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Toda sua

Capítulo 3 Toda sua

Palavras: 1501    |    Lançado em: 23/03/2022

não foi prome

seu filho com nossos princípios. Eu não poderia entregar minha menina para qualquer um. Sei que s

sa aliança. Quando quer

urora se casará com seu filho quando ela completar 18 anos. Eles serão apresentados

breve nossas máfias serão fortes o b

as de Morello e comandava sua organ

lheres, ele ta

tipo de conversa, já que as meninas na Black Mind eram prom

não importava em nosso mundo, o que ditava era se o acordo seria vantajoso ou não, todavia,

penas os dois na sala. Não havia testemunha do acordo feito

ngue, no qual eles selariam o acordo num documento assinado com o sangue dos dois Dons, mas aquilo não aconteceu. Acreditava que como el

e ano, Aurora completaria 8 anos e com certeza o acordo firmado entre Don Morell

mo eu sendo seu Consigliere tinha visto

uando meu fiel soldado, Otávio,

ar, um soldado de Don Mo

o Otávio,

o ao envelope dizendo que eu deveria ir 10 dias antes para ajudar nos preparativos e fazer a

ordens aos meus soldados para que fizessem a segurança ao redor da mansão e que Otávio

s como carvão e olhos verdes quase transparentes. Tudo em mim mudou, a cadeira de Don deixou de ser o alvo. Olhando para ela que brincava com ou

em Otávio e logo uma ideia surgiu. Eu o enviaria para trabalhar na casa de Don Morello com

mais fácil seguir os passos do Don e po

e quando ela completasse 18 anos, daria um jeito d

as e se eu não conseguisse, Aurora seria dada em casamento

e era apegado demais à Aurora, sua única herdeira, concordou no me

ntes foram convidadas. Argumentei que como Aurora já tinha festejado com as crianças, não seria necessário mais um evento só para os adultos e por

me enviava relatórios diários com tudo que acontecia na mansão e fotos da menina. Perdi as contas

lpa em outra máfia. Montei todo um esquema para uma emboscada e a oportunidade ideal surgiu quando

a num restaurante neutro que não tinha relação com

lo com o pretexto de falar sobre uma possível aliança com a Máfia Cala

o os soldados. Depois de muita insistência, o próprio aceitou que eu fosse junto e me convidou para p

a cozinha, quando meu real objetivo era o quarto de Aurora. Não foi preciso andar demais, pois seu aposento era ao

alei seu perfume único e infantil, tirei uma foto com meu celular e voltei para meu quarto. Ahhh Aurora, mais alguns anos e você será minha, seu co

ítu

os blindados e Don Morello dispenso

o estava nos esperando na saída

imando da saída E90, me preparei para o que estava por vir. Logo na saída da pista, nosso carro

tando de dor. Aparentemente eu não tinha nada quebrado, mas havia cortes pelo corpo e minha cabeça doía muito devido ao impacto no vidro e só não foi pior, porquê o airbag abriu. Me arrastei um pouco para o lado do motori

cados, temos que sair daqui e procura

us ferimentos, ficou em pé com muito esfor

amos fazer essa rota? Agora não importa, vamos

m, s

ê est

e os cortes nã

tão

do na frente, deixando me

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Toda sua
“Eu sabia que um dia te encontraria vadia..., vagabunda! - Ahhh!!! - gritei alto quando ele agarrou meus cabelos, meu único pensamento era proteger minha barriga. - Então era aqui que estava esse tempo todo, maldita? - Me... solte... - Você está grávida, sua puta? - Pelo amor de Deus, me solte... Naquele momento algo escorreu pelas minhas pernas, meu marido veio correndo ao ouvir meu grito, ele se assustou ao me olhar e ver a arma apontada para meu ventre. Meu algoz o observou de uma maneira tão fria e cruel que se seu olhar pudesse matar alguém, meu marido já teria caído duro no chão. Os dois homens começaram a discutir e o pavor de que algo ruim acontecesse ao meu bebê me deixou paralisada. Eu mal conseguia respirar com medo de que minha barriga encostasse mais no cano da arma. O velho que estava me segurando olhava para meu marido com ódio e aos berros o acusou de traição. Meu marido tentava, através do olhar, me dizer que tudo iria dar certo, mas eu duvidava que aquilo fosse acontecer. O velho gritava tanto que eu não conseguia entender quase nada. - Você estava com ela esse tempo todo, garoto? Você mentiu para mim, caralho?! Onde a encontrou? Quando? De quem é esse bastardo? Meu marido deu um passo para mais perto e aquilo foi suficiente para meu algoz passar seu braço pelo meu pescoço e me empurrar mais para trás. Por azar, agarrei seu braço para o impedir de me sufocar, mas o aperto ficou pior quando ele viu minha aliança de casamento. - Que porra é essa, vadia? Você se casou?! - Solte minha esposa! - meu marido exigiu numa vã tentativa de me salvar. As contrações estavam começando a aparecer e temi que meu filho nascesse ali, no meio daquela disputa. - Sua esposa? Então é isso que você fez, seu maldito? Se casou com ela para tirar minha cadeira? Que traição mais vil! - Solte-a e poderemos conversar. - Dê mais um passo e acabo com a raça desse bastardo que ela carrega. Ou farei melhor, vou levá-la embora e o arrancarei com minhas próprias mãos, o que acha? Vejo meu marido tentar dar mais um passo. Eu conseguia sentir seu desespero, porquê era o que eu sentia também. - Nem mais um passo ou eu atiro! Uma dor atravessou minha barriga me fazendo uivar e mais líquido desceu por minhas coxas fazendo-me perder o foco da discussão. Os fatos se desenrolaram à minha frente em câmera lenta. Eu iria morrer e levar meu filho comigo, deixando o único homem que amei na vida sozinho. A dor daquela revelação foi tão forte quanto as contrações. Mesmo com dores horríveis consegui perceber que a pistola antes apontada para mim, naquele instante estava sendo apontada para meu marido e num último ato de coragem, empurrei meu algoz, que se desequilibrou e apertou o gatilho.”