Nancy
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Livros e Histórias de Nancy
Casamento Farsa, Coração Partido
Moderno Casei-me com Hugo há sete anos, amando-o profundamente, apenas para descobrir que meu casamento era uma farsa elaborada para proteger sua amante, Caroline.
Ele não apenas teve um filho com ela, mas também sabotou minha carreira, entregando a ela a música que compus para ele e o violino que lhe dei de presente.
Na festa de comemoração dela, Caroline tocou minha música, no meu violino, e depois me acusou falsamente de empurrá-la. Hugo, sem hesitar, correu para o lado dela, o amor em seus olhos era inegável.
Naquele momento, meu coração se partiu. A aliança de casamento dele tinha o nome "Caroline" gravado por dentro. Sete anos de mentiras.
Eu forjei minha própria morte para escapar, deixando para trás um vídeo que expôs o plágio de Caroline e arruinou sua vida.
Enquanto o mundo lamentava minha morte e Hugo vivia em um inferno de arrependimento, eu renasci das cinzas, pronta para reivindicar a vida que me foi roubada. Cem Dias Para Mudar o Destino
Romance "Ana, acorda, a gente vai se atrasar." A voz fria de João Pedro me tirou de um pesadelo, só para me jogar em outro: o dia do nosso casamento, dez anos atrás. Eu havia voltado no tempo.
Em minha vida passada, João morreu salvando minha vida em nosso décimo aniversário de casamento, um acidente que era, para ele, uma libertação.
Ele morreu infeliz, preso a mim por uma promessa feita ao meu pai, e não por amor, pois seu coração pertencia a outra mulher, Ana Clara.
A pontada aguda de arrependimento em meu peito era real: eu o sufoquei com meu amor egoísta.
Desta vez, eu não ia assinar aquele papel.
"Eu não vou me casar com você," eu disse, para o choque dele e de meus pais.
Parecia que eu estava enlouquecendo, mas eu tinha uma segunda chance, um limite de cem dias para realizar todos os desejos não cumpridos de João, aqueles que eu descobri em seu diário oculto após sua morte.
Porém, o destino não se dobrava tão facilmente.
No cartório, minha recusa escrita sumiu, substituída por minha assinatura perfeita.
A voz etérea que me concedeu essa segunda chance ecoou: "O destino não pode ser mudado tão facilmente, você deve desfazer os nós, não apenas cortá-los."
Ainda estávamos casados, ao menos legalmente.
O primeiro dos desejos de João era ficar com Ana Clara, sua grande paixão.
Então Lúcia, a Ana Clara desta linha do tempo, ligou: "Eu... eu sofri um acidente de carro. Estou no Hospital Santa Maria."
João não hesitou, correu para ela, me deixando para trás mais uma vez.
Ao tentar explicar o ocorrido em casa, a desculpa fraca de uma emergência familiar se esvaiu quando soube do que me acusavam no hospital.
"O carro dela foi sabotado! E a polícia disse que a última pessoa que ligou para ela, ameaçando-a, foi você!" João gritou, minha suposta ameaça o deixava cego.
Eu, a vilã? Meu desespero crescia.
No hospital, João me tratou como um objeto, um mero reservatório de sangue raro para Lúcia.
"Tirem o quanto for necessário!" ele ordenou, e eu, exausta e invisível, permiti, me sacrificando ao limite da vida.
Mais tarde, ele ainda me acusou, esfaqueando-me com uma ingratidão que me fez desistir.
"Significa que eu cansei, João. Acabou," eu declarei, cortando os laços.
Minha missão agora era libertá-lo de mim, mesmo que isso ferisse a mim e aos meus pais.
"Eu vou estudar no exterior, vou fazer aquele mestrado em artes que eu sempre quis," anunciei, uma mentira com fundo de verdade para quebrar as correntes.
Para convencer meus pais a libertá-lo da promessa, inventei um pesadelo premonitório.
"No sonho... ele... ele morria em um acidente de carro, porque se sentia preso a mim," eu gaguejei, as lágrimas genuínas.
Eles hesitaram, mas o medo de uma tragédia os fez ceder.
Quando João voltou, ouviu seu mundo desabar.
Uma gravação de Lúcia revelou sua verdadeira natureza vil, zombando dele e de mim.
A ironia era esmagadora: ele havia pisoteado o verdadeiro amor que eu lhe dei por uma miragem.
Pela primeira vez, vi seu rosto pálido e chocado de vergonha.
Ana estava viva, mas longe.
Dez anos depois, eu era uma curadora de arte em Paris, e ele um arquiteto de sucesso.
Nesse reencontro, sob o céu estrelado, ele pediu: "Eu posso... eu posso ser seu irmão?"
Eu, a antiga Ana que um dia implorou pelo amor dele, aceitei.
"Irmão. Eu aceito."
E assim, em vez de se odiarem, eles foram curados. Nova Aventura: Além Deste Mundo
Romance Hoje, Dia dos Namorados, era também o aniversário de sete anos do meu filho, Pedro.
Casei-me com Ricardo há cinco anos, cinco anos em que lutei desesperadamente pelo seu amor.
No auge da comemoração, em meio a risadas e elogios à nossa "família perfeita", Pedro correu até nós.
Com seus olhos brilhando, ele olhou para Ricardo e disse em alemão fluente, uma língua reservada para seus segredos:
"Pai, meu desejo de aniversário é que você e a mamãe se divorciem."
"E eu quero que a tia Beatriz seja minha nova mãe."
O mundo ao meu redor desmoronou.
Olhei para Ricardo, esperando sua repreensão, sua negação.
Mas ele apenas sorriu. Um sorriso de alívio genuíno.
"Seu desejo será realizado em breve, meu filho", ele respondeu, também em alemão.
Meu coração parou. A festa continuou, mas para mim, tudo havia acabado.
Mais tarde, com a saída dos convidados, Ricardo me entregou um envelope, sua expressão fria.
Era o acordo de divórcio. Com uma indenização milionária.
"Por quê?", sussurrei, as mãos trêmulas.
Ele suspirou, cansado. "Ana Lúcia, você nunca entendeu? Você sempre foi só uma substituta. A mulher que eu amo, que sempre amei, é sua irmã, Beatriz."
A verdade me atingiu como um soco. Eu, que o amei secretamente, cuidei dele após o acidente que a noiva - Beatriz - abandonou, fui um mero tapa-buraco conveniente.
Minha alma escureceu. Peguei a caneta e assinei.
No dia seguinte, a humilhação se tornou pública. Minhas malas na porta.
Pedro gritava: "A mamãe má está indo embora! A tia Bia está vindo!"
Ricardo abriu a porta para Beatriz, que entrou triunfante, com um olhar de desprezo e pena.
A notícia se espalhou como fogo. Ricardo anunciou o noivado horas após o divórcio.
Eu era a piada nacional, a esposa indesejada.
Tranquei-me no quarto de hotel mais caro, o dinheiro queimando. Uma voz mecânica ecoou na minha cabeça:
"[Anfitriã, a tarefa designada a você neste mundo foi concluída. Deseja partir?]"
Era o sistema. A razão pela qual eu estava aqui.
"Sim", sussurrei para o vazio. "Me tire daqui. Para sempre."
Uma contagem regressiva apareceu. 30 dias.
Senti um misto de alívio e vingança. Se eu ia desaparecer, seria nos meus próprios termos.
Peguei o telefone. "Quero a suíte presidencial. E todo o champanhe que tiverem."
A festa começou. A Ascensão do Homem Quebrado
Bilionários Na véspera do nosso décimo aniversário de casamento, Maria, minha esposa, me surpreendeu ao sugerir novas fotos de casamento.
Ela, que nunca ligou para romance, de repente estava brilhando, dizendo que seria uma recompensa por todo meu esforço pela família.
Meu coração, há muito adormecido, se encheu de esperança: talvez nosso amor ainda pudesse ser salvo.
Mas a farsa se revelou no dia seguinte, na celebração que preparei com tanto carinho.
Na nossa foto recém-tirada, alguém pichou com tinta vermelha a palavra "amante" sobre a minha imagem.
O riso congelou em meu rosto, e os sussurros dos convidados se transformaram em desprezo.
Então, Ricardo, o assistente dela, surgiu, os olhos vermelhos, e "acidentalmente" mostrou a mesma tinta vermelha em suas mãos.
A verdade explodiu em minha mente, fria e brutal: ele era o amante.
Eu, João, não aguentei mais; rasguei a foto, dez anos de amor desfeitos em pedaços.
Naquela mesma noite, Ricardo postou nas redes sociais um relógio de luxo, meu presente de aniversário para Maria, e fotos de casamento - dele e de Maria.
A legenda era um soco no estômago: "Amor e desamor são óbvios, nós somos o par perfeito."
Eu estava em choque, mas Maria, ao telefone, só se importava com o "pobre" Ricardo, me acusando de intimidá-lo.
Dez anos de casamento, e para ela, eu era apenas um estranho incômodo.
Humilhado e exausto, propus o divórcio.
A resposta dela foi um riso zombeteiro: "Divórcio? João, você se acha? Sem mim, você não é nada! Você é um perdedor inútil, um sustentado!"
Aquela palavra, "sustentado", quebrou o que restava da minha dignidade.
Relembrei nosso filho, perdido anos antes, e ouvi Maria usar essa tragédia para me ferir ainda mais.
Chega! Eu estava cansado de ser manipulado.
Decidi agir: "Prepare os papéis. Quero discutir a divisão de bens."
Mas a dor ainda não havia acabado.
Descobri que as "novas fotos de casamento" que ela mencionou eram, na verdade, um ensaio íntimo e sensual dela com Ricardo.
A náusea era intensa, não só física, mas da vida que eu havia construído sobre a areia.
E então, recebi a provocação final: uma foto de teste de gravidez positivo, enviada por Ricardo.
A mensagem era clara: "Maria está grávida. O bebê é meu. Ela vai se divorciar de você e ficar comigo. Desista, perdedor."
Subestimaram minha fúria.
Liguei para o meu advogado: "Entre com o pedido de divórcio. Agora."
Liguei para um contato na mídia: "Eu tenho uma história para você. Chegou a hora da verdade."
A guerra havia começado, e eu a venceria. Você pode gostar
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August me empurrou violentamente contra a parede, exigindo tratamento VIP e escondendo o rosto dela. Mas o ultrassom revelou a verdade nojenta: uma ruptura interna grave causada por sexo agressivo nas últimas horas. Para me calar, ele jogou um cheque de cem mil dólares no chão, bem aos meus pés, enquanto Allena sorria cinicamente para mim da maca.
Mais tarde, para proteger a amante, ele me empurrou contra uma mesa de vidro, rasgando o meu braço, e exigiu que eu me ajoelhasse para pedir desculpas a ela por espalhar boatos.
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