Mafioso russo
“está em casa." As palavras pareciam gentis, contudo, foi a voz que imediatamente reconheci que me fez abrir os meus olhos, em pânico. - Boris? Tentei me levantar, mas eu me sentia aturdida, então, apenas me rastejei pela cama tentando colocar o máximo de distância possível entre nós dois. A minha cabeça pesava e eu sentia como se meu corpo tivesse sido sacudido e girado em várias direções. - Onde eu estou? - indaguei fracamente”