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A Esposa Substituta do Traficante - Livro Ùnico

Capítulo 2 Quem é Malu

Palavras: 2481    |    Lançado em: 24/12/2022

um lado para o outro, term

sair da cadeia - murmura, lavando

motivos o suficiente par

, você po

- Ela se vi

tempo em casa. Além do

ue não tínhamos uma certa aproxim

roupa. Mas para uma pessoa que só precisava de um lugar para dormir, o colchão de

reção ao ponto de ônibus, recalculando mentalm

azar, chega

o, quando entrei rapidamente na boate pela pa

ente pelo uniforme preto, prendendo o cabelo num

e ver se aprox

onteceu? -

um impr

á tud

ombros - Só fo

ecifrar, antes de voltar para o que estava fazendo

ra para encher. Pessoas transitam de um lado para o

eres, já que faziam questão de ser atendidas por ele e ele como um b

adas as vezes, recebia. Tanto de homens, quant

avam um pouco alcoolizadas e o máximo que eu podia

erava do lado de fora da boate, para tentar realmente alguma coisa e era estes casos que me assus

o caso para a polícia. A principio a garçonete se negou, já que não queria por seu emprego em risco, por ter uma filha pequena e a mãe doent

o ouvido de Rodrigo, quando já não

nti, voltando a atender

pessoas no caminho. Levo alguns esbarrões no caminho e longos olhares

iro automáticamente para o homem que se

rosto, balançando a cabeça, antes de pux

meu braço, dessa vez

uave em meio a música alta, entretanto,

mente, o olhan

os mais alto que Rodrigo. Pele negra,

rcícios, entretanto dava para perceber seus bíce

brilhava na mão direita

us olhos verdes, mexend

ito por cima da música. Ele estreita os olhos, ai

olha com atenção, que a

nha direção, aproxima

- diz controlando o tom de voz - Poderiam até se

tender exatamente o rumo que a

e sorriso no rosto, antes de girar o

pessoas que estavam ali, meu olhar se cruz

alho. Até que ao terminar de fazer um drink e me virar, me

a? - pergunto me ap

o copo ainda

o minha atenção pa

tempo aqui? - Ele

go sem parar o q

o nunca

de o

faço

olha a

empre

ar a boate, com certeza já sabia disso, mas prefer

s cantos da boca, já tendo uma noção do

, os movendo de um

baixando a cabeça para

xima, com um meio

bem p

ua atenção por míseros segundos com Ro

eparar alg

ndo - diz apontando o q

enti, antes d

- Ele continua, os olhos

nem me

o as pessoas. Minha intuiçã

uma sob

do tipo que julg

soa que conheço - Ele me analisa - Ela ficaria chocada

e bem pouca, já que não conhecia muitos casos como aquele

em é

ma

Pr

ilh

poderia enxergar aquela simples pergunta, como um

o mentalmente por encerrar aquela conversa e quando perc

o turno acabar, já estava completamente bêbada de

ora da boate, depois do fim do tur

ando dos primeiros raios de s

dando o celular - Provavelmente não tem nin

as vezes, era

assar o dia trancado em seu quarto, até chegar a hora de eu ir p

o dia na cama dele, me soou bas

u pai contador. Não eram ricos e nem pobres, estavam no meio, já qu

ente de Paraisópolis era bem vista por todos os mo

construída; além de ser decorada do

lgo do tipo. Isto fazia eu acreditar que talvez, ela sou

meus sapatos do lado de fora da casa, t

rumada, não havia um prato se quer na cozi

ntar isso para Rodrigo, temendo ouvir que uma Jussara ou Cleide, limpava a casa três vezes na semana e que tinha que se locomover de

sci, vendo de perto em como as pessoas lutavam para sobrev

dor, já conhecendo o caminho, entro no cômo

o com os olhos fechados, sentindo em seguida o colch

rocurando pela minha, enquanto suas mãos, automati

nte ele encontra meu clitór

o que eu precisava, então estava mais do que convidativa, já que n

dias namorando Rodrigo, fui bastante direta e clara, ao dizer que sem prelim

inado ponto, começava a emanar de meus poros, fazendo assim com que me desconectasse do mundo ao

o, que nunca fui de fazer sexo com qualquer pessoa, pois acredita

dedos colocam um certo ritmo, me fazendo

dos, algo que compensava muit

to higiênico e se podia pe

não gostava e t

pando completamente. Sugando minha lumbrificação a ponto de me deixar

era com a limitação de posições. Rodrigo gos

me frustrava. Incontáveis vezes, tentei desbloquear isso nele, mas a re

zar apenas com os dedos, só que só se limitava a isso.

ha calça jeans o mais rápido que podia e indo até o

do e o veste no pênis mediano, se adiantando em se colocar em mei

impaciente, começo a me mover contra a pélvis dele, desejando que me fizesse gozar logo. Um pouco se

o inferior, tentando ver no rosto dele, um

que

ão que isso fosse um problema, só que as veze

dele, tão envolvida com o que estava acontecendo

drigo, que ao olhar para a porta aberta do quarto, se dep

como se meu corpo assumisse o controle e simplesmente um g

no canto do quarto, só então após fazer contato visual pela segunda

z o pai dele, sério, me olh

ado, não se dando o trabalho em

tes de sair em passos la

ava com uma das pernas grudadas em meu pé. Não sabendo se me odi

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