“olhavam em expectativa, tentando persuadi-lo a fazer aquilo que achavam ser o certo. Roger deixou de ser o filho de um dos líderes para se tornar o pai da garotinha em questão. - Eu não farei isso. - Seu tom foi firme, nunca seria o causador da infelicidade da sua princesinha. Diante da resposta do filho, John estalou a língua em forma de reprovação. - Roger você sabe que isso não é uma escolha, é um dever. - O patriarca encarou o filho em forma de ameaça. O mesmo olhar que fazia Roger recuar quando era criança, mas agora ele é o pai da garotinha que todos ali presentes pretendem tirar um futuro feliz. Para Roger fazer Tayla perder o direito de escolher o próprio marido nunca seria um dever, seria uma escolha e ele estava disposto a lutar por ela. - É a felicidade da minha filha que está em jogo. - Ele protestou, ainda olhando nos olhos do pai, sem medo, sem respeito, apenas colocando o seu bem mais precioso a frente de qualquer juramento de sangue que já tenha feito. - Sua filha será feliz Roger. - Pela primeira vez Alfredo Bittencourt abriu a boca.”