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A HUMANA DO PRINCIPE DRAGÃO

Capítulo 2 O PRÍNCIPE DRAGÃO ERICK

Palavras: 1881    |    Lançado em: 10/04/2024

devido a novos tumultos nas terras baixas. O seu inimigo e tio, o dragão Baduf, estava novamente determinado a fazer do seu filho Torsten o herdeiro

eles na terra. No entanto, as coisas com as artes proibidas, e o erro que ele cometeu ao ensinar um humano

eu melhor e único amigo Oryun, o seu futuro consel

seu pai-, respondeu o príncipe Erick. -O papa encarregou-o agora d

o porque é que ele estava sempre a fazer-me perguntas sobre

este? -apressou-se o

-é que apenas comemos, dançamos, bebemos

s ver lutar uns contra os outros e que tomamos a su

Agora que já acabaste, porque não vamos para a floresta e ficamos na cabana-, diz Oryun, -Não há human

zação? Não quero voltar a ser cast

ha para ela, aqui ela vem, po

quanto pega suas asas. Levanta-se, o seu dragão é muito maior do que o da sua mãe, vai ao seu encontr

à floresta, mas não faç

a minha mente! -pr

u único filho, temos uma ligação especial, eu ouço os teus pensamentos, assim c

desconectas de mim? -

ho. -Vejo que estás aborrecido e que queres ir a esse mundo humano. Vai, mas só à nossa floresta, os humanos temem-na e não a visitam. O últ

tencion

no reino, possuindo grandes poderes. Dos olhos da imperatriz Zelda, saem dois grandes raios, qu

to, mãe? -pergunta

arás invisível. Vou retirar o castigo que o teu pai te deu, mas e

graça, mãe! -p

o teu pai te deu e não podes ir à floresta encantada

de ser visto pelos humanos, mas entre ficar aborrecido é ser invisível, conc

envolveu nas suas asas e ficaram assim durant

os são viciados em caçar-nos, se te virem não descansam enquanto não te matarem, e

treinamos para nos transformarmos em animais dife

bilidade é só para os dra

quer dizer

e virou-se para trás, dizendo: -Agora vamos ao palácio ver o que o teu pai está a fazer. Agora deixa-me ir

uvens do céu. O império do dragão é um dos mais antigos dos deuses. O seu pai subiu ao trono há milhares de anos, depoi

no, laranja e amarelo. Ambos abrem as asas e descem. Ao fazê-lo, apercebem-se de que é noite na terra dos humanos. Isso não os preocupa por

umanos a entrar

s animais para o único caminho que atravessa a floresta. Um pouco mais à frente, aparece um séquito de ma

-pergunta o príncipe

amos em pedra, mas isso seria contraproducente, porq

mos humanos!

primo Trosten diz

s ouve, vai castigar-nos para toda a

ossos e tendões, não prestam para nada-, diz o príncipe. -Oh,

pararam estão a tentar fazer com que os perseguidores os sigam

u ver quem é que eles querem salvar. H

anos foram amarrados e amordaçados, estão a ser enforcados e outros humanos torturam-nos selvaticamente, enquant

s três jovens estão em muito mau estado. Ele cobre-os com a sua saliva de dragão, na tentat

, pensando que vão morrer de certeza, mas pelo menos não serão comidos pelos animais

á tão agitado? Quem era a criatura que estava a tenta

mil anos, e acho que me viu-, re

s invisíveis! -

ão podemos deixar que nenhum monstro

longos cabelos negros a esvoaçar no ar. Oryun tinha de concordar com o seu príncipe. Aquela humana era realmente muito bonita. Passaram a noite in

o que levava à cabana. Tinha sido construída pelo seu avô há milhares de anos e pertencia-lhe. Era o sítio de que mais gostava na te

ara o desconforto do Príncipe, que a viu assustada com a sombra da sua amiga no chão. -Além disso, estes humanos são tão crueis que me fizeram gastar demasiad

er? -perguntou o prín

s. Estavam determinados a dizer onde ela estava e não o fizeram, resistiram

saliva mágica não os curou?

s. Acho que não vão sobreviver, deixei-os protegidos numa caverna, são humanos d

erminar, - disse o príncipe pensativo. -Se quiseres, volta

ua h

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A HUMANA DO PRINCIPE DRAGÃO
A HUMANA DO PRINCIPE DRAGÃO
“Eu não sabia que a vida podia mudar num instante. Perdi tudo naquele dia fatídico: os meus pais, os meus irmãos, os meus amigos, a minha casa, tudo! Só porque era considerada bonita, tive de fugir e esconder-me como se fosse a pior dos criminosos. Nunca imaginei que o meu destino fosse tão cruel; por minha causa, perdi tudo o que amava. Desde aquela noite, tento fugir sem sucesso; eles encontram-me sempre. Até que, a meio da noite, sou levantada por garras enormes e transportada para lugares longínquos e estranhos. Sempre que sou encontrada, este ser salva-me. Quem será ele? Não faço ideia. Com medo? Sim, muito. No entanto, aguardo-o todos os dias para me salvar.”