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Crawford Sinclair

5 Livros Publicados

Livros e Histórias de Crawford Sinclair

Espere: A Promessa Que Quebrou Minha Alma

Espere: A Promessa Que Quebrou Minha Alma

Romance
5.0
Eu era Jacob Gordon, um mecânico de motos da favela do Rio. Ela era Fiona Lawrence, a princesa do café, herdeira de um império. Nosso amor era proibido, mas ela renunciou a tudo por mim, prometendo: "Eu só quero me casar com você." Aquelas palavras eram a minha vida. Mas a família dela impôs uma condição cruel, uma faca fria em nosso amor: Fiona primeiro teria que dar um herdeiro a eles, concebido com outro homem – Hugo Neame. Meses de tortura se arrastaram, enquanto Fiona pedia: "Espere." Então, a ligação que quebrou meu mundo: "Jacob, eu consegui. Estou grávida." A dor se tornou física quando ela me empurrou contra a parede de pedra, me deixando sangrando, enquanto levava Hugo para o hospital. Eu, que uma vez fui seu mundo, era agora um perigo, trancado em um quarto, ouvindo sua família feliz do lado de fora. As chicotadas em minhas costas ecoavam sua traição. Ela me culpava por incidentes que eu não causei, me forçou a doar sangue para Hugo no hospital. E me informou do "casamento falso". "Você me fez esperar por algo que não ia acontecer", pensei, minha alma em mil pedaços invisíveis. A dor de cada mentira, cada "espere", me esmagava. Como ela pôde me trair de forma tão completa? Como pôde a mulher que jurava me amar me destruir tão completamente? Foi então que entendi: este amor estava morto. Peguei as passagens de avião que o pai dela me deu, mas troquei o destino. Eu sumi. Deixei para trás o que restava de Jacob Gordon e comecei uma nova vida. Mas o destino é cruel. Ela me encontrou. E uma última ação dela selou nosso fim. Será que o preço da liberdade vale a dor de um adeus sem perdão?
Por Amor aos Meus Filhos: A Força de Uma Mãe

Por Amor aos Meus Filhos: A Força de Uma Mãe

Moderno
5.0
O médico disse que o meu filho, Leo, de cinco anos, tinha leucemia. O meu mundo desabou, mas eu tinha uma única esperança: o meu marido, Miguel, o pai do Leo. Liguei-lhe, a implorar ajuda, mas do outro lado da linha, só ouvi a voz impaciente dele, misturada com o choro da sua prima, Sara, que vivia connosco desde que ficara "deprimida". "Leucemia? Estás a brincar comigo? Não podes dizer uma coisa dessas só para me fazeres ir para casa! A Sara precisa de mim!" Ele desligou. Bloqueou-me. O meu filho estava à beira da morte, e o pai achava que era um truque para o tirar dos braços da sua "vulnerável" prima. Ele só veio ao hospital depois da minha sogra o ameaçar, e trouxe-a com ele. A minha sogra chorou: "Ana, ele vai arrepender-se disto." Mas eu sabia que algo se tinha quebrado para sempre. Nenhum de nós era compatível para o transplante. A única solução proposta foi ter outro filho, uma hipótese de 25%. Miguel aceitou, mas apenas com "regras": a Sara ficava, e eu não podia atacá-la. Ninguém me ajudou. Ninguém me consolou. E depois, no meio das minhas contrações de parto, encontrei-o na cama com ela. Como se atreve ele a escolher a traição dela, a dor fingida, acima da vida do nosso filho? Acima da minha própria dor e sacrifício? Quando a nossa filha, Luna, nasceu e descobrimos que ela era 100% compatível com o Leo, a minha decisão estava tomada. "Assim que o Leo estiver recuperado, quero o divórcio." Ele ficou chocado, como se eu nunca o fosse abandonar. Mas eu faria, pelos meus filhos. Pela minha dignidade. Esta é a história de como uma mãe traída encontrou a força para salvar o seu filho, reconstruir a sua vida, e deixar para trás um marido que escolheu uma amante em vez da sua família.
O Preço da Conquista

O Preço da Conquista

Romance
5.0
Meu nome é Sofia e dediquei sete anos da minha vida, corpo e alma, a um sonho: criar o aplicativo "SoulLink" para conquistar o homem que eu amava secretamente, Daniel, meu carismático CEO. Na véspera do lançamento, ele descobriu meu sistema secreto de "conquista" , projetado para seu coração. Ele me chamou de "perseguidora doente" , me humilhou publicamente e me demitiu, substituindo-me por Lívia, a filha de um senador. Passei de gênio da tecnologia a fraude oportunista da noite para o dia, um alvo de escárnio público. Arrasada, afoguei minhas mágoas em um bar. Foi então que Marcos, um investidor anjo lendário, se aproximou. Ele disse que Daniel era um tolo e que acreditava em mim de uma forma que ninguém mais o fez. Para provar seu ponto, ele orquestrou uma falência espetacular, sacrificando uma fortuna colossal. Ele disse que o fez por mim, que sempre me admirou e que me amava. Pediu-me em casamento em meu momento de maior fraqueza. Eu, cega por um resgate, aceitei. Mas a vida com Marcos era uma farsa elaborada. Ele não me amava; ele me usava como ferramenta, um bode expiatório em seu jogo de poder. Escutei-o ao telefone, revelando que bancara o "arruinado" para que Lívia, a mesma que me humilhara, pudesse assumir seu lugar sem levantar suspeitas. Era tudo uma manipulação. Meu mundo desabou pela segunda vez, e a dor era insuportável. Minha salvação se tornou uma prisão. Não podia mais viver nessa teia de mentiras. Meu sistema, o núcleo do SoulLink, era mais do que um aplicativo. Era uma saída. "Sistema" , sussurrei, "solicito minha saída deste mundo." A tela mostrou: "Pedido recebido. Tempo restante: 7 dias." Uma contagem regressiva para a liberdade, ou para o fim? Eu não sabia, mas algo em mim, a Sofia que se recusava a ser quebrada, se preparava para a batalha final.
Pela Minha Filha, Contra o Mundo

Pela Minha Filha, Contra o Mundo

Moderno
5.0
Acordei no hospital com o cheiro de desinfetante, o meu corpo pesado e a única preocupação na minha mente era a minha filha, Ana. Léo, o meu marido, estava ao meu lado, tentando esconder a verdade sobre o acidente de carro que quase nos matou, a mim e à nossa filha. Mas o choque veio da voz trémula da minha melhor amiga, Sofia: a pessoa que nos atingiu era Inês, a ex-namorada de Léo, alcoolizada. Olhei para Léo, que ainda defendia Inês, revelando que a "consolava" em segredo. A traição cortou mais fundo do que qualquer ferimento físico. Mas o pior estava por vir. A minha sogra, Dona Elvira, entrou no quarto, não para me apoiar, mas para me atacar, cega pela lealdade a um filho que a protegia e à ex-namorada. Ela chamou-me de dramática, de ingrata, disse que Inês "só cometeu um erro" e que eu devia ter orgulho em Léo por ser "leal" à sua amiga. O meu mundo desabou não pelo acidente, mas pela frieza das pessoas que eu mais amava. Como puderam eles defender uma mulher que pôs a vida da nossa filha em perigo, enquanto eu estava a sangrar no hospital? O meu coração não sangrava apenas pela dor das minhas costelas, mas pela traição que gelava a minha alma. Ninguém me perguntava como eu estava, apenas como eu podia ser tão "escandalosa". Foi então que soube que não havia mais "nós". O divórcio seria apenas o começo. Eu não ia apenas sobreviver – eu ia lutar. Lutar pela minha filha, pela minha dignidade e para provar que a minha força não dependia deles. Eles não só me perderam, como iriam perder tudo.