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Bilionário de Wall stret

Capítulo 3 Rush café

Palavras: 1282    |    Lançado em: 23/04/2024

altura dela? Você tem uma preferência? - Alta - digo imediatamente. - Ou, pelo menos, acima da média. - Tenho um metro e noventa e as mulheres pequenas parecem crianças para mim. - Ok,

u ainda quero mais. Eu quero tudo, incluindo uma esposa que se encaixe na vida que trabalhei tanto para construir. Aparentemente, deveria ser fácil. Aos trinta e cinco anos, tenho dinheiro suficiente para manter a população feminina de Manhattan com bolsas Louis Vuitton e sapatos Louboutin pelo resto de suas vidas, não sou feio, e malho diariamente para ficar em forma. O último, faço mais pela saúde do que pela vaidade, mas as mulheres parecem apreciar os resultados. Eu posso pegar qualquer mulher em um clube em questão de minutos, mas nenhuma delas é o que eu quero. Eu quero alta classe. Eu quero elegância. Eu quero uma mulher que seja o oposto completo daquela que me criou – daí, Victoria Longwood-Thierry e suas conexões de dinheiro antigo. Foi meu amigo Ashton que me apontou na direção dela. - Você sabe que o tipo de mulher que você quer não vai ficar em um bar, certo? - Ele disse quando, depois de algumas cervejas, mencionei minhas especificações para uma esposa. - Você está falando sobre a aristocracia americana aqui, Mayflower e toda essa merda. Se você está falando sério sobre encontrar a boceta de ouro, precisa falar com a amiga da minha tia. Ela é uma casamenteira profissional que trabalha com políticos e caras ricos de Wall Street, como você. Ela vai encontrar exatamente o que você precisa. Eu ri e mudei de assunto, mas o germe da idéia tinha sido plantado, e quanto mais eu investigava a amiga da tia de Ashton, mais intrigado me tornava. Acontece que Victoria havia arranjado casamento para, pelo menos, dois gerentes de fundos de investimento que eu conheço – um com uma ginasta olímpica, o outro com uma bióloga de Princeton que uma vez trabalhou como modelo. Depois de escavar ainda mais, fiquei sabendo que os dois casamentos estão durando, e, mais do que tudo, me convenceu a dar uma chance à casamenteira. Eu pretendo ser tão bem-sucedido em minha vida pessoal quanto tenho sido nos negócios, e ter o tipo certo de esposa é uma grande parte disso. Sentado em minha mesa de madeira de ébano reluzente, ligo meu monitor Bloomberg e pego uma pilha de relatórios de pesquisa. Eu tenho Victoria cuidando do caso, então, deixo de lado a caçada à esposa e me concentro no que realment

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“está preparado para isso e eu... Kendall bate o copo de chá gelado com tanta força que o líquido de seis dólares cai de sua borda. Agarrando o guardanapo, ela enxuga o molhado e me encara sobre o prato meio comido de crepes de trigo-mourisco. - O que foi? - Eu pisco para a minha melhor amiga. - Consegue notar que está falando sobre Sr. Puffs, Cottonball e Rainha Elizabeth pela última meia hora? - Kendall se inclina, os olhos castanhos estreitados. - É gato isso, gato aquilo, veterinário aquilo outro. - Ah - Envergonhada, olho para o relógio na parede do local de brunch no qual Kendall me arrastou. Com certeza, já faz quase trinta minutos desde que chegamos aqui – e não calei a boca durante esse tempo. Sem graça, olho para Kendall. - Me desculpe por isso. Não quis te entediar. - Não, Emma. - O tom de Kendall é de paciência exagerada quando ela se inclina para trás, jogando o cabelo escuro e brilhoso por cima do ombro. - Você não me entediou. Mas me fez perceber uma coisa. - O quê? - Você, minha querida, é oficialmente a Senhora dos Gatos. Minha boca se abre. - Como assim? - Sim. Uma típica Senhora dos Gatos. - Claro que não sou! - Não? - Ela arqueia uma sobrancelha perfeitamente formada. - Vamos rever os fatos então. Quando foi a última vez que teve seu cabelo cuidado por um profissional? - Hum... - Conscientemente, toco na explosão de cachos vermelhos na minha cabeça. - Talvez um ano ou mais atrás? - Foi, na verdade, para a festa do vigésimo quinto aniversário de Kendall, o que significa que já faz dezoito meses que nada além de um pente tocou essa bagunça cheia de frizz. - Certo. - Kendall corta seu crepe com a delicadeza de Rainha Elizabeth – minha gata, não a monarca britânica. Depois de mastigar, ela diz: - E o seu último encontro, foi quando? Sobre isso eu preciso realmente pensar. - Dois meses atrás - digo triunfante quando a lembrança finalmente chega até mim. Eu cortei um pedaço do meu próprio crepe e levei-o à minha boca, murmurando: - Isso não é há muito tempo. - Não - Kendall concorda. - Mas eu estou falando sobre um encontro de verdade, não um café por sentir pena de seu vizinho de sessenta anos. - Roger não tem sessenta anos. Ele tem no máximo quarenta e nove... - E você tem vinte e seis. Fim da história. Agora, não evite a pergunta. Quando foi a última vez que você teve um encontro de verdade? Pego meu copo d'água e engulo enquanto tento lembrar. Tenho que admitir, Kendall me pegou nessa. - Talvez um ano atrás? - Eu me arrisco, embora tenha certeza de que a data em questão – uma ocasião menos que memorável, claramente – antecedeu a festa de aniversário de Kendall. - Um ano? - Kendall bate as unhas cor castanho na mesa. - É sério, Emma? Um ano? - O quê? - Tentando ignorar o rubor subindo pelo meu pescoço, concentro-me em consumir o resto do meu crepe de vinte e dois dólares. - Tenho andado ocupada”
1 Capítulo 1 Maligna 2 Capítulo 2 Senhora dos gatos 3 Capítulo 3 Rush café 4 Capítulo 4 Brincar comigo 5 Capítulo 5 Bem sucedido 6 Capítulo 6 Engenheira 7 Capítulo 7 Caminho até aqui 8 Capítulo 8 Desmaiando de fome 9 Capítulo 9 Amei todos10 Capítulo 10 Pessoas tímidas11 Capítulo 11 Estou saudável 12 Capítulo 12 Sobrecarregada 13 Capítulo 13 Incrédula14 Capítulo 14 Sorriso lindo15 Capítulo 15 Puramente masculina