Yue Man Shuang
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Livros e Histórias de Yue Man Shuang
O Segredo da Luna Rejeitada: O Despertar do Lobo Branco
Lobisomem Por três anos, meu marido Alfa me forçou a tomar inibidores, alegando que minha linhagem era "fraca" demais para gerar seu herdeiro sem que eu morresse no processo.
Eu acreditei nele. Engoli os comprimidos e as mentiras para ser sua Luna perfeita e submissa.
Mas durante o ataque de renegados no Baile da Vitória, a verdade finalmente me estilhaçou.
Um lobo selvagem saltou na direção da minha garganta. Gritei o nome de Bernardo, paralisada de pavor, sem minha loba para me proteger.
Ele olhou para mim. Depois, olhou para sua amante, Ariana, que estava encolhida atrás de uma mesa, com sua loba totalmente acessível.
Ele me deu as costas.
Ele derrubou o renegado que a atacava, me deixando exposta para ser dilacerada.
Se o Beta dele não tivesse intervindo no último segundo, eu teria morrido ali mesmo, no chão do salão de baile.
Quando a luta acabou, Bernardo nem sequer olhou na minha direção. Estava ocupado demais mimando um arranhão insignificante de Ariana, ignorando a esposa que quase fora massacrada.
Percebi então que os comprimidos não eram para a minha segurança. Ele estava me mantendo estéril e dócil até que pudesse me substituir por ela.
Subi as escadas, passando pelos destroços do meu casamento, e joguei os inibidores na privada.
Então, peguei um papel timbrado da alcateia e escrevi as palavras que destruiriam o mundo dele.
"Eu, Laura Menezes, rejeito você, Bernardo Monteiro, como meu companheiro."
Deixei o bilhete na mesa de cabeceira, peguei meu passaporte e saí noite adentro, sem nunca olhar para trás. Cinco Anos, Um Nome Esquecido
Moderno Ele se lembrava do nome do meu bicho de estimação de infância, do nosso primeiro encontro e da minha marca obscura de chá, mas em cinco anos, Breno não conseguiu se lembrar que eu era alérgica a camarão. O fruto do mar brilhava no meu macarrão, um lembrete cruel do quão pouco de mim realmente existia na mente dele, especialmente enquanto ele ria com uma loira conhecida do outro lado do salão. Meu estômago se revirou, não pela alergia, mas por uma doença mais profunda.
Naquela noite, em uma festa badalada num terraço, Breno entregou a Isabela Fontes, uma jovem loira, uma pulseira delicada — uma réplica da que a avó dela usava, uma história que ele já tinha me contado cem vezes. "Bela, isso me lembrou você", ele disse, com a voz suave, íntima. Ela sorriu radiante, inclinando-se para ele, os olhos brilhando, e então seu olhar cruzou com o meu, com um brilho triunfante e venenoso.
Quando Isabela ronronou sobre a inauguração de uma galeria, Breno riu. "A Eliza vai com a gente. Nosso jantar de aniversário é nessa noite." Ele se virou para mim, um sorriso forçado implorando para que eu entrasse no jogo. Mas eu já tinha chegado no meu limite. "Acabou, Breno", sussurrei. "E meu nome é Eliza." Ele pareceu genuinamente perdido, incapaz de se lembrar do meu nome verdadeiro, enquanto Isabela e seus amigos zombavam do seu esquecimento.
Seus olhos, arregalados e confusos, buscaram meu rosto. "Eliza? Do que você está falando? Seu nome é... sempre foi..." Ele parou, completamente desnorteado. Um gosto amargo de fel encheu minha boca. Ele se lembrava de cada detalhe trivial da vida de Isabela, mas do meu nome de verdade? Era um branco total.
Mais tarde, ele me deixou abandonada em uma estrada escura e sinuosa depois que me recusei a pedir desculpas a Isabela. Meu celular estava sem bateria, e eu tropecei, quebrando o tornozelo. Enquanto eu estava ali, sozinha e ferida, soluçava: "Por que eu fiquei? Por que desperdicei cinco anos com ele?". Breno, enquanto isso, ia embora, uma inquietação que o corroía por dentro borbulhando sob sua raiva, apenas para retornar a uma cena de horror. Quarenta e Nove Livros, Um Acerto de Contas
Romance Meu marido, Artur, tinha um padrão. Ele traía, eu descobria, e um livro raro aparecia na minha estante. Quarenta e nove traições, quarenta e nove pedidos de desculpas caríssimos. Era uma transação: meu silêncio por um objeto belo.
Mas a quadragésima nona foi a gota d'água. Ele faltou à cerimônia de premiação do meu pai, que está à beira da morte – uma promessa que ele fez segurando sua mão – para comprar um apartamento para seu amor de adolescência, Júlia.
A mentira foi tão displicente que me quebrou mais do que a traição.
Depois, ele a levou ao jardim memorial da minha mãe. Ele ficou parado enquanto ela tentava erguer um monumento para seu gato morto ao lado do banco da minha mãe.
Quando os confrontei, ele teve a audácia de me pedir compaixão.
"Vamos ter um pouco de compaixão", ele disse.
Compaixão pela mulher que profanava a memória da minha mãe. Compaixão pela mulher para quem ele contou sobre o meu aborto espontâneo, uma dor sagrada que ele compartilhou como se fosse um segredo sujo.
Percebi então que não se tratava apenas de um coração partido. Tratava-se de desmontar a mentira que eu o ajudei a construir.
Naquela noite, enquanto ele dormia, instalei um programa espião em seu celular. Sou estrategista política. Já destruí carreiras com muito menos. O quinquagésimo livro não seria o pedido de desculpas dele. Seria a minha declaração final. Vingança: A Queda do Bilionário
Romance Por oito anos, eu fui a namorada do bilionário mais intocável de São Paulo, Arthur Monteiro. Para o público, éramos um conto de fadas: o CEO brilhante e frio que era completamente devotado a mim, uma simples artista que ele tirou do anonimato. Ele construiu uma fortaleza de luxo e segurança ao meu redor.
Mas era tudo mentira. No nosso aniversário, eu o ouvi com outra mulher. Ele me chamou de "isca", um "escudo" que ele usava para absorver as ameaças e a atenção destinadas ao seu verdadeiro amor, Karina.
Sua máscara caiu. Ele permitiu que Karina me humilhasse publicamente, destruísse a herança de família da minha falecida mãe e, como castigo, me forçou a tomar uma sopa feita com meu amado gato.
Sua "lição" final foi me jogar em um clube de luta clandestino. Enquanto eu jazia espancada e sangrando na lona, eu o vi no camarote VIP, assistindo com um tédio distante enquanto Karina ria ao seu lado. Os oito anos de proteção não foram amor; foram apenas a manutenção do seu escudo humano.
À beira da morte, fui resgatada por seu maior rival, Breno Tavares. Com meu último suspiro, entreguei a ele os segredos que colocariam o império de Arthur de joelhos. Em troca, pedi apenas uma coisa.
"Faça Helena Bastos desaparecer", sussurrei. "Me ajude a morrer." Você pode gostar
Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
PageProfit Studio "Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele."
Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis.
Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas.
Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda.
Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito.
Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona:
☽ Aquela noite não foi um acidente;
☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro;
☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la.
Pena que ela estava cansada de ser controlada.
***
O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa.
"Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha."
Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você."
"Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora." Esse príncipe é uma garota: A companheira escrava do rei maligno
Kiss Leilani Todos não sabiam que eu era uma menina e me olhavam como se eu fosse um homem, um príncipe.
Os Urekais, conhecidos como os seres mais fortes e imponentes do mundo, sempre compavam seres humanos para satisfazer seus desejos lascivos.
E quando eles vieram ao nosso reino para levar minha irmã, eu intervim para protegê-la. Foi assim que acabaram me comprando também.
Meu plano era escapar, mas minha irmã e eu nunca tivemos uma chance.
Como eu poderia saber que nossa prisão seria o lugar mais fortificado deles? Eu deveria permanecer discreto, pois eles não viam utilidade em mim, alguém que eles nunca deveriam ter comprado.
Mas então o Urekai mais poderoso dessa terra, seu implacável rei, se interessou nesse "lindo príncipezinho".
Como poderíamos sobreviver neste reino brutal, onde todos odiavam nossa espécie e não demonstravam misericórdia?
E como alguém, com um segredo como o meu, podia se tornar uma escrava sexual?
Nota do autor: Este é um romance sombrio para adultos, com vários tópicos delicados, como violência.
Se você é um leitor experiente do gênero e está procurando por algo diferente, pronto para começar sem saber o que esperar, então mergulhe nesta aventura!
Do autor do best-seller internacional "A escrava mais odiada do rei".
Cicatrizes do destino
Syra Tucker A cicatriz no rosto de Lyric sempre foi motivo de piadas e rejeição. Desde pequena, todos ao seu redor — inclusive o homem com quem ela dividia a vida — a tratavam com nojo ou indiferença.
Ele só a mantinha por perto porque precisava usá-la. Assim que conseguiu o que queria, desapareceu sem olhar para trás.
Destruída no fundo do poço, Lyric esbarrou num homem diferente, que olhou para seu rosto e disse que era bonito. Pela primeira vez, ela soube o que era se sentir amada de verdade.
Aquela noite virou tudo de cabeça para baixo, reescrevendo a vida por completo.
Lyric começou a enxergá-lo como um tipo de salvação.
Ele, por sua vez, descobriu que ela era a única mulher capaz de dar fim a um problema íntimo que o atormentava há tempos.
Lyric chegou a acreditar que a sorte, enfim, bateu na porta, mas o sonho desmoronou quando veio a verdade: ele mentiu.
Ela queria escapar, seguir seu próprio rumo e renascer das próprias cinzas, mas parecia que era tarde demais, Sem perceber, ela já estava em um mundo sombrio do qual sempre fez questão de manter distância.