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A Herdeira do Crime

Capítulo 4 Troca de favores

Palavras: 1504    |    Lançado em: 01/11/2021

ão custava aproveitar um pouco a noite. Afinal, não é porque eu estava trabalhando que era impedido de aproveitar um p

u estava no balcão. Duas jovens me encaravam. Uma estava de mini saia e uma blusinha preta que, claro, deixava a barriga de fora. A outra estava com um vestido branco curto bem transparent

se aproximou, pude ver aqueles peitos durinhos quase pulando do decote. Fora a transparência que most

arda. Eu lembro que perguntei se elas estavam sozin

Agora temos s

ês são

a a vir comigo no baile hoje depois de muito

lugar muito grande, tinha uma cama que eu mantinha sempre arrumada e um sofá comprido, caso necessitasse. Na pequena cozinha, mantinha algun

tramos, A

u... me sentindo bem.

fechando a porta. Eu e Maria Eduarda fi

com Ana. Ela sempre apronta a

(já estava com vontade de dar uns tapas naquela bunda nesse momento). Os cabelos eram alisados, abaixo da altura do ombro

um pouco sem g

tamos aqui e podemos

es. Beijei seu pescoço e ela se retorceu, esfregando a bunda em m

animadinh

corpo dela, apertando os seios por cim

icariam melhores

braços. quando cheguei nas pernas, comecei a subir, fazendo com que seu vestid

s e

ussu

pada no banhei

la. Estava apenas com uma lingerie pequena. Eu tirei a camiseta, mostrando m

o forte você real

ão. Eu já sentia aquela pele esfregando em mim. Estava de c

me ajuda

o banheiro. Juro que saí do jeito que estava e fui. Entrei e encontrei a jove

e acon

lhar meio per

algo... me

mim. Ela colocou a

edito. Ela só atra

estava (e era nojento, juro). Com a ajuda de Duda, tiramos as roupas dela (que eu amarrei numa sacola e jo

ente m

ito sonolenta

pou

orme

ara a Mari

bebeu na fes

me res

ugar. Um tipo de comprimido, sei lá. Sei que um deles est

gas. Seria mais um dos negócios ilegais de Bira ou a fil

preocupar naquele instante. Era m

ce que não vai acordar tão cedo. Acho

upa, eu a agarrei, beijando aquela boca gostosa. Os óculos dela, nem imaginava onde tinha par

, você é

ir prazer. Filha da puta. Gostava disso. Peguei nos braços e a joguei na cama. Enquan

Hu

i meu pênis no ânus dela, fazendo com que ela tremesse em minhas mãos. A agarrei firme e fui com vontade. Comi aquela bunda gostosa com força. Ela estava já trêmula. Eu a segurei um pouco mais, ali, naquela posição. Tirei da bunda, a girei

por favor, tudo

u pênis na boca, chupando com força. Ah, vou lhe falar uma c

preciso d

pen

reciso de u

e mexido no sofá, deixando a bunda de

a no dia, mas coloquei no copo. Segui para o banheiro, levando uma para

bri

, entrei na água para apr

Maria Eduarda, eu descobri que Nicole também vendia drog

Eduarda colocou a roupa

for agora, não chego a tempo do

e dei

o que ia dar notícias quando a am

Ana acordou co

ão lembro de nada depois que

e estava sem roupas. Eu

sei de você. Mas preciso q

s seguranças de Nicole vendiam, eu iria usar

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A Herdeira do Crime
A Herdeira do Crime
“A primeira coisa que pensei quando acordei sem roupa, em uma cama com aquela ruiva e hospedado em um hotel no Havaí foi: "Puta merda, como eu parei aqui?". E então eu lembrei. Ela era a filha de um dos maiores traficantes de armas que já se ouviu falar. E eu... bem, eu sou o cara que está há dois anos tentando prender o pai dela. E agora, você pode estar pensando, eu provavelmente devo estar arrependido de ter encontrado com ela. Mas quer saber a verdade? Arriscaria tudo, até minha carreira promissória, para ficar pelo menos mais uma intensa noite de amor com ela. Quer saber? Vou lhe contar toda minha história, principalmente porque eu recebi uma ordem... matar a Herdeira do Crime. Mas como poderei matar aquela por quem estou completamente apaixonado? Acompanhe tudo que me aconteceu e lhe contarei o desfecho dessa complicada e intensa (muito intensa!) história.”