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Meu Piloto Dominante

Capítulo 2 4 de Julho

Palavras: 1721    |    Lançado em: 03/02/2023

a e escorria pelo meu rosto, enqu

e dava, era uma tortura e me dava impressão que a q

r e me apoiar em meus joelhos sem fôlego. Meu estôm

sa, quando um grupo de quatro homens vem na

olta para casa. Poderia dizer que os conheci

i ao meu redor poucos segundos depois - Não vai falar com a gente? - Um dele

u com

suas mães? - Outro

na sobre mim, passando o br

z contendo um sorriso - Já ouv

indignada, tenci

o de pergunta, nunca me acostumava.

maior tesão

inha mãe trepasse com outra mul

nha frente. Mesmo com a pouca iluminação, sabi

esitada, quan

o séria, mantendo a todo custo minha voz firme, apesar de m

ês homens dizem ao mesmo

nstala, mas não demora para ser q

inda em tom irônico - Já sentou em um ou v

os comentários e piadas e se era para mim dar um ba

ta as mãos

ndo ser levada pela emoção, movo meu braço contra o rosto d

a, assim como os três atrás de mim qu

perar e vir na minha direção, já me fazendo imaginar o quê poderia f

ra abruptamente quando um carro da pol

erguido e arregala um pouco os

cial - diz o home

tudo

meça a gaguejar

ra minha própria surpresa ao ouvir minh

esce imediatam

emos um proble

só uma brincade

incrédula - Vocês são homofóbicos e f

r mentirosa! - O

s, aparentemente alterados pelo álcool intimidando uma mulher em uma via pública

digo sem

nhores, por gentileza, encostem na viatura e docu

a andar, dessa vez em p

iam ter se livrado do policial e estarem me segu

s, ela para no meio do caminho ao me ver, a expressão

inda nã

so que sabia muito bem o quê significava. Es

trasada para o jantar, deixou de s

a? - pergunto indo até o

á des

Mesmo acreditando que a era mo

meu argumento inicial, aparentem

do - Ela mal usava aquele aparelho.

- diz com um suspiro - vou fa

digo séria, colocand

começo a me despir, desamarrando por

liberar toda a tensão e me focar apenas no que

ego em baixo do cobertor e n

hora depois, mas ao abrir os olho

ajur, precisando semicerrar os

- diz Camille do o

ara estar aqui

, dando lugar a

des

Sem Camille no 4 de Ju

é nada mais justo, já que nos últimos dois anos vamos passar aí - Conrad era o marido

rapidamente, sem quere

, me fazendo voltar

ue vem

Forço um sorriso, ence

maginar o 4 de Julho. Era como se

tiro o cobertor de cima do

mente decorada e havia uma mesa de café da manhã esperando com bandeiras. Logo

parque entregar panfletos sobre conscien

é, isto por ca

gou ontem? - Ouço Leah questi

ava o

cup

s vezes. Pode parecer

Maggie fazer panquecas, enquanto L

ra a me notar, se

dia

girassol -

ou que não

tou me li

séria. Maggie a olha por um instante, ante

ê estava o

Onde? - Le

uns

minha mãe organizando mais algum prote

a sorri

decorada e na mesa só havia algumas bandeiras

nteceu com

Maggie começa a colocar

ais. Ou agora de manhã, qu

isso depois do café

ovo? - diz Leah, a olhando nos

gunto, olhando para a p

ros, continuando o

do - Ela só acha que...

uma sob

quê ex

silêncio. Maggie não era do tipo que se calava, pelo contrário, sempre preferia dizer

que pode conversa

ha por algu

ou eu quem diz

você parece que p

os pulmões, inspir

sei como

repente na cozin

? - pergunta de modo abrupto, fa

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