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Entre Quatro Paredes Vol 1

Entre Quatro Paredes Vol 1

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Capítulo 1 PRÓLOGO

Palavras: 2401    |    Lançado em: 03/04/2023

rc

pequena plateia composta por mulheres fortes e que têm treino quando o nosso acabar. Concentro-me nos movimentos do Alexandre e não me surpreendo quando ele começa a avançar e tentar socos em variados

ta. – Xingo r

ma elástica. Achamos melhor para treinar os golpes com vontade e não nos quebrarmos

arcos. – Fala e me olha. – Irmão

nkey flipe e ele cai no chão. – Vamos Sr. 22 anos de pura experi

hão da cama e ele começa a

peguei voc

ação assim como a do Alexandre está muito acelerada. Meu irmão pula e deita na cama, logo, nossos cor

hoje? – Perg

ciso de um banho gelado. – O

hares vindo das mulheres nos seguem e eu pisco para elas. Adoro vê-las com sorrisinhos bobos, é sensac

acete, Marcos. – Olho pa

u sou cheiroso, másculo, sexy e a

deve estar se

nquanto abro meu armário e pe

causa da minha mãe. Que Deus os tenha. Eles se foram quando eu tinha apenas nove anos de idade, como a família era apenas nós quatro, e nenhum parente nosso foi encontrado, fomos para um orfanato. Mesmo se encontrassem seria estranho viver na casa de quem nunca t

izades e paqueras. Não gosto de esbanjar o dinheiro na cara dos outros e muito menos que me olhem como se e

empresário, e eu nunca fui interesseiro, por isso ele gostou de mim logo de cara. Reinaldo Barone Montanaro. Foi como um pai para mim, e quando faleceu me deixou seus negócio

seus restaurantes. Conversei com ele um pouquinho e pronto. Ele me amou. Mudou minha vida e sou grato por isso. Já introduzido nesse mundo dos negócios, puxei o Ale junto e aqui estamos. Com empresas que crescem a cada dia e com uma boa grana.

e gemo quando a água

mos mais chances de vencer nessa vida, ou seja, trabalhamos por dois! Mas como somos responsáveis e

lho antes de pegar minha toalha. Meu corpo todo tatuado e

uagem. – Sai do box e pega a toalha. – Vou faz

gibi ambulant

Vo

pro

vejo que já são se

precisamos passar em c

rdo – nosso motorista – para num ca

mpra para nós também, algumas rosquinhas e docinhos, não teremos tempo de tomar café

me demitindo. – Gargalha. – Com um de seus cartões e o dinheir

não é meu? – Tira

com você... – Fecha a po

perdição. Pescoço delicado, seios fartos e redondinhos. Tem aquelas gordurinhas na medida. Ah, leves pneuzinhos que eu amo, são quase inexistentes nessa Deusa, mas ela é celestial do jeito dela. Vira em direção a uma mulher, que provavelmente é sua amiga, pois seu sorriso se abre como uma cortina que revela o sol. Como ela está de frente para a janela do

bambearem. Que porra é essa? Tenho 15 anos e acabei de entrar na puberdade? Não! Ela usa um jeans que certamente era para ser largo, mas sua carne preenche o tecido com gosto e que be

a viu na vida, porque está derretido por ela? – Meu conscie

inha mais linda e d

lezinha de jeans e camiseta ali.

É errado a gente babar por ela enquanto ela es

deve estar no último ano. Deve ter dezessete, c

stou apaixon

a, e uma delas tentou me atacar. E claro, eu indefeso, com meus bracinhos fracos não pude fazer nada. Mas quer saber, dessa vez dou um desconto

ito bonita. Até demais. As mu

ra o carro e pas

s de novo. – Alexandre fala

lentini Morelli. Vou

iculava, o jeito que sorria e a maneira como colocava o cabelo grande atrás da orelha me deixou hipnotizado. Devo estar louco. Ontem saí à noite e mesmo com a negra linda e sensual por cima de mim eu ainda pensava nela. Nem sei seu nome. Como ela p

até o bar em meu escritório para pegar uma dose de whisky. Ando calmamente até o janelão panorâmico do teto ao chão e observo como está transito na cidade. Já é fim

to e me ajudar? – Falo para o Alexandr

me e em fase d

ocê já não está mais em fase de crescimento. Aceita e n

Jogo uma almofada nele

ovamente? – Rebecca diz t

. Cuida da casa e da gente. Se

do o copo. – E você sabe que o M

ue você é um anj

– Diz e b

eita os olhos para mim sorrindo antes de se

precisa

em que comecei a falar você e

rece devida atenção. – Pega mais um pedaço. – Olha só que gostosa, que

a e jogo novament

concentra. Por que fa

ei. – D

Segunda! Alexandre, segunda feira e eu ainda penso na maldita gostosa e bonitona com o sorriso lindo, seios chamativos.

ficando duro e enlouquecendo por c

mos ob

alv

sse algo passageiro e que logo ia esquecê-la, mas... – Desabo no sofá e pass

roblema, você

au não me faz

ertino, Marc

a almofada com força e cai em ch

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Entre Quatro Paredes Vol 1
Entre Quatro Paredes Vol 1
“Linda, sensual e meio doidinha, Katherine está prestes a se formar e completar seus 18 anos. Além de beleza, ela tem malícia e é bem ousada, o que atrai a atenção dos homens facilmente, logo, Marcos e Alexandre são os alvos de seus irresistíveis atributos femininos. Marcos, um empresário que aos 24 anos já é quase um milionário e se sucede cada vez mais, é sonho de consumo de muitas mulheres. Ele é lindo, viril, intensamente único e exala poder por onde passa. Ele também é direto, sempre foi mulherengo, em suma, conquista as mulheres com sua sexy confiança. Katherine tem o prazer de ver toda bagagem de perto. Alexandre, com 22 anos, é o irmão mais novo do Marcos. Alexandre é unicamente charmoso e igual ao irmão em quase todos os sentidos. Sexy, também hercúleo e um pedaço de mal caminho, atrai a atenção de Katherine que tem o prazer de conhecê-lo de uma forma ousada demais. Não é todo dia em que você conhece um homem de tirar o fôlego e ele está apenas de boxer, certo? Depois de colocar os olhos nela e passar dias pensando em Katherine, Marcos pensa num jeito de conhecê-la intimamente. O que ninguém desconfiava, era que ambos se interessariam pela estonteante Katherine, logo, ela teria que escolher entre seu desejo por um deles ou encarar uma experiência com esses tentadores homens loucos por ela. Será mesmo que Katherine consegue desfrutar de boa relação com os dois? E os irmãos? Podem dividir a mesma mulher por estarem igualmente apaixonados por ela?”