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Saga Colegial

Capítulo 3 03

Palavras: 3001    |    Lançado em: 14/03/2023

IVRO 01 -

or ser a nerd abandonada por todos os outros que é tra

alguém se aproximasse eu apenas levantava e iria para o

çada pela tia Luci, que apensar de ser ex

sperando ela aparecer. Porém, eu sempre me distraía com os estudos e quando lembrava

em e olho celular. Uma

í, M

os fazer o

fico encarando a tela do celular por um temp

? - Me assusto com a voz de

to, procurando

ns. - Respondo a primeira coisa

o? - Questiona. - Você vai n

perceber que ele

spondo. - Na verdade, isso acabaria com o intuito do trabal

er juntos, mesmo assim. Eu sei que você gosta de faze

tá falando comigo desde ontem? Por quê pegou meu número de telefone e po

ndo que não fazia sentido, já que ele tinha voltado ao colégio desde o início do ano e começou a falar comigo apenas agora

o. Isso porque eu iria invalidar todo o discurso filosófico do senhor Marcelo sobre sermos oceanos que ainda não

Ele finge e

quis dizer que era o que iria parecer. E eu não quero invalidar a idei

me encarando e anali

sentir meu rosto

onder mensagens, eu vou continuar te mandando fotos e mensag

ara com as costas de Téo, que

anto. - Como que vai esperar uma

contato visual, mesmo percebendo

carei de volta, porém não consigo

o, pego minha bicicleta, co

ara o trabalho, esquento a comida e faço

m grito e a porta s

erminando de me arrumar. - Lhe dou um beijo e vou até o armá

prato e se serve. - Teve alg

enino que sofreu o acidente? - Ela balança a cabeça

e provocando, es

o os amigos. - Explico. -Disse que eu pareço legal

ca do mundo está

repreendo,

e criança e ele não ligava, agora você não liga e ele está tentando se

o os olhos e me divi

vou até o meu quarto correndo. Volto com as mãos p

a você. - Chamo sua atenção

sabe o que é pelo jei

e recebo um a

muita coisa, eu sei o q

o tempo sem poder comer. Quando melho

ometi que se visse esse doce em

- Fala,

senhora estiver falando com o

mim. - Ela lacrimeja e

pre cuido e sou atenciosa com ela, principalmente depois que meu pai a t

profunda e ter crises de ansiedade cada vez mais frequent

lágrima qu

a e limpa as lágrimas.

gora. - Vamos

a sair de casa, levando em consideração os qui

.

emos vários clientes, como sempre. O trabalho é repetitivo, tedioso e

a entrada e v

nto e lhe dou um ab

igas, porém temos um bom relacionamento e eu sempre achei ela super descolada. - Está vendo aquele

arecem muito. - Comento. - Aquel

- Já vi ela no colégio. O meu pai é que nu

Ele cumprimenta

colega do colégio, e a mais int

ida com

mão e eu aperto, educad

seu pai revira os olhos. - Está vendo aquela mulher? É a senhora Roberta Duarte, mãe da Melissa. Você poderia ir lá e conversar com ela para s

ntada e abaixo a ca

usada mocinha. - O p

do sério. - Ele vai até minha mãe e a cumprimenta. - Aproveita e compra umas calças

uinho e man

cem bem amig

le é o amigo ranzinza enquant

verdade ou apenas para zoar c

Realmente quero

esponde.

s para ela, que anal

be

alças novas. - Sammy grita

mo Ricardo. - Se apresenta. - Você é Roberta Duarte. -

- Questiono, mesmo

la está me tirando muito

erguntar

que ela fala. - Rio. - Por uma parte não está errada, porém ela est

deixar nossos filhotes voarem para se sentir uma mam

es comparações, mas eu

a preocupação enorme, porém todas as vezes que ele vem me visitar, parece mais bril

. - Dizem que con

o. - Ela vai ficar bem.

- Diz, porém não explica. - Então, a sua não está

em horário integral durante dois anos, economizar esse dinheiro para quando se mudar e ir para a faculda

. - Ele r

perar o período que falta para o irmão concluir a facul

marido? Descu

om de minha voz muda e

do lamenta. - Não quis

tranquilizo, mesmo senti

lhos perfeitos. - Te

quanto olho para Melissa, que está rindo

ns segundos

ia uma calça moletom cinza que c

alguns minutos, percebo que estava olhando para a

teza, na verdade. - Caminho at

li

o balcão, apenas esperando seu pai q

inha mãe, que carrega dois cab

as coisas. - Sammy

- Repreende. - Para de ser orgulhosa e me de

Vou te dá a nota e você faz

pi. - Ricardo revira os olhos

uela discussão e ela arr

ele paga com ca

rrar para ela, que riu. - É que ele é meio ranzinza as vezes,

ndo na zueira e fingindo sussurrar também. - E as calças ficaram

o a cabeça em sina

. - Deseja e olha para fora. - E uma bo

de. - E muito obrigada p

quando fala isso. E

umas coisas para sairmos e minha

m com a gente, já tinham limpado o chão

ndicando que a loja está fechada, porém não tranco já

do hoje. - Olho para o céu. -

- Pegamos as biciclet

dormir, que é uma camisa enorme que poderia ser usada

hila e me sento a mesa enqua

juda? -

a. Pode estu

mochila e abro o cadern

escrever depois de: "Meu nome é Teodoro Sall

e foi ficando cada ve

escrever e

nos assusta e me f

á esperando alg

esponde, p

o a voz e corro para abri

nessa chuva? - Minha mãe p

ideia de como Téo sabia meu endereço

cair um toró na minha cabeça. - Ex

ma roupa seca para você, pode ir até o banheiro para tirar

o? - Se vira para mim, que ainda e

e ele a segue. - Aqui. - Abro a

a, ainda com a porta abe

nto com uma camisa e um short de Klaus e corr

rás da porta, porém não a fecha totalmente.

a que ele pegue, porém sinto meu braç

os olhos verdes que estavam olhando os meus, enqu

mão até meu rosto de

tindo já tinha se transf

do e bato na po

? - Ele se

suas roupas molhadas. - Eu vou colocar isso aqui n

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“Essa obra conta a história de jovens que estão no início de sua vida adulta. Eles irão descobrir o amor e irão enfrentar vários problemas pessoais, como: Preconceito, abandono de pais, acidente e vários outros.”