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A HUMANA DO PRINCIPE DRAGÃO

Capítulo 4 UM PET

Palavras: 1828    |    Lançado em: 10/04/2024

se necessário, tal como ele lhe tinha ordenado. Não sabe quando adormeceu, o sol já ia alto quando abriu os olhos, por causa do barulho que o seu estômago fazia a pedir comida. Espreitou

ó um pouco, o suficiente para pôr a cabeça de fora e olhar para o exterior. Tudo estava calmo, por isso, mais determinada, abriu a porta e caminhou até onde o sol

tinha visto um daq

animais observavam-na com grande curiosidade. Ficou contente por ver que não se assustavam com a sua presença e, decidida, regressou ao interior da cabana. Pegou num

m desconhecido, quem seriam eles realmente? Perguntava-se enquanto olhava para o anel que o pai lhe tinha posto no dedo, com um enorme rubi, que parecia que a qualquer momento iria disparar fogos ao brilhar em contacto

verdade é que nunca o diziam, ela supunha que se tratava de alguém muito importante, pela forma como o melhor amigo do seu pai, Aldus, pai de Leoric, o tratava. Também tinham vindo com eles e instalaram-se ao lado dele. Sempre que che

mo se ela se tivesse esquecido de tudo e renascido. O corpo dela mudou depois disso. Bem, o corpo dos seus irmãos também, especialmente o

assunto. No entanto, o que o pai disse ao irmão fê-la pensar. Tinha de dizer o nome do

um veado como aquele. Era muito grande, com chifres enormes, um pouco avermelhados e pretos. Que animal poderia ser? Não se aproximou, tinha medo

cipe Erick furiosamente para o seu amigo q

te-me ver a cara que ele faz quando olha p

não possas voar! -ameaçou com raiva, o seu amigo era muito

smo do teu novo animal de estim

ano? Porque l

a olhar para ela, a I

ara me ensinar a

io? Pe

todas as minhas emoções, como é que achas que ela se chama?

competir com qualquer uma das princesas do reino dos dragões quando tomavam essa forma. Apesar das suas inúmeras viagens e vivências de homens, eles nunca se tinham metido com uma mulh

que o pai d

thela estava a pintar, olhando-a com admiração. Nunca se tinha apaix

nes pela humana. Sabes que a

nada! Porque hei-de f

o. Está decidida a casar contigo desd

quer outra princesa dos reinos amigos. Mas ela nunca será minha esposa, j

ndo os humanos exterminaram os dragões das Montanhas d

or mim, ela devia ver-me como o seu irmão mai

s ela é ambiciosa,

teressa qual delas o papa escolhe, desde que não seja a Elgida, eu aceito-a. Esta noi

ei! Aquela azulzinha engraçada que vimos quando fomos ver o

a Luddie? Sim, ela é gi

ca poderei casar com uma princesa. Talvez com o

que se virou para olhar em volta sem conseguir ver nada e corre

ndo te digo para o esconderes da Elgida. Por isso, não deixes que ela

r meu animal de es

o o que é q

po, cerca de trinta e cinco dias seriam setenta anos humanos. Não podia afeiçoar-se a ela, perdê-la-ia antes de se habituar

Depois ele tornou-se nosso inimigo, querendo matar toda a gente pelo nos

izer quem somos. Er

Não queres que o teu an

u animal de

que é

mes isso. Olha as coisas bonitas qu

sair, espreitava furtivamente à sua volta e, não vendo nenh

e Estela, -devíamos arranjar-lhe alguns daqueles carvões colorido

ensar

de ver as nossas sombras-, disse o Príncipe

ávamos a tomar conta da criança, lembras-te? Fazemos uma barreira prote

o foi o que ele nos disse naquela altura

s. Não é isso que queres, que ele viva mais tempo? Talvez seja uma man

enho medo que lhe possa acontecer alguma coisa. E se a levar comigo esta noite? Posso escondê-la no

para o nosso reino? Ela é apenas o teu animal de e

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A HUMANA DO PRINCIPE DRAGÃO
A HUMANA DO PRINCIPE DRAGÃO
“Eu não sabia que a vida podia mudar num instante. Perdi tudo naquele dia fatídico: os meus pais, os meus irmãos, os meus amigos, a minha casa, tudo! Só porque era considerada bonita, tive de fugir e esconder-me como se fosse a pior dos criminosos. Nunca imaginei que o meu destino fosse tão cruel; por minha causa, perdi tudo o que amava. Desde aquela noite, tento fugir sem sucesso; eles encontram-me sempre. Até que, a meio da noite, sou levantada por garras enormes e transportada para lugares longínquos e estranhos. Sempre que sou encontrada, este ser salva-me. Quem será ele? Não faço ideia. Com medo? Sim, muito. No entanto, aguardo-o todos os dias para me salvar.”