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Miles Frost

3 Livros Publicados

Livros e Histórias de Miles Frost

Ele a Abandonou, Ela se Tornou Deusa

Ele a Abandonou, Ela se Tornou Deusa

Fantasia
5.0
O terreiro de Candomblé, com seu cheiro de incenso e ervas, era meu último refúgio. Minhas pernas doíam, um lembrete físico da traição que me trouxe aqui: Luana, minha própria irmã, roubou meu lugar na Marquês de Sapucaí e orquestrou o "acidente" que destruiu meu corpo e meu sonho. Thiago, o diretor de bateria, o homem que eu amava e que jurava me proteger, não só me abandonou como se aliou a ela, exibindo o relacionamento deles para toda a escola. Meu coração estava em pedaços, minha alma, humilhada. Por que a vida me tirava tudo, justo quando eu estava prestes a brilhar? Desesperada, aceitei um novo caminho: o caminho dos Orixás. A Mãe de Santo foi clara: "Aceite o seu destino. Deixe a dor vir. Ela vai te purificar." Mas a dor ainda me seguia. Luana, a "nova rainha", veio me humilhar novamente, cuspindo verdades dolorosas. "Você era o bichinho de estimação talentoso dele, Isabela. E bichinhos de estimação podem ser substituídos." Então, a Mãe de Santo me deu a última prova: para renascer, eu precisava de um funeral simbólico, uma "morte" completa para minha antiga vida. Mas, antes que eu pudesse me despedir, Luana roubou o broche de beija-flor, a última lembrança da minha mãe, e o quebrou na minha frente. A dor se transformou em fúria. Luana, com seu chicote, me transformou em um boneco de carne e osso. Ela queria minha morte, mas mal sabia que estava despertando um poder ancestral. Agora, livre das amarras do passado e com um poder recém-despertado, Isabela está pronta para honrar seu destino. Mas o que acontecerá quando Thiago, consumido pela culpa e dor, a encontrar novamente?
O Adeus Que Salvou Minha Alma

O Adeus Que Salvou Minha Alma

Moderno
5.0
O médico tirou os óculos manchados de sangue e disse-me: "Fizemos o nosso melhor, mas o seu filho não sobreviveu." Apenas horas antes, o meu bebé mexia-se dentro de mim. O meu mundo desabou, estilhaçado pela crueldade do meu marido, Miguel. Ele empurrou-me escada abaixo, não por raiva, mas por pressa. Com pressa de ir consolar a sua ex-namorada, Clara, que "precisava" dele por causa de uma febre. Enquanto eu sangrava no chão, desesperada, implorando por ajuda, enviei-lhe uma mensagem: "Estou a sangrar muito. O bebé... pode não sobreviver." A resposta dele? "Para de fazer birra, Sofia. A Clara precisa de mim." Ele não chamou nenhuma ambulância. Fui abandonada. Quando liguei para lhe dar a notícia devastadora, ele estava a acalmar a "doente" Clara com uma ternura que nunca me demonstrou. Ao saber da morte do nosso filho, ele gritou, acusando-me: "Para de fazer piada! És egoísta! Tu caíste de propósito só para chamar a minha atenção, não foi?" Até a minha sogra, a quem eu chamava "mãe", me atacou, chamando a perda do meu filho de "um pequeno acidente" e a mim de "manipuladora". Eu? manipuladora? Egoísta? Depois de perder o meu bebé por causa da sua indiferença? Deitada na cama fria do hospital, sozinha, sem o meu bebé, sem o meu marido, eu chorei. Mas no fundo do abismo, uma raiva gélida acendeu-se. Então, a porta abriu-se e o meu irmão, Tiago, apareceu, a sua expressão endurecida pela dor e pela fúria. "Ele vai pagar por isto," disse ele, a sua voz baixa e controlada. "Ambos vão."