a oportunidade. Nunca vou entender como alguém consegue olhar para um filho e desejar o oposto. Claro, existem situações extremas - li recentemente sobre mulheres que engravidam
mada de mãe no momento em que esc
peso desnecessário para carregar na mala da vida. Quem per
ara a realidade da sala de jantar. - Estou aqui falando com você há cin
lado, di
ndo em como eu tenho a sorte d
os olhos brilhando daquele jeit
r filha do mundo. Tenho muito org
gica à palavra que
enho vinte anos de idade, sabia? Só falta arrumar
e fechar numa expressão de puro pânico defensivo. Olho de relance para Hadiya, que morde o lábio
vou passar o resto da
uém, dona Samantha - Kelly
um intruso. - Você ainda está muito jovem para pensar em bobagens, me ouviu, minha filha? Se estiver
entindo o sangue e
deia. Tenho vinte anos, sou uma mulher adulta, não uma boneca de porcelana! Os dois
da. Ela limpa a boca com o guardanapo, joga um olhar definit
com a ideia. Ela pode aparecer com um namorado a qualquer momento. E quer saber? Ela namora qu
eza. Olho para ela com uma ond
uzando os braços com um bico infantil que me dá vontade de rir. - E que eu saiba, você nem gosta de ninguém, Samanth
uase saltam
a minha faculdade? Eu não acr
s rapazes na faculdade tentando puxar conversa ou me chamar para sair, mas nenhum deles mexe com a minha estrutura. Meu c
curo do meu quarto, o teto lilás p
eu a
uir desligar o interruptor dos meus sentimentos. A Bia, minha melhor amiga, vive dizendo que eu preciso tomar uma atitude antes que outra garota
me declarar, ele
er com a ausência total de Jack na minha vida. É horrível me sentir presa a esse dilema. A Bia tem aquela a
meus olhos puxados cheios de personalidade -, o mundo lá fora é cruel. Já ouvi comentários maldosos de garotas na faculdade cochichando nos cor
Eu não sou um f
até o fim dos meus dias, repetindo que sou muito nova, que o ambiente é perigoso, que eu sou inocente demais. Com o Thiago eles não impli
mas Hadiya interveio e me deu o aval agora que fiz vinte. O problema real vai ser convencer o meu pai a soltar a coleira. Se eu
rupo de apoio e vejo isso o tempo todo: jovens adultos mantidos em redomas pelos familiares, impedidos de errar, de cr
uito mais do que um amigo -, vai ser uma verdadeira guerra mundial. Especialmente cons
nceito vai ditar a
ndo ou destilando veneno. Inclusive, quando saio com a Hadiya, percebo olhares tortos na rua. E o pior: muitas vezes o preconceito nem é por causa
anha. Mas escolhi a via da paciência, e
a que fingia ser gentil comigo, mas depois descobri que ela só falava pelas minhas costas, di
m casa, ela é uma mulher amargurada que nunca aceitou o fato de o meu pai ter se apaixonado por Hadiya - que, ironicamente, trabalhou em sua cas
udo isso, n
irmã, temos uma rede de afeto real. Deixamos o veneno do mun
olhar para mim não apenas como a garotinha que ele protegeu no hosp
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