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Vampiro dos Meus Sonhos

Vampiro dos Meus Sonhos

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Capítulo 1 C.

Palavras: 1621    |    Lançado em: 30/12/2022

ltavam mais uns metros para alcançar a minha desejada liberdade." Es

us ocupantes restabeleciam suas energias longe da luz do dia. somente nisso prestavam atenção, suas tarefas, nada mais ao seu redor . Uma moça passeando pelos jardins não era algo com que se deviam preocupar, assim como eu esperava, me ignorariam, sem se importarem se entrava em combustão ou simplesment

e desejos por um deles , mas Eduardo era o eleito da minha atenção. Uma jovem entrando na sua maturidade sexual, hormonas ao rubro e libido se descontrolando , podia dizer que era natural, mas descobrir mais tarde que

m sorriso de matar , me fez deseja-lo e ama-lo com todos os poros de meu ser. Seu corpo talhado para o combate não ajuda a controlar a minha libido , já que ele o usava como arma de sedução. Uma arma que utilizava sem qualquer pu

nar tanto acerca daquele vam

e encantado, acabando por se revelar uma desilusão. Estava tão equivocada, Eduardo não era nenhum príncipe, mesmo me mostrando o prazer carnal sem qualquer limite, essa era uma noite que não iria esquecer nunca, pelo pior moti

ta que Eduardo não estava na cama, nem mesmo no quarto, o que era estranho. Sua extraordinária capacidade de se recup

nós dois , seria mais fácil os encarar sem embaraço. Não sabia até que ponto Mestre Olson reagiria a noticia de ter ocupado a cama de seu co -regente , afinal ele me tinha recolhido aos seis anos de idade , me cuidando, mesmo sendo mestiça. Orfã e abandonada aprendi a amar meu Mestre como um pai, meu crescimento entre eles se tornou mais fácil co

longo do caminho. Tudo corria bem até que quase perto do corrimão das escadas do primeiro andar, uma das portas se abriu, pulando em pãnico de imediato me escondo atras de uma das enormes colunas que ornamentavam a mansão. Esperava que quem quer que fosse saísse rapidamente, pois por mais uns segundos estaria em seu quarto, sem pr

se o macho em questão não tivesse agradecido, acrescentando que Olson não ti

meu corpo paralisa , mesmo quando percebo que o silencio se instala no ar e a porta se abre ainda mais. Queria correr , fugir para longe ,mas meu c

e por pena, sem qualquer estatuto dentro do clã. Seria a minha palavra contra a dele e pior... eu era seu maldito álibi. Seu odor ainda permanecia em meu corpo, uma prova que ele necessitava para que todos os vampiros não duvidassem de sua defes

grimas teriam que cessar, minha atitude de zombie caminhando pelos corredores daquela mansão sem saber que lugar ocupava, cumprindo ordens de alguém que eu abominada , tinha que terminar. Eduardo tinha conhecido a

Pois é, sou uma Damphir, metade humana, metade vampiro. Ando á luz do dia, preciso de comida, não tenho presas e não bebo sangue. Mas tenho força de vampiro e mais alguns extras que

nte. Mesmo que significasse estar longe de alguns dos meus amigos e todos aqueles

va. Olho ao redor , apreciando uma utima vez a mansão imponente ao longe, salvo pelos raios solares que começavam a iluminar cada detalhe de sua estrutura antiga, se notava

tinha vivido praticamente a minha vida inteira .Finalmente... ia cons

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