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Toda sua

Capítulo 2 Toda sua

Palavras: 1478    |    Lançado em: 23/03/2022

ilme para você e qu

vendo que a mulher

? Isso se chama sexo oral e é o que vou

fazer is

isa me obedecer para ag

quê temos qu

uros... vou enfiar meu

a como, mas me lembrava de

havia me encontrado? Após alguns minutos apavorada, os ruídos ficaram mais

a há quanto tempo estava naquele lugar h

adiantou, meu corpo não parava de tremer. Tateei o chão e achei um pouco de papel. Peguei as folhas

vai enfiar

vou fuder você...,

or quê f

e olhe com atenção, vo

é ela,

onstrar comigo o que irei

não quero

antado e a dor daquele

umm

dos firmes, mas leves, passaram pela minh

, pode m

rachados e minha boca seca. Meu corpo tremia e queimava, eu só

uro

havia um homem lindo em cima de mim. Tentei erguer meu braço e não consegui sustenta

me mac

a medo, co

algo sobre confiança e então apenas senti meu corpo sendo e

ítu

ar ali e levar minha princesa, minha obsessão? Fiquei anos es

u corpo, enf

tou me impedir, mas eu o ameacei. Peguei um dos conselheiros que estava escondido atrás de uma ca

au bem na entrada da sua boceta lisa e intocada, mais 10 segundos e eu teria sentido seu calo

mexeu quando eu dei a ordem, então, apontando a pistola para todos, atirei em m

mes, mas antes ordenei que

ocê é louco, o q

minha protegida fosse pega. Vocês deveriam ter ajudado a protegê-la seus merdas, bando de cagões. Vocês não honram as bolas

u pau e me enterrei no cu do conselheiro que estava amarrado. Martino gritou por

r o cu fodido igual a Martino - olhei para todos meus

e não sair do jeito que eu quero, um de vocês terá o cu fod

O do meu corpo batendo contra o corpo de Martino que já nem gritava mais, ele preferiu ter o cu fodido do que a vida ceifad

e lembrei de cada detalhe que tinha v

tencia à Black Mind, uma máfia pouco c

era o de Consigliere de Don Morello, mas por po

delidade após o casamento e maltratar ou estuprar qualquer mulher de dentro ou de fora,

s vantajosas eram feitas, mas apenas depois de uma investigação minuciosa feita por Don Morello. Ele fazia questão de escolh

e ele e era por isso que o próprio tratava as mulheres como os bens mais preciosos da

para gerar herdeiros e esquentar nossa cama. Pelas minhas investigações, a maior p

inha pretensão de ser Don. Meu cargo como Consigliere estava ótimo, eu tinha poder e

eu, provavelmente, seria destituído do posto, já que o marido dela comandaria as duas organizações e com certeza colocaria alguém

ria através do casamento. Se o casamento fosse demorar a acontecer, o Conselho poderia indicar um sucessor até que a herdeira se cas

proveitei aquele tempo para estudar cada membro do Conselho e procurar por

rello conversando com o Don da Máfia Foggiana, G

q

ggia, quanto te

rello. Mas me diga

enino completou 15

e ele será in

e fazermos uma a

nossos filhos

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Toda sua
Toda sua
“Eu sabia que um dia te encontraria vadia..., vagabunda! - Ahhh!!! - gritei alto quando ele agarrou meus cabelos, meu único pensamento era proteger minha barriga. - Então era aqui que estava esse tempo todo, maldita? - Me... solte... - Você está grávida, sua puta? - Pelo amor de Deus, me solte... Naquele momento algo escorreu pelas minhas pernas, meu marido veio correndo ao ouvir meu grito, ele se assustou ao me olhar e ver a arma apontada para meu ventre. Meu algoz o observou de uma maneira tão fria e cruel que se seu olhar pudesse matar alguém, meu marido já teria caído duro no chão. Os dois homens começaram a discutir e o pavor de que algo ruim acontecesse ao meu bebê me deixou paralisada. Eu mal conseguia respirar com medo de que minha barriga encostasse mais no cano da arma. O velho que estava me segurando olhava para meu marido com ódio e aos berros o acusou de traição. Meu marido tentava, através do olhar, me dizer que tudo iria dar certo, mas eu duvidava que aquilo fosse acontecer. O velho gritava tanto que eu não conseguia entender quase nada. - Você estava com ela esse tempo todo, garoto? Você mentiu para mim, caralho?! Onde a encontrou? Quando? De quem é esse bastardo? Meu marido deu um passo para mais perto e aquilo foi suficiente para meu algoz passar seu braço pelo meu pescoço e me empurrar mais para trás. Por azar, agarrei seu braço para o impedir de me sufocar, mas o aperto ficou pior quando ele viu minha aliança de casamento. - Que porra é essa, vadia? Você se casou?! - Solte minha esposa! - meu marido exigiu numa vã tentativa de me salvar. As contrações estavam começando a aparecer e temi que meu filho nascesse ali, no meio daquela disputa. - Sua esposa? Então é isso que você fez, seu maldito? Se casou com ela para tirar minha cadeira? Que traição mais vil! - Solte-a e poderemos conversar. - Dê mais um passo e acabo com a raça desse bastardo que ela carrega. Ou farei melhor, vou levá-la embora e o arrancarei com minhas próprias mãos, o que acha? Vejo meu marido tentar dar mais um passo. Eu conseguia sentir seu desespero, porquê era o que eu sentia também. - Nem mais um passo ou eu atiro! Uma dor atravessou minha barriga me fazendo uivar e mais líquido desceu por minhas coxas fazendo-me perder o foco da discussão. Os fatos se desenrolaram à minha frente em câmera lenta. Eu iria morrer e levar meu filho comigo, deixando o único homem que amei na vida sozinho. A dor daquela revelação foi tão forte quanto as contrações. Mesmo com dores horríveis consegui perceber que a pistola antes apontada para mim, naquele instante estava sendo apontada para meu marido e num último ato de coragem, empurrei meu algoz, que se desequilibrou e apertou o gatilho.”