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O príncipe da honra e a virgem

Capítulo 2 O príncipe da honra e a virgem

Palavras: 2420    |    Lançado em: 15/03/2022

jogo-a no chão, prepa

das muitas tatuagens qu

as inscrições em persa q

uxar o celular do bols

uando ele atende, enc

irmão pergunta do o

conversa ao fundo, q

ando se afas

e aprendi nos último

ois, mas que é pio

com Elijah amanhã -

o con

- questiona, a insati

- Vou aproveitar a no

ecebi o dossiê que ped

ine, ainda não tive tem

oitede folga - Richar

stão absurda em um mom

m, general - completa,

no cu - respondo, e

nca uma risada dele, a

u, e é fácil me lembr

do gar

jah e programara re

de tudo quando acordar

vão se diver

pondo com ironia e po

ndo os

ntes que desligue, o

ê vai f

rras, irmão. Acho que

to inde

da que é estendido na

s a última coisa que pr

encontrar com o rei.

o de ser dia de sem

nhecido por ser um lug

isso. Não tenho qualque

im porque sei que meus

recisam de um descan

se

teza de que não quer

cima do seu ombro, v

como garotinhos sob

a primeira vez

eu tenha uma arma

ivirtam-se. Estejam pr

an

spede, depois de conf

eia me dei

ocê tem con

ra alta do bar, os ant

em direção à voz femini

contro uma mulher se

stância, uma taça de vi

na minha

conceito diferente d

dos para analisá-la

a à mostra sua perna q

preta. Um colar cai pel

cabelo cai em ondas p

ábios quando minha insp

ro

rgunto. Um brilho de

gunta. Suas feições s

me ao rosto. Não é de

hospedadas nesse hote

ez seja alguma atr

ente não vo

nha a taça sobre o ba

s antes de dar um gol

mento da língua pesc

eri

esponde por fim, apoi

voltar a m

em um

do-se da banqueta. Al

do seu corpo por com

devagar. Enrosca os de

stas da cadeira. Tira

la franze o nariz, insat

na

falta - diz com um

na bolsa. - Ten

uer fazer nesses m

pergunta quem sentiu

minutos. Estou de folg

rei um homem pro

de puro deleite e tomb

o me mostra o seu c

isada, balanç

? Sei que não vou te

ira as costas para mi

endo-me pelo comportam

. Espero encontrá-la pe

seguir em direção às

na porta, ela me olha

pergunta silenciosa, e

ha que vou me tranca

ecido - diz,

estreitando os olhos

recisar de explicação p

seg

dá de

te empurrar escad

ta e entrando no

ntretido. Sigo-a sem m

ipes de Delway não co

o a anonimidade ofereci

luxo ostensivo do hote

zes fracas. Ela solta a

rosto, um convite. Um

o meu, apoiando uma

eu lado. Minha boca

a o meu rosto, os lábio

mão pela lateral do seu

ão por baixo do

situação tão fora do

a suga meu lábio infer

zo tira folga po

surpresa quando tom

dolorosas em meu pe

do seu. Não sei o que

ura com afinco na minh

novo quando os dedos a

regando a ela o que te

o, conduzindo o beijo

imento, puxo sua coxa

io satisfeito na sua bo

ego contra ela. Repito

a re

descer ao seu pescoço,

te de dentro da sua co

o o toque estridente

rão e escorrega as m

ndo seu pé de novo no

e pega o celular de de

h

para quem quer que e

ue não parece pertencer

iseta, eu subo a mão p

Aperto um, subo a boca

blados e desejosos.

hego em alg

ado, encerra a ligação.

pelo me

ir - diz c

rro em resposta, rou

de sol

o seu, sentindo a fre

a parede onde ela esta

to a assisto arrumar o

a no ombro e vai até a

olha por ci

e seu nome - diz. Di

chados que sei que vão

odas as promessa

evolvo a provocação,

e

sorriso

, usa a mão livre par

os seios, deslizando

, sentindo meu corpo

ais fácil te achar - r

ção para o

a devagar, sabendo

ibil

ranze o

mbém, e concordo em s

ran

rás de novo; abre a p

nho

la minha boca, ainda s

nte por não ter insisti

apítul

de proteção no ros

que faz com que um n

nte, a muitos metros

empo mirando à fren

Hoje o dia não e

que existe em alg

o jardim do castelo

m horários em que se

importa que eu venh

om a minha presença.

sei que estão usando

descontar a raiva em

tiros, o suficiente

e cada um nos pequen

iro frustrado, aceito

rogress

ipamento de proteç

rança ao travar a arm

iada, aceito a ajuda

todos os lugares e

rea de treinamento, p

a do centro d

por um sol brilh

considerando o quão s

ua

a pelo jardim, em

pressor. Apenas para

, desvio o caminho pel

paisagistas que cuid

corredores, já saben

onhecendo em detalhes

a cri

pergunto alto, sorr

rteza de que ele não e

sempre estão sobre m

lhores amigos e confi

rabalho muito a sério

er resposta porque ele

oite passada. - Vam

ai ficar sem

e atravessar o labir

ece atrás de mim. O

estoica dentro do

e aprendi há muitos

s e concordou em me t

qualquer um dos noss

sorriso pequeno. Lia

o r

me avisado, Maddy

s sobra

ado me impedir - a

o o meu braço, e ele

ceitá-lo e prendê-lo

que estou evi

ria tentado te imped

mim. - É meu trabal

inue

esto

! Francament

e volta à sua voz, o

uco tem a ver com as

que se aproximam. É

seu braço e me colo

não vai mais acont

e que não m

inalme

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O príncipe da honra e a virgem
O príncipe da honra e a virgem
“É cansativo não poder confiar em ninguém. É cansativo tratar cada aliado político como um inimigo em potencial, porque lealdade é um conceito há muito esquecido e a palavra de alguém não vale mais nada. Acordos assinados não valem mais nada, muito menos a suposta honra de um governante. Meus irmãos sempre me chamaram de paranoico quanto a isso. A atividade preferida de Stephen é pegar no meu pé com meu excesso de zelo e desconfiança constantes. Richard, o mais velho e rei de Delway, entende minha preocupação, já que, de nós três, é o que mais lida com politicagem, mas até mesmo ele teve certeza de que eu estava exagerando algumas vezes. Adivinha só? Eu não estava. Os filhos da puta que apareceram quando estávamos mais vulneráveis, jurando aliança e apoio, agora estão prontos para fazer demandas. É claro que estão. Nada vem de graça quando o assunto é poder. - De novo! - grito, mãos atrás das costas, olhos ferozes e atentos sobre os soldados que repetem a sequência de golpes na aula de artes marciais. Ninguém se atreve a reclamar de cansaço, mesmo que eu saiba que estou exigindo muito mais deles hoje do que o normal. É o que acontece quando estou puto. Não demoro a perceber que apenas assistir ao treinamento não vai ajudar a acalmar minha agitação. Mantenho os olhos atentos sobre eles enquanto enrosco ataduras nos nós dos dedos, sabendo que estão nervosos com a minha presença nem tão rotineira assim. Nervosismo esse que aumenta quando percebem que estou entrando no tatame também. - Não precisam parar - aviso, transitando entre as pessoas que depositam aqui cada gota de energia que têm para oferecer. Conserto algumas posturas, corrijo golpes feitos errados, dou mais meia dúzia de instruções. Quando a minha proximidade deixa de ser um problema e todo mundo está concentrado de novo no que deve fazer, começo a treinar também. Não demora para alguns soldados se animarem com a perspectiva rara de treinar comigo, e é um ótimo lembrete de que é aqui que me sinto em casa.”
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