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GAME OVER em CARUARAS // Conto Bradockiano //

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Capítulo 1 Parte: I (Agreste Punk)

Palavras: 1215    |    Lançado em: 17/11/2021

I (Agre

zes do planalto da Borborema era o Morro da Onça Mecânica, (imediações da Ped

, mas um dia, um dia vossa s

estrelas, (depósitos de almas) no firmamen

isse Rosinha arrumando os seus cabelos e

a Ciça já curio

mais batia em

am o vento d

mostrar para a sua velh

um "babado" 'pra

"pra" beber com aqueles amigos vagabundos que ele insiste em manter. - retruca Rosinha tirando uma selfie de ambas ali c

dizer qualquer coisa tu fica que n

a P*

ns

lama Ciça com espan

rrer meio-dia em ponto, no no

- exclama Rosinha

ndo aqui em Caruaras. - com

daga Ciça do "Poico" sem dar muit

mas. - Disse fitando os quatro cantos com medo de alguém mais ouvir aquele forte 'bochicho' e con

pra" o Crime? - indaga Ciça fitando os cabel

de assassinada e falou comigo

ando-se na hora e fitando as cúpulas das torres da igr

, (situado no Marco zero de Caruaras) ao lado da Primei

Mulé', vá por mim

rdade? - indaga

tra... Atacando direto em toda parte qualquer hora qualquer dia eter

ngues? Sei... Iss

a Ci

tem que se lig

ndo o baton me

Ciça do "Poico" acenden

davam baforadas homéricas de fumaça artif

o morro; um grupo reza fervorosamente po

*

brotar/acionar um holograma de um trevo de quatro folhas por entre as fendas da terra seca/rachada... [Vez por outra chuva/forte ácida] Carroças de burro com musculosas pernas mecânicas, (fruto de uma hibridização com o DNA da raça boi/touro mitológico: "Miura") e monomotocicletas abandonadas... automóveis flutuadores/híbridos e suas oxidadas

ias an

*

ua da Frente] imediações do t

io Velho, (seu antigo lar, embaixo do banco de concreto inteligente lá na parte leste), setor da gangue; "Bonecas Siliconadas"... Já no oe

e de certa loja, [de cascas de camarão, revolucionário/alternativo/produto invés do plástico que também um dia fora revolucionário em substituição a estopa feita da planta sertaneja Caroá ainda no iníci

pécie de líquido inflamável) em uma garrafa pet de um refrigerante raro,

ê vir dá um banho em mim? Heim? - indaga a poetis

'? Não dar "pra" def

io a uma af

ado, parece

acreditar, mas as cenas que se

nco neve, as laterais de suas têmporas com designer feita na régua, [corte de duas faces]. Sacara

ra Maria Meia-noite. Ago

? Não fiz nada com você, na

em chamas... Ao olhos de 'bots', andróides, ciborg

de dor e desespero por as ruas da Zona Central. Tipo aquela lendária cena da menina cor

juda eu. - grita sentindo seu corpo encolher,

tisa por as ruas com asfalto fino e esburacada... A risadagem de ser

tin

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GAME OVER em CARUARAS // Conto Bradockiano //
GAME OVER em CARUARAS // Conto Bradockiano //
“SINOPSE FIM DO JOGO? ou APENAS A PROFECIA DE UM GOLPE VIRTUAL? "Quando se abre um portal mágico, qualquer coisa ou algo de outros mundos, (dimensões) podem atravessar o nosso plano físico". //Rose Edith Kelly, (esposa de Aleister Crowley) 1904, Cairo/Egito// Autor: "NINGUÉM" Agreste Meridional "cyberpunk" do Estado de Pernambuco Assombrado... Duas entidades em uma luta espiritual/tecnológica por um bebê híbrido e uma revelação que até então passara despercebida era o local, [...] (cybercidade) onde irá ocorrer o primeiro bombardeio, (na meso região do nordeste) da infame terceira guerra mundial será "GAME OVER" em Caruaras? A perseguição de uma gangue e duas entidades tecnológicas/espirituais a um feto/criança/híbrida, [Licius Neves] que ainda nem nascera, mas a primeira gravidez de uma ginoide, (Janaína) Em tempos futuristas faz com que andasse em paralelo a uma sinopse ou profecia de um golpe, (entre latidos solitários de cães híbridos misturando-se com miados de felinos com pernas mecânicas vagando ao relento, (em busca de algo para comer nos lixos virtuais) na alta madrugada de noite eterna de inverno nuclear. Tempos pandêmicos, (Sars-Cov-2/Covid-19) em sua enésima onda, superando de longe as epidemias do H.I.V e a lendária Gripe Espanhola essa última na primeira metade do século XX. Também em paralelo ou orbitando como um satélite/lua natural/artificial; os membros superiores mecânicas de Nego Ciborgue vagam, [no mercado negro] sem nenhum comprador, (tipo uma maldição/carma/dívida de vidas anteriores ao mesmo tempo que a eminência de um golpe na república/holográfica/Governo Digital na cybercidade de Caruaras; (...) virara uma espécie de assombração urbana/social; o espectro do Centrão da Guarda Recarregável Nacional, (antigo exército), [apenas máquinas subordinadas a outras máquinas] nas ruas, [...] tipo um tiro no olho com bala de borracha/holográfica; a vacina retardada; (...) o Governo Digital e o Grupo Condomínio os salva? (...) Em um cenário de agreste/punk onde a magia e máquinas se chocam mais uma vez... Toda tecnologia se curvará as leis/elementos da natureza? (...). Cinco contos que se interligam como elementais entrelaçados mostram que o agreste/punk Bradockiano é tão universal e mágico quanto qualquer outro sertão/agreste mundo afora. *PREFÁCIO* Game Over em Caruaras escrito por Iram F. R. "Bradock" é um livro que contém cinco contos que estão interligados numa sinergia incalculável, e que de forma eletrizante lhe prenderá do início ao final. Nele iremos nos deparar com um tempo retrofuturista onde irás ler sobre o caos de uma cidade, (Caruaras) onde sua população vive um tempo esquecido, com um governo aterrorizador, que levam a todos não vê solução para uma pandemia que já está na sua enésima onda e tantas outras coisas que estão por vir. Estais preparado? Com personagens característicos, falas e enredo fascinante, nos leva a ser conhecedor de um cenário literário inimaginável para um leigo assim, como eu e tanto quanto para você. Mas, que graças ao seu autor que vê além do seu tempo (atualmente o século XXI), nos levará a mergulhar neste intenso oceano que é o universo Bradockiano. Essa é mais uma de suas obras, que carrega, porém, em toda a sua história uma particularidade, que sim, é marca registrada do seu escritor. Todos nós sabemos que, quando lemos um portal se abre ao ponto de levarmos a lugares jamais visto ou relatado em alguma rede de telecomunicação. Toda dedicação, conhecimento, cenários, personagens, ações, suspenses entre outros, se tornam também, uma grande parte de nós e para dentro de nós leitores. Tornando assim, uma particularidade. É correto dizer que é possível viver num mundo paralelo? Para um assíduo leitor, é claro que sim, pois isso é uma dádiva. E como dizia o escritor, amigo e conterrâneo do "Bradock Poeta", saudoso Célio Lima. "Deguste-o". *Pâmela Beatriz* Escritora, Poeta & Romancista São Paulo/SP, Agosto de 2021.”
1 Capítulo 1 Parte: I (Agreste Punk)2 Capítulo 2 Parte: II (Agreste Punk)3 Capítulo 3 Parte: III (Agreste Punk)4 Capítulo 4 Parte: IV (Agreste Punk)5 Capítulo 5 Parte: V (Agreste Punk)6 Capítulo 6 Parte: "VI" A BOCA DO INFERNO 7 Capítulo 7 O CENTRO OCO Parte "VII"8 Capítulo 8 [SOBRE O ANTIGO MONTE BOM JESUS] Parte "VIII"9 Capítulo 9 Parte "VIII10 Capítulo 10 Parte: "X"11 Capítulo 11 Parte: "XI"12 Capítulo 12 Parte "XII" (Macabel Calisteu & As Bolas de Ferro, O DEUS BARRIGA: II)13 Capítulo 13 A APOSENTADORIA (Indo para a 3ª guerra mundial) Parte: "VIII"14 Capítulo 14 Parte: "XIV" (MARIA QUEFE & AS BOLSAS DOS OUTROS...)15 Capítulo 15 Parte: "XV"16 Capítulo 16 Parte: "XVI"17 Capítulo 17 Parte: XVII (A Maldição da Lagoa da Porta ou 4 40 400 4000: A Máquina Crowlyana do Tempo) 18 Capítulo 18 Parte XVIII19 Capítulo 19 Parte XIX20 Capítulo 20 Parte: "XX" A ESCURIDÃO DEBAIXO DA CAMA (O retorno do bandido Barata Preta)21 Capítulo 21 UM BANDIDO CHAMADO CEMITÉRIO (O exército de noiados fantasmas)22 Capítulo 22 Parte: XXIII23 Capítulo 23 ENTRE AMIGAS (Uma amizade daquelas)24 Capítulo 24 Linha 113 ou O ÔNIBUS DA MEIA NOITE (O retorno do bonde para o crime)25 Capítulo 25 Parte: XXIV26 Capítulo 26 O ASSALTO ou UM BONDE PARA O CRIME Série: CONTOS BRADOCKIANOS27 Capítulo 27 Parte: "XXVII"28 Capítulo 28 Parte: "XXVIII"29 Capítulo 29 Parte: "XXVIII" OS HOMÚNCULOS30 Capítulo 30 "Parte: "XXX" ALÉM DO ALMOXARIFADO (O segundo depósito)31 Capítulo 31 TERRA MALDITA: Ou IPOJUCA ASSOMBRADO (A conjuração do fantasma do escritor: José Condé)32 Capítulo 32 Parte: "XXXII"33 Capítulo 33 Parte: "XXXIII"34 Capítulo 34 A CASA MAL-ASSOMBRADA (O bonde para o crime ressurge)35 Capítulo 35 Parte: "XXXIV"36 Capítulo 36 A NOITE DOS ÍNDIOS CARIRIS FANTASMA37 Capítulo 37 Parte: "XXXVI"38 Capítulo 38 A CRUZ DA MADRUGADA (O maníaco do Rosário retorna)39 Capítulo 39 Parte: '39': GRAVIDEZ ELETRÔNICA ou (Janaína, a Origem) 40 Capítulo 40 Parte: 40 XL 41 Capítulo 41 Parte: XLI 41 42 Capítulo 42 Parte final [...] Game Over em Caruara (...)