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Boys don't cry

Capítulo 5 Há algo de errado com ele

Palavras: 1452    |    Lançado em: 25/01/2022

i

foi intensa. Começou com um momento divertido durante o jantar,

tava acariciando seu rosto, mas acho que amigos podem fazer isso, ou não podem? Eu sei que senti uma vontade incontrolável de beijá-

a cama, a garota parecia enfurecida, adentrou o quarto como um foguete. Nate se levantou, e em seguida me olhou

rar aqui? - Nate falou enquanto ela me

entro no quarto do meu NAMORADO? - ela deu muita ênfase à p

ntrar no meu quarto, e ainda grita, faz toda ess

mãe do Nate entrou no quarto pa

a passando o texto com Will, precisava tudo isso?" - ao ouvi

ue ele tinha terminado o relacionamento, ele nunca falou nela. A forma como ela olhava para a sogra,

.

invadiram desde minha saída, até cair num sono profundo. Minha mente está confusa, sinto algo muito estranho, eu não sei o que é, mas sei que não gostei de vê-lo com a namorada. Passamos

m qualquer lugar e dorme, mesmo que esteja desconfortável. Resolvi que deveria presenteá-lo com algo para esquecermos o constrangimento que se instalou e

lábios ao observar. O que é isso? Balanço minha cabeça em negação. Aproximo-me ainda mais, e me agacho, toco levemente seu rosto, sua

do. - Nate, acorda! - chamo mais alto

ta, senta e me olha sem entender o que está acontecendo. - Ah, é

te dar uma coisa... - digo, e

qu

cho que voc

e, e me enca

antos, pelo menos agora você terá uma cadeira desmontável, que vai

evanta, arma a cadeira e senta-se, e me olha c

co, mas ele segura minha mão. Algo tão bobo, mas sentir sua mão segurando a minh

e agachar e sentar ao seu lado. - Acho que te devo desculpas, desde aquele dia

em , eu

recia aquela cena toda, e mal tive oportunidade de te acompanhar até o es

r espaço. Não se preocupe, entendo sua namorada, a reação dela é normal, acho que não deve ser

do aquele escândalo. Não estávamos fazendo nada, e

te pega de surpresa, não sei o po

- pergunto, mesmo sabendo que não tenho direito de questionar sobre isso, mas

então pedi um tempo para avaliar o que sinto, m

um modo estranho, como se estivesse com medo de algo, ou talvez não qui

.

, mas Nate não falou mais nada sobre o que conversamos, ou o motivo que

dos se dirigem ao estacionamento, me despeço de todos, e encaro Nate que me olha de um modo estranho, ele p

seu pedido me pega de surpresa, mas b

para ligar o som. A música que toca coincidentemente fala de alguém qu

rar antes que s

ha que ele

e sentimento guar

a achado o que t

constrangidos, pois, ambos nos encaramos, e consequentemente abaixamos o olhar, ela me parece muito sugestiva em relação ao que ando sentindo. Não tenho ma

le, parece estar atrapalhado com algo tão simples. Sorrio, aproximo para ajudá-lo, mas N

esse momento que nossas mãos se tocam, o encaro, seu rosto está muito próximo ao

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Boys don't cry
Boys don't cry
“𝖶ill cresceu dentro de uma realidade onde homens não podiam chorar, expressar seus sentimentos, ou fazer qualquer coisa que fosse considerado feminino demais. Filho de uma rica família tailandesa, foi criado para ser o sucessor de seu pai nos negócios, mas Will queria ir além disso, e tornou-se ator. Tudo em seu pacato mundo estava bem, até ele ser convidado para atuar em uma série Boyslove, ao lado de Nate, o cara de olhar intimidador. Nate não não era muito sociável, sempre muito calado, não gostava de muito contato físico, e não era nada romântico, tudo isso antes de conhecer Will, o garoto que o fazia sorrir e deixava seu dia mais feliz. O mundo de Wil e Nate já não é mais o mesmo, tudo que eles acreditavam se foi, e agora a ficção parece invadir a realidade, os sentimentos não são apenas de seus personagens, e eles não conseguem mais disfarçar o que sentem...”