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Como odiar um CEO em 48 horas

Capítulo 5 Babilônia

Palavras: 1352    |    Lançado em: 04/07/2022

ssar pela fila, apresentando um cartão VIP. Isso era quase como ter um passe de ce

quadra. O estacionamento era no andar inferior, subsolo. Mas só

, o local contava com mulheres de todos os tipos "à caça" de conforto com a conta bancária de

amiga trabalhava naquele lugar e nun

eta e jamais cogitou nos dar passes gratuitos, sequer pela entrada

os na mídia, eu imaginava mais ou menos como funcionava as coisas ali. Mas sempre sonhei ver tudo ao vivo e ter

eu creio que se ela saísse com algué

i: chegada de mercadorias, especialmente bebidas, além de entrada e saída de pessoas, cre

streito e bem iluminado, com paredes escuras e Salma passou se

e para todos os lados, gritos estri

corredor. – apontou. - Desçam as escadas e ao final tem uma porta. – el

nte o cartão das m

ou os olhos. – Sua vida vai virar um inferno depois

á por aqui. Por isso toda esta loucura. Caso contrário, é segurança em toda parte. Agora eles es

l caminho. – Ben sorr

de carne... Quando eu olho para e

hos dos seus olhos. Ele

a... Aliás,

– falei si

começara

? – Ben riu divertidamente.

de dizer – dei de ombros. – Bigamia é crime. E t

assim Heitor Casanova

a conhece Bon Jovi. – Salma acab

ava o cartão das mãos de Ben, que o exibia sem lembrar

ue vinham ao contrário, sendo seguida por Benício, quer

esteve aqui, não é me

o que Heitor Casanova nem era nascido aind

olhei antes de pass

os, Ben. Ele nã

ah Norte. – ele revirou os olhos. – Você já falou isso mil vezes. Abre logo a porra

na cabeça dele, que e

a meu ídolo botou os p

a. O resto é resto. Poder dizer que um di

abriu, nos deixando diretam

o, pelo lado de den

ida, querida. – ele

que Deu

z ele vai qu

m vários pontos do local, no alto. Um dos bares era quase do tamanho do Hazard inteiro, nosso barzinho preferido, que f

p artesanal de diferentes sabores, f

das extremidades. O DJ ficava no alto, numa espécie de palco suspen

luminosidade colorida. O ritm

de dez seguranças ao longo das escadas de acesso. De lá, se veriam os dançarinos de frente, sem te

. – Ben me puxo

ber. – gritei p

Espero voc

dez minutos pensando em qual chopp iria provar. Acabei pega

ria tomar mais dez daqueles. Suave, mas dava para sentir o álcool. Certamente para pa

ava pegando outro. A escolha desta vez foi cereja. Caralho

a. Certamente seria descontado do salário dela depois. Se bem que

eito. – o barman me entreg

co. – gritei para ser ouvida, não perceben

, com colete da mesma cor, social e camisas brancas

ará dançando sem roupa n

cei

a dica. Vou le

iver nua na

rando o último copo, que

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Como odiar um CEO em 48 horas
Como odiar um CEO em 48 horas
“Ela era dona de si e sabia exatamente o que queria. Ele era dono da porra toda e achava que podia qualquer coisa. Ela tinha algo que ele queria, mas não sabia. Ele tinha o que ela sempre sonhou, mas não fazia ideia de como conseguir. Ela mentiu por amor. Ele não perdoava ninguém. Ela o odiou desde a primeira vez que o viu. Ele tentou destruí-la de todas as formas possíveis. Bárbara Novaes jamais imaginou que sua pacata vida virasse de cabeça para baixo de uma hora para outra, quando um pedido em leito de morte faria com que seu principal objetivo fosse entrar na vida do CEO mais conhecido do país. Heitor Casanova nunca viu uma mulher tão perseguidora e insistente quanto Bárbara. Mas não passou pela sua cabeça que ela não queria o mesmo que todas: "ele". O laço que os unia, obrigaria os dois a conviver sob o mesmo teto, com um único objetivo em comum: proteger o que mais amavam. Seria possível a raiva mútua se transformar em amor? Eles admitiriam os sentimentos novos que surgiam, os quais não eram capazes de aceitar? E venceriam juntos todos os obstáculos que seriam criados para impedir este relacionamento de acontecer???”