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O príncipe da honra e a virgem

Capítulo 4 O príncipe da honra e a virgem

Palavras: 2453    |    Lançado em: 15/03/2022

quando sinto um únic

noite de ontem volta

pelo meu corpo sob s

re a ponta do ded

m que ia aconte

minha cintura. Os de

i. Meus olhos pesam, e

se inferno, ficaria

r moldado par

eternidade por u

boca à sua orelha. Me

rrio quando ele enr

em direção à ma

a, colando meu cor

e reaja, afastando-se

na min

eixando a passag

um convite para

a sobrancel

os olhos, uma con

o estou agindo como

o plano estúpido que t

sua mente. Ele não sa

essa dúvida que v

. Gélido.

ponde por fim. A po

trável. Sobre seu rost

lado. Pousa a mão so

olhos cintilam em

ar o toque. - Alt

ento in

quando passa por e

ômodo, procurando um

stresse. Estou com as

escritório de pont

jo a cabeça de Liam

tudo bem? - per

um lado para o out

re

tudo que há para s

e. - O que ele come,

pergunta, entrand

s de

ica coisa que tenho

nfio nele. N

pítulo

da mesa do escritór

s os lados. Folhas e

elevantes e que

rros. Quando Stephe

os escondidos, falhei

sposa não prestam. F

namoradas. Tratei co

que meu irmão protag

ria os mesmos erros

e Richard se casar

zer agora. Sei o qu

ue não estou

nver foi revirada do

armos alianças com e

istros, soldados; tenh

esposa há uma década

. São três no total. D

o anos

has, a que carrega a

esse. O cabelo está c

emoldurando o rosto

em outro momento. Os

vi em pessoa. Aqui, n

is. Não. Aquela mul

ico como cada maldita

o

pelas páginas, rele

rmaç

r. Vinte e oito anos

aculdade e especializ

políticas, administr

nacio

tentando coloca

foirenunciar ao t

arando tanto

em aviso. Por cima

rd co

? - meu irmão perg

lular com ligações

ocê foi embora

o cabelo, nervoso. D

ha até mim, os olhos

palhada pela sua mesa

instantes para que

os ol

en? - pergunto. Ri

ir, concentrado em

, tocando piano -

das folhas. Quando nã

o Stephen aqui? - o

lular do bolso do

r em silêncio até qu

irmão

concedendo a honra

o sorriso

ecostando na mesa.

a, mas ela não vem.

d sobre mim, posso

e voz deixam clar

? - Richard pergun

sentar ao lado de on

respirando fundo.

um governante assertiv

cia para politicagem,

irmão mais velho se

é necessário para no

vezes as coisas são

isso, preciso

começo a contar o q

elaine no hotel quan

e farpas no escritório

ra, entregando a ele

ser

ela sabia. - Rich

e você era você, que

se comportou daquele je

agr

enor chance de te

pon

mão, pedindo a pala

com a cabeça

se eu tivesse cinco

o escuro do hotel

e jogo os ol

- Respiro fundo,

. - Você lembra como

ra vez, ou quando vo

igo, apontando d

dar náuseas, os olh

perfeita - Richard

ra carregando o mu

pensar em como eu

nto por conveniência

podia sonhar - Steph

, e eu assinto, sem pr

l

untos, mas de formas

a em cima de um tatam

dar um exército, por

eja para mim. Eu preci

angue, suor e pólvora

ailes se to

ue precisaria me c

assim, me permiti so

que se encaixasse a

de que não teria a me

e, tímida, criada pa

oria das fa

um segundo, um mí

rada ali na minha fren

orrir. Se preciso me

deixou de bolas roxas

ais divertid

em com isso? - Ric

sm

gue a mão m

O q

que estou fazendo

hard p

tando o oss

ferido é dizer que

é agora. - Vejo o mo

e para ele. - Se você

ve

costas na cadeira, e

ção enquanto faz u

l amassado nele e

ichard repreende.

para saborear o mo

roblema político de v

endo um sorriso pela p

pósito e alivia um po

rreia. - A idei

continue, ma

scoberta do século,

a um olhar chei

ês me maltratam?

a risada, levantando-

anoico dessa vez, Theo

tiver apaixonado por

niência. Ninguém de

m

verência zombeteira

eção à

a ao sair, deixand

res cheios de

sse dia chegaria,

ard

o, prensando os lábi

que só queria um

é realmente te fazer s

significa que ele te

tr

Eu não sou o rei,

se fos

exército - ele r

s, mas você é o

sem querer acredit

os enf

ir o que eles quer

so descobrir quem qu

esse casamento e já

ão vou permitir que

que está usando a fil

delaine que tem seus

q

- Richard

ngua, abrind

um príncipe apai

pe apa

pítulo

omo

de Liam tem uma not

oferecer a mão para

o sempre, Alteza

timento de desespe

e. - V

oferece o braço e

a sua consternação. C

a primeira página de

discreto, saia esvoaç

ulo 18. E vermelho

enas tentando comb

o - respondo, piscan

chamar de sonsa em

atamente o que

na internet foi o suf

l do general mais ador

ajes de

fotos dele, vestido a

ão de Richard Thompso

ro que seus irmãos

de príncipes perfeito

riso fácil, as fãs da

blante sério de hom

ser ilegal alguém te

Uma cicatriz cortando

os lados

ira saber o quanto

el

pergunto, movendo

s grampos do pentead

do h

m, Madelaine. - S

asa

porque sei que ele

sada, Liam tem razão.

o certo. É proposital

perto como papai lid

atrasar para uma reuni

ssar sentado à mesa

stou, o que estou faze

rasasse, mais cenári

er a esses questioname

é exatamente assim que precis

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O príncipe da honra e a virgem
O príncipe da honra e a virgem
“É cansativo não poder confiar em ninguém. É cansativo tratar cada aliado político como um inimigo em potencial, porque lealdade é um conceito há muito esquecido e a palavra de alguém não vale mais nada. Acordos assinados não valem mais nada, muito menos a suposta honra de um governante. Meus irmãos sempre me chamaram de paranoico quanto a isso. A atividade preferida de Stephen é pegar no meu pé com meu excesso de zelo e desconfiança constantes. Richard, o mais velho e rei de Delway, entende minha preocupação, já que, de nós três, é o que mais lida com politicagem, mas até mesmo ele teve certeza de que eu estava exagerando algumas vezes. Adivinha só? Eu não estava. Os filhos da puta que apareceram quando estávamos mais vulneráveis, jurando aliança e apoio, agora estão prontos para fazer demandas. É claro que estão. Nada vem de graça quando o assunto é poder. - De novo! - grito, mãos atrás das costas, olhos ferozes e atentos sobre os soldados que repetem a sequência de golpes na aula de artes marciais. Ninguém se atreve a reclamar de cansaço, mesmo que eu saiba que estou exigindo muito mais deles hoje do que o normal. É o que acontece quando estou puto. Não demoro a perceber que apenas assistir ao treinamento não vai ajudar a acalmar minha agitação. Mantenho os olhos atentos sobre eles enquanto enrosco ataduras nos nós dos dedos, sabendo que estão nervosos com a minha presença nem tão rotineira assim. Nervosismo esse que aumenta quando percebem que estou entrando no tatame também. - Não precisam parar - aviso, transitando entre as pessoas que depositam aqui cada gota de energia que têm para oferecer. Conserto algumas posturas, corrijo golpes feitos errados, dou mais meia dúzia de instruções. Quando a minha proximidade deixa de ser um problema e todo mundo está concentrado de novo no que deve fazer, começo a treinar também. Não demora para alguns soldados se animarem com a perspectiva rara de treinar comigo, e é um ótimo lembrete de que é aqui que me sinto em casa.”
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