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CIDADE CINZA

Capítulo 4 MADALENA CEREJA

Palavras: 2540    |    Lançado em: 12/03/2022

Luísa começou a contar no

a esposa

olhos, eu tentei de tudo, tantas vezes tentei que ele conhecesse outra pessoa, que ao menos se

de namorado... eu tinha

cabou

me levou até a ro

... quer dizer que

mar ninguém tão c

nda ama o rap

rei por toda vida, ele foi muito bo

e apaixonar. T

queimarem. - Bom, sim..

nte de homem atr

risada enquanto ela est

te olham, Madalena. - Apertou meu braço. -

denciosamente ainda

ias e ver se precisa de alguma coisa, além do que sempre estarei vindo tam

tenho um

eu fosse uma aberração. - Como

Dou de

rteza que você não é uma experiência óvni. - Brincou soltan

obre seu filho? Pergunto enquanto ela nos guia para a cai

em um elevador? Ela acaric

não existe e

Saímos para um corredor e paramos há outra enorme porta, porém bem menor

la chama alto

grossa masculina responde e ela me olha sorrin

luxuoso, mas diferente da casa que era muito clara, todos os móveis ali eram escuros

arto que estava aberta e tudo que consegui enxergar atrás dela

ave escutando de perto. De certo modo me senti a

alguém co

ro recebe

lhou para mim e me puxo

ma bermuda azul marinho que ia até metade de suas coxas aparentemente musculosas e pouco peludas, a perna esquerda do joelho até o pé estava imobilizada por gesso enquanto a direita estava flexionada e pouco coberta por um edredom. Minha inspeção por seu corpo demorou o mesmo tempo que a sua

transparecer o horror q

se dirigiu a mãe

dora. Respondi antes já que

dou olhando dele para mim ainda

cuidadora, cai de mot

sabemos

be, o que el

ra que ao menos você tenha

so pedir

adotou uma postura dura

e ela pela mesma

- Você precisa, eu a contratei e ela vai ficar, está decidido! - Finalizou e se virou me olhando

to, eu a sigo olhando mais uma vez no rosto

ela suspira antes de me enc

. Dou uma risa

ndo, aparentemente. Ma

oss

, vão ter que se tornar amigos, eu acredito que vão, igu

sti um filme

- Esqueci que você morava no interior... lá

io do p

levador, sem filmes,

gente não sente falt

- Faz todo o sentido. Mas agora você vai conhecer tudo, vem me ajuda aqui,

vindo do quar

o corpo curvado observando o que tinha lá dentro. - Pode ir ver o qu

sco me pondo de pé tentando

o que estávamos a pouco. Dou uma leve batida na porta

não,

minha mãe.

que é meu trabalho.

uero falar

enhor. Posso ajudar se me disser o que preci

mesmo s

ada

lena d

confiada e ele se mantem calado aind

repuxarem em um meio sorriso.

achou que pa

ia reclamar com ela. S

s do que zombar do fato de que eu tinha cereja no nome para me tirar dali. - Poderia

tivesse envergonhado. - Preciso do meu remédio, está na pri

s olhos repousam sobre três pistolas enormes. - Por que você tem tanta

esmo segundo e sou pega de surpresa ao vê-lo com um sorriso perfeito

a segurando o ar. - Vou buscar água. É tudo que consigo responder antes de de

sar no passado. Joaquim Rodrigues tinha me pego pelo pescoço três dias depois que meu pai tinha sido enterrado quando eu saia da pequena mercearia na cidade. Me ameaçou colocando uma arma em meu

arou quando me viu. - O qu

. só tive algumas lembr

sas ruins

disso, tudo bem para a

não se sente confortável, mas o qu

rimido e me deparei

minhas bochechas enxugando as lágrimas. - Não precisa ter medo, Enrico nunca brinca com

inha respiração. - Quero pedir sua permiss

risada e me afast

r nada calada, é meu único

Mimei demais Enrico, ele precisa de algu

cinco meses poderão ser mais difíceis pa

raço apertado e passou os dedos delicados por meu r

volto mais tarde com tudo que con

arto me surpreendendo ao encontrar a cama vazia. Arregalei os olhos encarando os lençóis que parecia tão

seguia vislumbrar o quanto era enorme parado na porta que deveria ser um banheiro se firmando sobre duas muletas que impediam que a perna engessada encostasse no chão. A bermuda a

e su

o que esta

o sincera e Enrico me encara em silencio por intermináveis segundos com

letas começando a pular de volta para cama. Seus bíceps inchan

r de cadeira de rodas. Falo aind

o tempo. Respondeu brusco e eu mirei seu rosto me sentindo chocada e tentando não mi

imido. - Estendo o co

sso que estava no banheiro

me dando umas ultimas recomend

ua antes, Cereja. Voltou a falar

muito antes de proferir um pouco irritada: - Devo pedi

ão é se

ome é M

. - Rebate com um

Madalena Cereja se assim

ero aqui, Mad

não me agrada estar aqui,

ntia que lhe foi ofere

espondo séria o pegando de surpresa, seu semb

qualquer jeito, era melhor

o seco antes de rebater: - Não há nada que você f

o se medíssemos forças esperando qual iria recuar prime

car sozinh

brando que dona Luísa tinha me orientado p

Na

ei a dizer e fui interromp

não minha mãe! Agora sai

mo jeito que havia entrado, cho

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CIDADE CINZA
“*MAIS DE 250 MIL LEITURAS ONLINE" Enrico Giordano tinha uma vida boa comparada as milhões de pessoas que moravam na selva de pedra chamada São Paulo. Ele tinha sucesso profissional, uma bela casa, pais saudáveis, uma bela esposa e o seu primeiro filho a caminho. O que poderia dar errado? Quando teve sua vida saída dos eixos numa noite chuvosa se transformou em um homem amargurado e insensível. Se fechou para tudo e todos, transformando sua vida tão cinza e fria quanto a cidade qual morava. Agora só se sentia disposto a transformar num inferno a vida de qualquer um que quisesse se aproximar. Madalena Cereja Ferrão carrega em si a coragem de uma mulher guerreira que teve a vida sempre a massacrando desde sempre, sem parentes vivos e deixando o pouco que tinha para trás, saiu fugitiva de sua cidade natal levando apenas seu violão, uma foto da família e suas três peças de roupas.. Seguindo um sonho antigo de sua falecida mãe chegou em São Paulo para viver uma vida nova, e é desafiada quando encontra um emprego que não era tão dos sonhos.Quando duas almas feridas se encontram tem-se a vantagem de nada que o outro faça para machucar seja tão inédito, só se resta unir-se e curar-se.”