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Destinados

Capítulo 5 Enfarte

Palavras: 1386    |    Lançado em: 03/03/2022

ítu

fa

do po

y, está quase na hora da re

, sim, es

é, e dou uma peque

ião, e vamos para os nos

eu olho para ele, e ele não me parece mu

ter com ele, a Sally está pert

pai? - eu pergunto

mim com um o

-Sim fil

, mas a Sally começa a apresenta

a Amy? - pergunta-me a Caroline

com um mau pressentimento e nem sei porquê. O meu pai continu

tempo de o amparar para ele

PAI -

meu pai caído nos meus braços, a Sally branca de preocupação

AMEM UMA AMBUL NCIA - ou

do no meu colo, afago o seu rosto que está frio e su

avor não me deixes, eu não

spita

do po

stá aqui ao meu lado abraçado a mim, ele está sempre presente nos bons e nos maus

ra em frente com a

médico me chama, ma

o doutor está

o-me r

e, doutor, est

- ele senta-se e pede

meu pai, doutor? -

eu pai teve um

stada, e as lágrimas volt

Amy, ele está for

eus - digo um pou

é um homem forte,

sso vê-l

venha comigo - ele diz s

garrando a mão dele muito tempo. Perco a noção do tempo e até acho que c

i, como t

, um sorr

stou bem, m

que me pegaste, não volte

e

o foi planea

eu abr

scob

do po

de trabalho, as visitas ao meu pai no hospital, que graças a Deu

bora daqui a dois dias, por isso vou aproveitar, sei lá eu quando

a espera, completamente nu, caraca, pronto para me atacar, sinto-m

e saudades de t

inha intimidade, e chupa e lambe e coloca a língua com uma urgência de me fazer gozar, e

or foder-te, gosto de te

ntrar fundo, bem fundo, eu deliro de prazer até que go

vantando - vou só tomar um duche e já volto

rta e ouço o c

ao ataque quando ele voltar do duche,

ser o serviço de quartos, ele

rpresa com o que vejo, deve se ter e

tá uma mulher que deve ter mais ou menos a minha idad

oite, precis

om um olhar que não

ra? - ela pergunta e eu

ceber - digo franzindo a testa,

my? - pergunta ele lá

inha distração de ele ter

er? - eu pergunto indignada

para ela, fica branco e

e estás aqui a fazer??

hris, tu disseste que vinhas em trabalho, isto por acaso

assa aqui? Christian,

este - aponta para a criança no

a na hora, não pode ser, ele não tinha a audácia de fa

ian? - pergunto olhando para

mim e abaixa a

desculpa mas eu não

s-me numa situação destas? Eu não sou de andar com homens

que estivesse a par

ela horr

me envolveria com ele se soubesse que ele era casado

minha honra no ch

nca pensei que fosses um homem sem escrúpulos, se tens família, de

lhar baixo parecendo

a a espo

ulpa mas eu não

nua na cama, com um homem casado

ma, caralho para e

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Destinados
Destinados
“Uma tradição, uma maldição, um casamento. Como vocês, caros leitores e leitoras sabem, a Amy e o Alex estavam prometidos em casamento desde crianças, mas já adultos o primeiro encontro deles foi desastroso e odiaram-se desde o primeiro momento. Sempre a mandar farpas um ao outro, lá acabaram por casar contrariados, mas o casamento nunca foi consumado, mas a tensão sexual que existia entre eles era arrebatadora, mas não foi o suficiente para manter o casamento, e depois de várias cenas de ciúmes, guerras e discussões, Alex acaba por voltar para Paris, para a sua antiga vida e deixa Amy em Londres. Será que depois disso eles ficaram aliviados por se verem livres um do outro? Será que conseguem levar a vida adiante, e esquecem que algum dia estiveram sequer casados? Será que começam novas relações e se esquecem um do outro? Ou por outro lado morrem de saudades um do outro e voltam? Ou... não, vou deixar vocês descobrirem.”