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TORCENDO POR NÓS

Capítulo 2 LEMBRANÇAS

Palavras: 2144    |    Lançado em: 18/01/2022

que Sarah não estava nada bem. Ela parecia triste e distante. Mary sabia que ela passava por uma crise financeira muito grande, possuía dívidas com

a da cidade como estagiária. Mas todos sabiam que estavam demitindo vários funcionários por causa do momento econômic

e muito preocupada - Mary perguntou

orou um instant

oltar a morar com meus pai

angus

o vão nada bem

passo abraça

independência. Voltar para casa de sua família si

avisou ontem que o meu

m para onde ir. Sarah, seus pais sonham

eu pai acabou de comprar um barco. Eles pretendem

ica incurável, ela suspirou admira

a... Isso é t

sabe como eles estão preocupados comigo, já até pensaram em vender o barco pra

m um desses coquetéis chiques dos quais os médicos participam, você irá conhecer um médico lindo e Rico. Va

ranziu

Perguntou d

sor

de propósito, queria assustar sua am

rgalhada, nitid

sentir melhor. Aquelas ideias eram engra

for um menino?

nte como se já estivess

no Jú

rir juntas. Concordavam que Bre

OR -Sarah repetiu franzindo a t

. Mas o que importa é que v

ica esp

os filhos você

elo menos um t

nítido seu esforço para tentar

estado. Ela se formou em administração e estava atuando na empresa dos seus pais. As duas s

to, Sarah sentiu alívio, não queri

da confirmação do voo dele - falo

ha esperanças de que ele não aparecesse, afina

mpanhante, facilitaria as coisas pra mim - res

hou imedi

a, já falei mil vezes que Antony e Lara não te

bém não s

a, quando Antony estiver aqui,

u até o nariz apenas para disfarçar s

gadores em busca de fama, status e dinheiro. E a propósi

a rosa sobre a mesa

vejou com

ja injus

o tem nada a ver com o home

erá um fim, e isso tudo irá passar. O Antony de vocês tão "Senhor perfeitinho"- ela fez um b

rquê de tanto ressentime

lustre tentando

ntimento, só não gost

sse sido ensaiada, Mary e B

o ele é

am achando engraçado o fato

aber o que dizer. Apenas ficou mais uma vez irr

m suas coisas e pegou sua mochila. Q

reciso ir pra casa, tomar um b

ndo a port

Sabia que não se tratava de ciúmes como Mary já havia dito. Mas não podia negar que talv

ry continuaram se entreolharando

a primeir

inda não

mpletou

uma mistura

ryene sabia muito bem que ela nutria profunda antipa

a relaxar. A fim de se esquecer do que seus amigos haviam feito, recolheu as correspondências de debaixo da porta. Seu

s em meio aos prantos de sua mãe. Eles nunca se conformaram com sua saída, na verdade Sarah não precisava mesmo ter ido embora, sempre se relacionou bem com eles. Seus pais tinham boas condições

. Meire exigiu que Sarah voltasse para casa, pois segundo, ela aquele apartamento era pequeno demais e nada aconchegante. Também reclamou da localidade, somen

ou engolia seu orgulho e voltava pra casa de seus pais. Sabia que

de a seu trabalho de pesquisa da faculdade, estava empenhada naquilo há meses, era o que amava fazer, se enfiar nos livros e estudar.

o início da cerimônia. Sara

sável pelo estabelecimento havia passado outra cliente e

se estaria perdida, não conseguiria dar u

des, não gostava muito de se maquiar, raramente passava um rímel ou um brilho labial, Mary sempre insistia para experimentar seus cosméticos e maquiagens, mas ela nunca se interessou. Porém havia decidido que no dia do casamento de sua amiga esta

cima do sofá, havia co

flor da pele. Antes de ir para o quarto ela se

ueles aparelhos horríveis. Sarah se aproximou, pegou o po

inha 16

tava Antony, com seus cabelos escuros encharcados de suor. Ele fazia altos dribles deixando todos vidrados com s

a presença de Sarah. Mas talvez assim fosse melhor. Muitas das veze

iu. Antony havia chutado a bola lançan

eu cotovelo arranhado, mas o leve ferimento não era tão doloroso quanto ver todos a

cena pareceu acontecer em câmera lenta. Seus cabelos balançavam na medida em que ele corria, e

leto, parecia simplesmente não enxergá-la. Ele

no rosto da jovem de cabelos cachea

oeira enquanto procurava por seus óculos, então o colocou d

enos ter pedido descul

a família. Até mesmo seus próprios pais o admiravam. No outro dia Tonny, seu pai, estava assistindo a um comentário esportivo na TV, quando o jornalista criticou Antony, seu pai logo reagi

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TORCENDO POR NÓS
TORCENDO POR NÓS
“O famoso jogador de futebol Antony Sillve, está de volta a sua cidade para ser padrinho de casamento do seu primo, tudo certo na vida do então promissor jogador em ascensão, mas ele não estava preparado para ser posto a prova ao reencontrar a incrível e bela Sarah Carter, a atração entre os dois foi mútua e fulminante, porém o incrível jogador terá que suar a camisa para conseguir conquistar a garota, já que só atração ferrenha para ela não é o suficiente. Além do mais, Sarah, não está em boa fase de sua vida, ela acaba trancar a sua tão sonhada faculdade de fisioterapia, e ainda voltou para casa dos seus pais, devido à problemas financeiros. Para ela, ver Antony Sillve, só piora a sua falta de sorte, já que carrega uma grande mágoa por seu tratamento lhe dado nos tempos da escola, ele porém não fazia ideia da sua antipatia, afinal não eram muitos próximos naqueles tempos, e como bom jogador, não irá medir esforços para vencer as barreiras imposta pela linda garota. Uma vez que entra a paixão em jogo, tudo pode acontecer, e assim será entre os dois. Sarah terá que enfrentar o assédio da mídia, que cerca o jogador em ascensão, além das dificuldades de viver um relacionamento a distância, e um terrível acidente que deixará marcas na vida de Antony, abalando assim o relacionamento do casal, porém o amor de Sarah tudo pode suportar, e não irá deixar o seu incrível jogador perder o maior jogo, o jogo da vida.”