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Hazel

5 Livros Publicados

Livros e Histórias de Hazel

A Prova da Negligência: O Abandono do Meu Marido

A Prova da Negligência: O Abandono do Meu Marido

Moderno
5.0
Quando o médico me disse que precisava de uma transfusão de sangue de emergência, o meu marido, Pedro, estava ao telefone como se nada fosse, discutindo a cor das cortinas do quarto do bebé. A voz dele era impaciente, mas com um carinho que raramente me mostrava. Eu estava ali, a esvair-me em sangue, com a hemorragia pós-parto a não parar. Acontece que o meu tipo de sangue era raro, e só Pedro era compatível. Ele tinha o poder de me salvar. Mas quando lhe pediram para doar, ele riu-se, disse que tinha pavor de agulhas e que estava exausto. Até me acusou de ser dramática, perguntando por que é que eu não podia ter tido um parto normal como toda a gente. Depois, virou costas e foi ver a nossa filha, Eva, deixando-me à beira da morte. Enquanto a minha vida (e a do nosso casamento) se esvaía, uma enfermeira apareceu com uma bolsa de sangue. Alguém doou, mas não foi ele, o homem que jurei amar e que me tinha prometido um futuro juntos. Ele nem sequer me perguntou se eu ia sobreviver. A minha mãe entrou no quarto, os olhos vermelhos, e disse-me que, lá fora, Pedro se gabava da Eva ser parecida com ele, sem uma única preocupação comigo. Como é que alguém podia ser tão frio? Tão egoísta? Ele preferiu deixar-me morrer a enfrentar uma agulha! Que tipo de homem era este, que via a sua esposa à beira da morte e se preocupava apenas com a cor de umas cortinas e com o seu próprio conforto? Nesse momento, decidi. Iria sobreviver, por mim e pela minha filha. E o meu primeiro passo seria pedir o divórcio, custasse o que custasse.
O Dia em Que Ele Escolheu Outra

O Dia em Que Ele Escolheu Outra

Moderno
5.0
No dia em que o meu filho nasceu, o meu marido, Pedro, estava a doar sangue à sua ex-namorada, Sofia. Eu estava sozinha na sala de parto, a minha visão turva pelo suor e pelas lágrimas. Onde estava o Pedro? Ele dissera que era uma emergência, que Sofia tinha um tipo de sangue raro, o mesmo que o dele. Que ela precisava dele, que a vida dela estava em risco. E a nossa? A do nosso filho? Ninguém importava? Ele desligou-me o telefone na cara, pedindo-me para ser compreensiva. Eu dei à luz sozinha, enquanto ele se fazia de herói para a sua ex. Quando pedi o divórcio, ele chamou-me egoísta, disse que eu só pensava em mim. Que a Sofia tinha tentado suicidar-se e que ele a não podia abandonar. A sua mãe, Dona Laura, veio a minha casa para me acusar de ser uma ingrata, uma louca. Disse que o Pedro era um homem nobre, um herói por salvar uma vida. Eu sentia-me esmagada, uma mãe recém-nascida sozinha e julgada. Até que recebi uma mensagem anónima. "Sou a Marta, irmã da Sofia. O Pedro mentiu sobre tudo. É sobre a Sofia. Amanhã, 15h, no café da Praça da República. É importante." Que mentiras? O que mais poderia ter acontecido? O encontro com a Marta desvendou uma verdade tão horrível que fez o meu mundo desabar. O Pedro não era um herói, era um monstro, um manipulador cobarde. Ele usou a doença mental da sua ex-namorada para me abandonar e justificar as suas ações vis. A raiva, antes dormente, acendeu-se, tornando-se o meu combustível. Desta vez, eu não ia ficar calada. Eu ia lutar. Eu ia lutar pelo meu filho, pelo meu Leo, e por mim. Ver-nos-íamos no tribunal.
O Jogo Cruel de Nove Vezes

O Jogo Cruel de Nove Vezes

Moderno
5.0
"Mateus, preciso ir. Leonardo precisa de mim." A voz de Isabela, minha esposa, era quase casual, mas seu brilho nos olhos ao falar dele, a paixão platônica de sua infância, já me dizia tudo. Eu, Mateus, que a amei com tamanha devoção, nunca imaginei o abismo que se abriria à nossa frente. Aquele dia, o retorno de Leonardo ao Brasil, marcou o início de um jogo cruel proposto por ele: nove "chances" para Isabela provar seu amor por ele. Se ela me abandonasse nove vezes, eu deveria conceder o divórcio. Eu aceitei, cego pela esperança de testar sua lealdade, mesmo que doesse. As humilhações se seguiram: no nosso aniversário de casamento, em minha crise de apendicite, no funeral de minha avó, ela sempre o escolhia. A nona vez foi a pior: febril na estrada, ela me deixou para correr até Leonardo. E o ponto culminante, a cena que selou meu destino: durante um acidente, Isabela salvou Leonardo, me deixando para ser atropelado. No hospital, a dor física era ínfima comparada à da alma. A frieza e superficialidade de sua "preocupação" confirmaram: eu era apenas um peão em um romance alheio, um tolo cego pela própria ingenuidade. A percepção do ridículo da minha situação, da manipulação de anos, era esmagadora. Mas minha resignação abriu caminho para uma fria e inabalável resolução. Ali, naquela cama de hospital, decidi: ela teria o divórcio, sim. Mas não do jeito que esperava. E em um movimento silencioso, preparei a sutil vingança. Minha vida estava prestes a recomeçar, mas não da forma que sequer poderiam imaginar.