Roda Kinder
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Rejeitada pelo Filho, Escolhi o Don
Máfia O ar na catedral cheirava a incenso e perigo. Eu estava no altar, vestida de branco, pronta para selar o pacto de paz entre a minha família e o Chicago Outfit.
Mas o noivo não apareceu. Fui informada ali mesmo, diante dos predadores mais cruéis da cidade, que Alex Moreno, o herdeiro mimado, havia fugido para a Califórnia com uma cantora de cabaré.
Os sussurros maliciosos começaram imediatamente. A família dele, para encobrir a vergonha e não quebrar o contrato de sangue, tentou me empurrar para as "sobras": um primo agressivo que me faria de saco de pancadas ou um garoto covarde que nos faria ser devorados vivos pelos inimigos. As mulheres da família já sorriam com desdém, prontas para me tratar como mercadoria danificada e o motivo de chacota da máfia para o resto da vida.
A humilhação não me trouxe lágrimas, mas uma tempestade de fogo que queimou minhas veias. Eles queriam que eu abaixasse a cabeça, aceitasse meu destino de noiva rejeitada e vivesse como uma vítima assustada no canto escuro de uma mansão.
Em vez de desmoronar, arranquei meu véu e o joguei no chão de mármore frio. O contrato exigia que eu me casasse com um homem Moreno solteiro para selar a aliança, mas não especificava qual.
"Eu mesma escolherei meu marido."
Levantei a mão, ignorando os suspiros chocados da congregação, e apontei diretamente para o homem mais letal e temido da primeira fileira: o pai do meu ex-noivo e o Don implacável de Chicago.
"Eu escolho o Don." A Vingança Fria de Aspen do Capitão
Moderno Durante sete anos, eu banquei o doutorado do meu marido, o Gonçalo. Paguei por absolutamente tudo. Uma semana depois do nosso casamento, a "protegida" dele, a Kloe, se mudou para a nossa casa, alegando que uma doença autoimune rara a tornava "frágil".
Na nossa viagem para Campos do Jordão, ele usou o meu dinheiro para comprar uma bolsa de R$ 40.000 para ela. Depois, exigiu que eu desse a minha jaqueta de esqui de alta performance para a Kloe, porque a dela era fina demais e não esquentava.
Quando eu recusei, ele a arrancou do meu corpo.
Eu escorreguei no gelo, bati a cabeça enquanto ele se afastava com ela, me deixando ferida e congelando na neve.
Mais tarde naquela noite, ele me abandonou de novo enquanto eu estava doente no nosso quarto de hotel, para pegar um quarto separado com a Kloe. Ele disse que eles precisavam "discutir o artigo acadêmico dele".
Mas ele se esqueceu de um detalhe crucial. Eu não sou apenas uma esposa. Eu sou a Capitã Amanda Paiva, da Reserva do Exército Brasileiro.
Liguei para minha melhor amiga, gerente da rede de hotéis. "Preciso de uma chave mestra", eu disse a ela. "Estamos prestes a invadir uma discussão acadêmica muito importante." Você pode gostar
Rejeitada pelo Filho, Escolhi o Don
Roda Kinder O ar na catedral cheirava a incenso e perigo. Eu estava no altar, vestida de branco, pronta para selar o pacto de paz entre a minha família e o Chicago Outfit.
Mas o noivo não apareceu. Fui informada ali mesmo, diante dos predadores mais cruéis da cidade, que Alex Moreno, o herdeiro mimado, havia fugido para a Califórnia com uma cantora de cabaré.
Os sussurros maliciosos começaram imediatamente. A família dele, para encobrir a vergonha e não quebrar o contrato de sangue, tentou me empurrar para as "sobras": um primo agressivo que me faria de saco de pancadas ou um garoto covarde que nos faria ser devorados vivos pelos inimigos. As mulheres da família já sorriam com desdém, prontas para me tratar como mercadoria danificada e o motivo de chacota da máfia para o resto da vida.
A humilhação não me trouxe lágrimas, mas uma tempestade de fogo que queimou minhas veias. Eles queriam que eu abaixasse a cabeça, aceitasse meu destino de noiva rejeitada e vivesse como uma vítima assustada no canto escuro de uma mansão.
Em vez de desmoronar, arranquei meu véu e o joguei no chão de mármore frio. O contrato exigia que eu me casasse com um homem Moreno solteiro para selar a aliança, mas não especificava qual.
"Eu mesma escolherei meu marido."
Levantei a mão, ignorando os suspiros chocados da congregação, e apontei diretamente para o homem mais letal e temido da primeira fileira: o pai do meu ex-noivo e o Don implacável de Chicago.
"Eu escolho o Don." A NOVA ESPOSA DO MAFIOSO
Gerlane Silva16 Elisie Charpentier cresceu dentro do mundo sombrio da máfia francesa, mas foi treinada a sorrir, calar e obedecer. Órfã desde jovem, herdou uma fortuna e um marido manipulador que a manteve sob rédeas curtas, até ela descobrir que estava sendo traída com ninguém menos do que a esposa do Don mais temido da França.
Resultado da descoberta? Morte e um novo título sobre Elisie.
A partir dali ela não tem mais volta e já é mantida presa dentro da mansão do homem mais temido.
Mas Lucien Bellamy não é apenas um homem de poder. É um estrategista impiedoso, um homem sem muitos sentimentos, reservado e frio em cada palavra. E agora viúvo. Ela se torna prisioneira num piscar de olhos e há ameaças em todas as direções.
Agora, alguém quer vê-la morta e desta vez, nem mesmo Lucien pode protegê-la. Ou pode?
Entre alianças manchadas de sangue, promessas enterradas e um casamento forçado por vingança e poder, Elisie terá que decidir: vai sobreviver como prisioneira ou reinar ao lado do marido. O Contrato - Minha Ragazza
Karyelle Kuhn Liz Navarro perdeu os pais aos 16 anos. Sozinha no mundo, viu-se obrigada a seguir as rígidas instruções deixadas no testamento de seu pai. Aos 18, foi forçada a se casar com um homem que nunca tinha visto: seu próprio tutor. A condição? Permanecer casada até os 25 anos, formar-se em Direito e só então assumir o império da família.
Criada em uma redoma, cercada por regras com as quais nunca concordou, Liz levava uma vida monótona, sem sonhos, sem aventuras. Até que, certo dia, cruzou o olhar com o novo professor de Direito Penal.
Henry McNight era tudo o que ela considerava perigoso: charmoso, atlético, inteligente. Um homem mais velho que despertava nela sentimentos até então desconhecidos. Mas o que ele não imaginava era que aquela jovem de aparência doce era, na verdade, a misteriosa mulher com quem havia aceitado se casar no lugar de seu tio.
Entre o certo e o errado, o previsível e o improvável, Liz e Henry embarcam em uma conexão que desafia todas as regras. Quando finalmente parecia haver espaço para o amor, o destino intervém: Liz está em perigo e agora, Henry precisa correr contra o tempo para salvá-la.
Entre reviravoltas, conflitos, segredos e alianças, os dois se aproximam da verdade... e de descobrir quem é o traidor dentro da própria Famiglia.
Será que esse mafioso e sua ragazza sobreviverão ao jogo do poder? Virgem Sequestrada pelo Mafioso Psicopata : CONTRATO DE SANGUE
Armotizei "O seu verdadeiro dono veio te buscar. E eu ainda não decidi se vou começar a destruir pelo seu corpo ou pela sua mente."
Dominic Ferraro é um psicopata diagnosticado e o Capo que a Itália aprendeu a temer. Ele não busca redenção, e muito menos o amor. Para ele, Alessia Lombardi não é uma mulher; é um troféu de carne, um receptáculo despejar seu ódio, um o instrumento perfeito para estraçalhar o império do homem que o traiu.
Ele a quer nua, violada e rastejando por uma misericórdia que ele nunca conheceu. Dominic não quer apenas o corpo dela; ele quer o prazer de usar sua pureza, bulinar seu orgulho e que ela o sirva em cima de uma cama em todas as posições. Ele a quer Destruída.
Alessia foi criada para ser a moeda de troca perfeita. Com seus raros cabelos prateados e uma linhagem manchada pela traição, ela sempre soube que seu corpo pertencia aos negócios da família. No dia de seu casamento, vestida de seda e cercada por mentiras, ela esperava ser entregue a um homem que odiava. Ela só não contava que o próprio inferno invadiria a catedral para reivindicá-la.
Dominic é um fantasma forjado no lixo e no sangue, um sobrevivente que voltou para cobrar uma dívida de onze anos. No isolamento de uma mansão onde os gritos não encontram eco, Alessia descobrirá que a antecipação da dor é pior que a própria ferida. Entre jogos psicológicos sádicos e uma obsessão que ultrapassa os limites da sanidade, ela terá que decidir: lutar contra o monstro até o fim ou admitir que seu corpo, de forma perversa, reconhece a escuridão dele.
"Eu não quero seu respeito, gatinha. Eu quero o seu grito e o seu desespero. E vou ter." - Dominic Ferraro Kaleu, O mafioso da floresta.
C.cristey Ninguém sabia por que ele estava ali, mas desde que pisou naquela floresta, Kaleu se tornou uma verdadeira lenda de terror para todos os moradores da região. Um lugar que antes era conhecido por atrair turistas e visitas agora havia sido completamente isolado por causa de um único homem.
As histórias diziam que qualquer um que ousasse entrar naquela floresta tinha chances abaixo de zero de sair com vida. Até então, isso era considerado verdade... até o dia em que uma menina invadiu aquele território proibido.
Quando Miliane encontrou Kaleu - um homem que realmente inspirava medo com sua presença imponente e máscara macabra - ela fez o impensável: pediu sua ajuda. O homem, acostumado a tirar vidas sem hesitação, agora se deparava com alguém que o via como um salvador.
Miliane ainda era apenas uma criança quando o conheceu, e seus destinos não se conectaram por mais do que alguns minutos, pois ela foi levada de volta ao mundo fora da floresta. No entanto, aquela breve interação ficou gravada na mente de Kaleu por todos os anos que se seguiram.
Agora, o que acontecerá quando Kaleu reencontrar Miliane, já adulta, e seus caminhos finalmente se cruzarem novamente? O monstro lendário será capaz de enfrentar os sentimentos que surgiram por causa da única pessoa que não o temeu? Como Contratar um Mafioso
Sylvvia R. Eu contratei um acompanhante para fingir ser meu marido por uma noite.
Um jantar apenas para contar uma mentirinha pequena para os meus pais. Ele se apresentou como "Enzo" -- um homem bonito demais, com um ar perigoso e de mãos firmes o suficiente para me fazer lembrar que meu coração ainda acelerava.
O problema? Ele não era um acompanhante. Ele era Don Lorenzo Maranzano, o mafioso mais temido de Verticália.
E quando ele descobriu quem eu era - vítima do meu ex-marido - ele decidiu que era seu dever me proteger, e que eu nunca sairia mais do alcance dele. Nem do olhar dele. Nem de seu controle.
Porque na cidade de Verticália, proteção e prisão usam o mesmo sobrenome.
Enquanto meu ex, Jonas Guerra, tenta me aterrorizar mesmo atrás das grades, Lorenzo cumpre promessas que eu nunca pedi... com a naturalidade de quem acha que meu corpo é um território.
Eu devia fugir. Mas é difícil correr quando a única pessoa capaz de me manter viva também é um homem taciturno, perigoso, e que confunde proteção com sequestro.
E agora eu estou aqui: meio bêbada, assistindo ao casamento dele com outra... depois de ele ter me feito amar o homem errado.
Se eu contratei um Don por engano... quem foi que assinou o contrato da minha vida? Ele a salvou, eu perdi nosso filho
Kao La Por três anos, mantive um registro secreto dos pecados do meu marido.
Um sistema de pontos para decidir exatamente quando eu deixaria Bernardo Santos, o implacável Subchefe do Comando de São Paulo.
Pensei que a gota d'água seria ele esquecer nosso jantar de aniversário para consolar sua "amiga de infância", Ariane.
Eu estava errada.
O verdadeiro ponto de ruptura veio quando o teto do restaurante desabou.
Naquela fração de segundo, Bernardo não olhou para mim. Ele mergulhou para a direita, protegendo Ariane com o corpo, e me deixou para ser esmagada sob um lustre de cristal de meia tonelada.
Acordei em um quarto de hospital estéril com uma perna estilhaçada e um útero vazio.
O médico, trêmulo e pálido, me disse que meu feto de oito semanas não havia sobrevivido ao trauma e à perda de sangue.
"Tentamos conseguir as reservas de O-negativo", ele gaguejou, recusando-se a me encarar. "Mas o Dr. Santos ordenou que as guardássemos. Ele disse que a Senhorita Whitfield poderia entrar em choque por causa dos ferimentos."
"Que ferimentos?", sussurrei.
"Um corte no dedo", admitiu o médico. "E ansiedade."
Ele deixou nosso filho nascer morto para guardar as reservas de sangue para o corte de papel da amante dele.
Bernardo finalmente entrou no meu quarto horas depois, cheirando ao perfume de Ariane, esperando que eu fosse a esposa obediente e silenciosa que entendia seu "dever".
Em vez disso, peguei minha caneta e escrevi a última anotação no meu caderno de couro preto.
*Menos cinco pontos. Ele matou nosso filho.*
*Pontuação Total: Zero.*
Eu não gritei. Eu não chorei.
Apenas assinei os papéis do divórcio, chamei minha equipe de extração e desapareci na chuva antes que ele pudesse se virar.