nada... Eu queria no mínimo seis pratos diferente

da cama. Diria que adoraria sair, mas isso

eu gosto é de carne fresca e se eu pude

F

ns. Entra um grupo de camponeses como convidados para a celebraç

discurso do gru

resenciam este cárcere; suas luzes de esperanças para os dias próximos têm sido apagadas e obliteradas. E todos nós fomos enganados! Que adianta viver por uma ilusão, quando a realidade é o que nos amedronta, enquanto esta epidemia nos corrói e tudo o que tínhamos de valioso se t

novo vassalo

o e cavaleiro, para que a ordem dos senhores feudais seja cumprida. [Arn

erei leal como servo de Arnolfini e de sua esposa, Giovann

ressão de nossa gratidão pelos serviços e prometo cumprir com m

upo de vassalos

dá o fruto que merecemos para termos uma vida mais digna! São corvéias, talhas, banalidades e capitações altíssimas, mais ainda as mãos-mortas que cobram para nossas famílias sobreviverem com o pouco que lhes resta! Em troca de nossos s

to do ca

as palavras prometendo sempre cumprir a obrigação de proteger o feudo, par

ser lembrada como um símbolo de hon

upo de vassalos

em em seus postos de trabalho! Nossas terras são saqueadas e nosso trabalho dobrado! Toda a riqueza é mantida em suas mãos, en

pressão s

é derramado nas m

alem menos que

ia tem causa

a rebelião

utar pelo meio d

a flor branc

, diante de

para defender o po

ntários sobre o

quanto cada pedra guarda a honra das mãos de quem as construiu [...]. As gárgulas vigiam a todos do alto destes castelos e têm sido tão testemunhas quanto nós, enquanto zelam toda a terra com folhas caídas e galhos amedrontados que tentam lhe alcançar, com suas mãos secas estarrecidas, acanhadas por si mesmas. Paralisados por instantes ali se encontram, nos olham em silêncio, esperando que o sol os aqueça para que por muitos tempos sobrevivam. Ouvem o canto dos pássaros que neles pousam sem medo, contornando a imagem esverdeada, até que venha o vento da in

mendigos que vieram receb

os males deste mundo lhes tomem por dentro. Esperarão com pés descalços para que regenerem suas almas. De longe eles vieram apenas par

nas alguns assistiram a cerimônia de casamento de Giovan Arnolfini e Giovanna Cenami, o próspero mercador e a jovem vinda

dívida que pode ficar na vida do homem até o

m não costumavam devolvê-los. O que aconteceu é que muitos ficaram endividados e inclusive, mand

no momento em que pede empréstimos para a construção de novos templos, para a posse de novas terras... E

ões hipócritas... E como tradição, todos os casais devem entregar o dízimo à Igreja. Mas soube que uma amante de Arnolfini foi acusada de bruxaria e mereceu ser queimada! Até mesmo ouvi dizerem que existiu um outro traidor nesta história... Quanta falsa devoção! Desperdiçar tempo e liberdade valiosa, para sublime tentação corpórea! É como dize

abeças cantam incessantemente enquanto se ouve o som de gritos estrondosos nas fogueiras ardentes cuspidoras de enxofre no inferno. Se for fragilidade ao prazer terreno ao que elas se entregaram, eternamente sentirão tristeza e medo no momento em que se relacionarem com demônios sang

em blasfemar contra a palavra sagrada poderão ser comidos vivos por gigantes amaldiçoados e terem seus corpos nus colocados entre instrumentos eno

eram eu sei que longe de cin

rofunda para que o relógio deixe de ser insano. Daqui podemos vê-lo acima, cortado pelas gotas d

BELIÃO DOS

EY

eramos pelo

querem que e

devaneia quand

escombros

o a poeira

enas ela es

do se livrar

r para q

a vida ao qual o de

empre fora

ue exista para

no frio que conge

e os atingiu

as sacrifica seus corpos, assi

e aqui nunca

de sobreviver é arris

... Então a vida pode chegar a um mar sem fim, nas águas oceânicas da eternidade... Assim, o tempo se torna misterioso, e embora se passe e te

dos cam

! Eles vivem com poder às nossas custas, nunca se sentem sequer saciados e ainda nos tomam o pão! Suas cabeças desmioladas trouxeram seus inimigos e nossa

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TEATRO GÓTICO
TEATRO GÓTICO
“Um livro que reúne obras teatrais de Jéssica Cardoso de Oliveira que tratam universos de medievalismo, com contraste entre o sombrio e o encantador, com criaturas mágicas vindas dos contos de fadas e folclores. As peças possuem cenas de onirismo, aventura, luta, rebelião, guerra, festejo, sobrenaturalismo, etc. Feitas para causar impacto e empatia ao nos colocarmos na pele de outros personagens por meio de suas máscaras. Também para emocionar com os oceanos de tristeza e alegria, de mistérios e poesias sublimes, de sensações de liberdade e profundidade, para encontrarmos as águas que fluem para o espírito de eternidade que habita em nós. Feito para além de entreter, faz refletir sobre diversas questões políticas, morais, sociais, religiosas e até pessoais. Como inspiração, encontramos clássicos como "A comédia divina" de Dante, "Hamlet" de Shakespeare e gênios da arte. "Liberte suas correntes, deixe morrer as dúvidas na imensidão do silêncio. Expanda-se no vazio e lá encontrará o próprio jardim florido Deixe engolir-se pela bela luz imaginária De uma vida em sonho". [A dama de cristal]. Embarque numa viagem e transforme-se. Enfrente os piores monstros da sua imaginação; Encontre relíquias perdidas; Alie-se à jornada de cavaleiros; Busque por respostas nos túmulos; E delicie-se com esta experiência. Quem sabe você ouça o canto das fadas... Copyright © 2017 by Jéssica Cardoso de Oliveira”