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Toda sua

Capítulo 4 Toda sua

Palavras: 1471    |    Lançado em: 23/03/2022

o ombro e depois nas pernas, eu não

e olhou para trás

Vo

e Otávio saiu do seu esconderijo. Ele estava com

movimentação estranha me avise, eu

m, s

ntou se levantar e pegar a pistola, mas

s ter uma úl

Cazzo[1] Frederic

e quero que saiba que hoje mesmo vou convencer o Conselho a me fazer Don ao contar uma

vai co

incipal alvo não era você, você é apenas um meio para um fim. Eu já tinha vi

é apenas uma criança e ela está p

não houve a formali

rar, sabendo que havia cometido um

muito poder. Posso enviá-lo para longe, com tantos

sua filha, saiba que me tornarei seu padrasto até amanhã à

à Máfia Foggiana e Do

e só está interessado em sua cadeira como você mesmo me relatou antes de morrer. Quando ela tiver i

rdens, será executado e vou pegar cada menina da Black Mind com idade para se casar e sair

ca, s

ei suas costelas e enfiei os dedos nas feridas das pernas. Ele urrou de dor e mesmo assim tentou revidar e

e terei uma conversa com Aurora, farei ela começar a entende

ores na máfia não têm perdão

mim. Agora chega de conversa, eu já falei o que queria, diga adeus à e

em seu peito e Morel

es com minha arma e com a arma de Morello e atire em direçã

ificar o tiro nas pernas e

Isso vai confirmar que fui alvejado com a mesma arma que matou o Don, reforçando que eu o estava protegendo com meu corpo. Depois faça o que falei, dê alguns tiros por aí e quando terminar vá embora, descarte o carro, as a

ilo doía, mas para ter aquela menina em minha cama mesmo q

ia ido ao encontro marcado para às 9h e que todos já estavam nas ruas à nossa procura. Dei a localização para ser bem convincente e Otávio me disse que os soldad

igo íntimo de Morello, Antônio Caputti, que foi direto para

tontura. Antônio estava acompanhado do médico da Famíli

co, o que

na frente das balas para salvar meu Don, mas que tinha falhado e que meu destino e

a de Otávio e Antônio, fui levado de volta para man

dados estariam ali. O local era enorme, além da residência do Don, tínhamos um prédio mais afastado, onde todos os assuntos da Black Mind eram tratados. A construção abrigava d

llo. Além de o imóvel ser afastado da cidade e ser pouco conhecido, visto que o acesso à mata que a abrigava era muito b

licópteros. Vários pontos na propriedade tinham armas potentes em compartimentos no subsolo. A qualquer si

s. Já os conselheiros moravam em propriedades espalhadas pela região. Don Morello

s foram feitos. Tomei uma injeção de morfina e depois me deixaram de repouso por algumas horas com uma bolsa de sangue e soro para repor o

as limpas e avisar que todos os integrantes do Conselho estavam reu

de Don Morello, pois o assunto era mais delicado e eles queriam demonstrar estarem afetados com a morte do seu Don, o que não seri

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Toda sua
“Eu sabia que um dia te encontraria vadia..., vagabunda! - Ahhh!!! - gritei alto quando ele agarrou meus cabelos, meu único pensamento era proteger minha barriga. - Então era aqui que estava esse tempo todo, maldita? - Me... solte... - Você está grávida, sua puta? - Pelo amor de Deus, me solte... Naquele momento algo escorreu pelas minhas pernas, meu marido veio correndo ao ouvir meu grito, ele se assustou ao me olhar e ver a arma apontada para meu ventre. Meu algoz o observou de uma maneira tão fria e cruel que se seu olhar pudesse matar alguém, meu marido já teria caído duro no chão. Os dois homens começaram a discutir e o pavor de que algo ruim acontecesse ao meu bebê me deixou paralisada. Eu mal conseguia respirar com medo de que minha barriga encostasse mais no cano da arma. O velho que estava me segurando olhava para meu marido com ódio e aos berros o acusou de traição. Meu marido tentava, através do olhar, me dizer que tudo iria dar certo, mas eu duvidava que aquilo fosse acontecer. O velho gritava tanto que eu não conseguia entender quase nada. - Você estava com ela esse tempo todo, garoto? Você mentiu para mim, caralho?! Onde a encontrou? Quando? De quem é esse bastardo? Meu marido deu um passo para mais perto e aquilo foi suficiente para meu algoz passar seu braço pelo meu pescoço e me empurrar mais para trás. Por azar, agarrei seu braço para o impedir de me sufocar, mas o aperto ficou pior quando ele viu minha aliança de casamento. - Que porra é essa, vadia? Você se casou?! - Solte minha esposa! - meu marido exigiu numa vã tentativa de me salvar. As contrações estavam começando a aparecer e temi que meu filho nascesse ali, no meio daquela disputa. - Sua esposa? Então é isso que você fez, seu maldito? Se casou com ela para tirar minha cadeira? Que traição mais vil! - Solte-a e poderemos conversar. - Dê mais um passo e acabo com a raça desse bastardo que ela carrega. Ou farei melhor, vou levá-la embora e o arrancarei com minhas próprias mãos, o que acha? Vejo meu marido tentar dar mais um passo. Eu conseguia sentir seu desespero, porquê era o que eu sentia também. - Nem mais um passo ou eu atiro! Uma dor atravessou minha barriga me fazendo uivar e mais líquido desceu por minhas coxas fazendo-me perder o foco da discussão. Os fatos se desenrolaram à minha frente em câmera lenta. Eu iria morrer e levar meu filho comigo, deixando o único homem que amei na vida sozinho. A dor daquela revelação foi tão forte quanto as contrações. Mesmo com dores horríveis consegui perceber que a pistola antes apontada para mim, naquele instante estava sendo apontada para meu marido e num último ato de coragem, empurrei meu algoz, que se desequilibrou e apertou o gatilho.”