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Elinor Clain

6 Livros Publicados

Livros e Histórias de Elinor Clain

Protegida pelo Implacável: O Arrependimento do Meu Ex-Marido

Protegida pelo Implacável: O Arrependimento do Meu Ex-Marido

Máfia
5.0
A carta de recusa da academia de segurança particular da Família chegou numa terça-feira. Dizia claramente que a única vaga destinada ao meu filho, Dani, tinha sido preenchida por outro garoto. Meu marido, um Chefe de alto escalão, tinha entregado a proteção do nosso próprio filho para dar lugar ao bastardo da sua amante. Ele debochou de mim, chamando Dani de "mole", e o mandou para um sítio isolado em Atibaia, sem segurança alguma, para endurecer. Três dias depois, a facção rival o levou. Quando o mensageiro chegou, não havia pedido de resgate. Apenas um pacote contendo um pedaço de algodão azul com um T-Rex verde, encharcado de sangue escuro e seco. Heitor não derramou uma lágrima. Serviu-se de um uísque, passou por cima de mim enquanto eu soluçava no chão e me culpou por mimar o menino. Sufocada pelo silêncio de uma casa que nunca mais ouviria a risada do meu filho, engoli um frasco de soníferos para escapar da dor. Mas a escuridão não durou. Acordei ofegante, meu coração batendo descontrolado contra as costelas. A luz do sol feria meu rosto. "Mamãe?" Dani estava parado na porta, vestindo seu pijama de dinossauro, inteiro e vivo. Olhei para o calendário. Era 15 de maio. O dia em que a carta chegou. A dor no meu peito se transformou em puro ódio, frio como gelo. Eu sabia dos desvios. Eu sabia da farsa da viúva. Eu sabia exatamente como enterrar meu marido. Peguei o telefone e disquei o único número que nenhuma esposa jamais deveria ligar diretamente — o do Conselheiro. "Eu tenho provas de traição", eu disse. "E estou levando tudo."
Das Cinzas, Uma Rainha Ascende

Das Cinzas, Uma Rainha Ascende

Moderno
3.5
Acordei no hospital depois que meu marido tentou me matar em uma explosão. O médico disse que eu tive sorte — os estilhaços não atingiram minhas artérias principais. Então ele me disse outra coisa. Eu estava grávida de oito semanas. Naquele exato momento, meu marido, Júlio, entrou. Ele me ignorou e falou com o médico. Disse que sua amante, Kênia, tinha leucemia e precisava de um transplante de medula óssea urgente. Ele queria que eu fosse a doadora. O médico ficou horrorizado. "Sr. Carvalho, sua esposa está grávida e gravemente ferida. Esse procedimento exigiria um aborto e poderia matá-la." O rosto de Júlio era uma máscara de pedra. "O aborto é inevitável", ele disse. "A Kênia é a prioridade. A Flora é forte, ela pode ter outro bebê mais tarde." Ele estava falando do nosso filho como se fosse um tumor a ser removido. Ele mataria nosso bebê e arriscaria minha vida por uma mulher que estava fingindo uma doença terminal. Naquele quarto de hospital estéril, a parte de mim que o amou, a parte que o perdoou, virou cinzas. Eles me levaram para a cirurgia. Enquanto o anestésico fluía em minhas veias, senti uma estranha sensação de paz. Este era o fim, e o começo. Quando acordei, meu bebê tinha partido. Com uma calma que assustou até a mim mesma, peguei o telefone e disquei um número que não ligava há dez anos. "Pai", sussurrei. "Estou voltando para casa." Por uma década, eu escondi minha verdadeira identidade como herdeira dos Monteiro, tudo por um homem que acabou de tentar me assassinar. Flora Magalhães estava morta. Mas a herdeira dos Monteiro estava apenas despertando, e ela ia queimar o mundo deles até as cinzas.