icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
Uma Submissa para o CEO

Uma Submissa para o CEO

Autor: LuadMel
icon

Capítulo 1 Meu Pequeno Garotinho

Palavras: 2293    |    Lançado em: 02/01/2023

anchonete e qual vinha trabalhando durante algumas semanas, mas dif

depois, combinava com a calça escura que usava, junto à sapatilha que não tirav

o olhar confiante, uma combinação perfeita com uma educação e paciência de dar inveja, e mesmo com todos es

perdido o emprego, não se daria ao luxo de desistir depois de ouvir um não. Ergueu a cabeça e saiu do banheiro seguindo para o salão

amarelo que não combinava com as roupas debaixo, mas combinavam com sua sapat

olhos verdes, que sorria para o vento, era educada mesmo com todas as dificuldades a cerc

senso de humor e a energia animada que Mel possuía. As fofocas vinham e iam rapidamente, passando pela mente da g

u o pequeno deixar sua TV de lado para lhe sor

a desta forma que ele queria mostrar a Mel, sua animação, sua saudade. - V

conteceram al

igo hoje? Diz qu

menino e sentou na cama alisando o ralo cabelo ruivo do meno

s dias - impossível não perguntar. - A Dra. Disse que daqui

r bem, então não prec

rta e a dita Dra. apareceu

teceu alguma coisa? - Atravessou o quarto trazendo todos os medicamentos para dar ao pequeno. Maurício parecia não dormir mes

rmecer tranquilamente para não passar mais uma noite em claro com dor. A médica voltou para a irmã mais velha

er operado. - Mel assentiu gostando da notícia, deu uma breve olhada no menino antes de escutar novamente a voz da Dra. - E deixa eu adivinhar uma coisa; você ainda não conseguiu o dinheiro da cirurgia, nem das seções, nem dos remédios ou do quarto do hospital. - Mel não r

pero e pedido de socorro, mas infelizmente, não podia mais fazer nada. - Eu só não quero que deixem o meu irmão

ualquer custo, mas deixou que algumas lágrimas rolassem por seus olhos.

o ajudar a todo custo. Não se preocupe. - Mel gostou de ouvir aquilo, fazia tudo valer a pena, porque o amava demais a ponto de fazer qualquer coisa. - Pela hora que chegou, posso adivinhar que não está mais trabalh

damente, contudo, diminuindo o tom de voz não quere

uarto, aquela mulher e todas do hospital já haviam se torna

iz e cheio de vida sorridente e divertido praticamente morto em cima de uma cama de hospital. Mas ele não iria ficar

iminuir um tumor, então era nesse exato momento em que Maurício precisava da cirurgia para retirar tudo. Só precisava

do pouco que tinha as médicas, enfermeiras, e todas as residentes daquele hospital ajudavam como podiam. Não sabia quantas vezes tinha entrado e saído da lan-house p

pensar, pensar muito no que fazer e num novo emprego que tinha que buscar. Fechou os olhos para

la do pequeno, quando ele saia, ela também terminava seu horário. Era o bastante para viver com ele, até o pequeno começar a demonstrar doenças exag

foi internado no hospital, ela se desesperou ao ponto de receber calmantes

e lugar que conhecia bem. Seus pais costumavam comer ali quando queriam p

eixaria suas tristezas impediram-na de sorrir para

ntivada a pedir ajuda. Ela necessitava de ajuda. - Com

os mais complicados. - Respondeu desviando o olhar. Sua madrinha a abraçou, m

o pequeno abraço - Está apertado um pou

a sua ajuda é sempre bem-vinda, inclusive tenho que dizer

u a mão no rosto da garota e deu um sorriso depois. - Meu a

maravilhosa que tem na face da terra. Enquanto saboreava seu delicioso café naquela manhã que tinha t

ra a mulher ao lado e depois lhe encarou. A aflição que vinha da mesma a deixo

e não se toca que também tenho uma vida e preciso me distrair. - Bradou à mulher, Larissa sorriu servindo outra xícara de café para a mulher que tentava se l

r assim de estresse. - Se encostou ali vendo a mulher tomar t

ha ouvido umas quinze vezes - E sabe a dificuldade de encontrar uma nova pessoa para que ele possa se distrair? Eu estava num encontro quando ele me ligou, e disse que preci

sorridente. - E você Mel, quando será a tal cirurgia? Ajudar

ais uma ou duas quimioterapia e o tumor será reduzido o máximo que conseguimos para fazer

ou a outra e recebeu um sorriso em troca - Você está a

Eu conheço o temperamento do seu patrão, ele é mandão e minha q

go. - Eu já passei por muitos empregos. Então tenho muita cois

arou sua amiga do outro lado, a expressão não era das melhores, mas se tivesse uma oportunidade, nem que fosse mínima

disso. Ao menos com a beleza D

o te levar agora até ele, então vocês co

u q

Reclame seu bônus no App

Abrir
Uma Submissa para o CEO
Uma Submissa para o CEO
“Depois da morte de seus pais, Mel tinha em suas mãos a vida de seu irmão mais novo, sendo sua tutora legal e completamente apaixonada pela única pessoa viva de sua família a qual o destino não havia levado... Ao menos não até descobrir uma doença terminal levando a vida do menino ao risco. Desesperada para manter o querido irmão vivo, Mel é capaz de fazer tudo, inclusive, aceitar um emprego estranho de um homem incomum. Levi Santiago era filho de um magnata poderoso e sócio da empresa da família. Um CEO conhecido pelo mundo tudo, mas que ninguém sabia nada a respeito. Trancado em sua mansão num condomínio de luxo, Levi buscava manter seus prazeres diferenciados longe de tudo e de todos. Sua fascinação por desejo e dominação poderia ser ruim aos negócios. Uma vez que poucas pessoas ficavam ao seu lado quando realmente o conheciam. Ele nunca foi obcecado por uma única mulher, sempre deixou claro que suas experiências eram na cama e nenhum sentimento era depositado, quando estavam ali apenas para lhe servir e dá prazer. Mas nenhum homem com autocontrole de tudo ao seu redor pode se contar ao encontrar uma mulher que não está disposta a se enquadrar nas suas regras, o deixando à beira da loucura... Não apenas em estresse, como uma perfeita não-submissa.”