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Bella Zafira – A Esposa do Mafioso

Bella Zafira – A Esposa do Mafioso

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Capítulo 1 Destino

Palavras: 1620    |    Lançado em: 01/02/2023

ól

olhos - como um animal faminto à es

a precisão de quem sabia

e eu, o homem tolo que nã

ambos - o venen

concentrada nas curva

que exercia. Sabia o quanto me torturava com aqu

tava à beir

do. Ela continuou a se mover, provoca

tato do seu corpo contra o

ão a

m tudo o que eu era e t

urrou entre o toque

a esc

a um pacto silencioso, arrancando del

tante, Zafi

se apenas por

llo Car

ítu

é a que vem antes do sol

ech –

ra Z

na dos cabelos no exato momento em que adentrei o pátio do Riad Hikaya. O tempo escorri

lores e a beleza das lanternas que se acendiam aos poucos. O bar e

edes, e Jamal não estava onde deveria. Cruzei pelas mesas vazias

ntrei era incomum. Um silêncio tenso se misturava ao som abafado d

o som grave do baixo que vinha do sistema de som. Chamei por Jamal

empurrei a porta entreaberta da canti

nhas veias par

e, o rosto irreconhecível de tão deformado. Em pé, de costas para mim, um homem al

de vermelho denunciavam que não era a p

cial

er era quase incontrolável, mas qualquer som, qualqu

ugar. Mas algo me manteve imóvel, presa àquele

s, encontraram os meus por uma fração de segun

recisão felina, o olhar atravess

maiores que ele - braços como troncos, ombros largos, expre

pude. Os olhos do homem sem camisa me mantinham hipnotizada. Nenh

re fin alla r

iminá-la a

que aprendi com meu pai. Mas fingi não entender. Precisava o

glio questo

ero isso.

de um predador. Os olhos cravados nos meus, os pas

- pergunto

é o se

ra! - respondi e

rgiu. Perigos

jo que é bem instruída... mas não muito

a. Eu tremia por dentro, embora tent

o pelo que está fazendo aq

to muito nis

co do sangue se misturava a uma fragrância masculina

ntímetro do meu corpo com pre

ava um soco inglê

que os punhos nus. E se ele decidisse us

ladrilhos, e tudo que eu ouvia era meu pró

sempre dizia. Fácil falar quando n

ressados. Uma figura entrou na

a não é ameaça. Eu garanto! Ela só

Final

manteve os olhos no

chegar até aqui. Caso contrário, eu

i em

ei os olhos. As lágrimas escorreram

. Quando abri os olhos, seu rosto estava próximo

so. Saia da minha frente. Mas se abrir a boca sobr

s lágrimas corressem silenciosas enquanto ele

**

até mim com os olho

spede causava confusão no an

arrafa de água e o pa

stá o valor. Espero seis caixas da próxim

eliminando da rota o último c

cisava do cheiro de casa, da voz fi

Logo, ouvi vozes alteradas v

ar em mim. Me entregue o que tem. É a única sa

veio como

u entreg

ena que não era para mim. E, como antes, os

Ele me lançou um olhar furioso e

Pa

ao redor do seu pescoço, os

Zafira... e

lgo nos olhos dele - uma inquietude que

ele se afastou, foi até a estante e

a em min

a cesta de vime e vá até o vinhedo como se f

e tem nela

Zafira. Para o

ir era insuportá

DIAS

, sentindo-me viva pela primeira vez desde o encontro com o

nsigo! Você nasceu

uir, Samir

você é

ianças. Dançar

ua idade, talvez cons

icou susp

Ambas gritamos de susto - até vermos p

ocê tem que

s o

s precisam ir para a Itália. Sicília. Hotel San Domenico. Lá, perguntem

eu não

o para o esconderijo. Não saiam

ompeu nossa conversa. Corr

pi

traficante

m direção à

implorava. E foi o i

o de Samira.

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Bella Zafira – A Esposa do Mafioso
Bella Zafira – A Esposa do Mafioso
“Ela não fugiu. Não implorou. Não esperou que alguém viesse salvá-la. Zafira foi atrás do homem mais perigoso da Sicília, e exigiu que ele se casasse com ela. Com um mapa antigo nas mãos, vingança correndo nas veias e coragem suficiente para encarar a própria morte, ela bateu à porta de Marcello Caravaggio, o mafioso mais temido da ilha, e apresentou seus termos: três anos de casamento. Proteção absoluta em troca do segredo enterrado capaz de mudar os rumos da máfia. Ela precisava de justiça. Ele enxergou uma oportunidade de poder. Marcello aceitou o acordo acreditando que poderia controlar a mulher que ousara invadir seu território e negociar com ele de igual para igual. Mas Zafira não era uma donzela indefesa, tampouco uma peça esperando ser movida. Ela conhecia os riscos, escolheu o próprio caminho e estava disposta a atravessar sangue, traições e inimigos para conquistar o que precisava. O que nenhum dos dois calculou foi a atração. Entre ameaças, segredos e uma guerra prestes a explodir, o casamento estratégico se transformou em uma disputa feroz por controle. Marcello estava acostumado a comandar homens, territórios e destinos. Zafira, porém, não havia atravessado o inferno para se tornar propriedade de ninguém. Ela escolheu o marido. Estabeleceu as condições. Colocou a própria vingança em movimento. Mas quanto mais Marcello descobria a mulher por trás do acordo, menos disposto ficava a respeitar a única cláusula que deveria mantê-los seguros: ao fim de três anos, Zafira seria livre. Ela nunca quis que Marcello Caravaggio a salvasse. Queria apenas que ele abrisse as portas do inferno, para que ela mesma pudesse entrar e cobrar cada dívida.”