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GIL E O ALFA AMALDICOADO

GIL E O ALFA AMALDICOADO

Autor: Bris
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Capítulo 1 POR QUÊ

Palavras: 1512    |    Lançado em: 10/05/2024

ita que ela não deve parar. Ela precisa escapar, não pode deixar que eles a peguem novamente. Ela continua correndo pela flor

capar, sua vida

de ouvir as vozes de seus perseguidores se aproximando e o medo a invade. Ela se empurra com os pés o mais rápido que pode, sentindo como se seu coração quisesse sair do peito. A correnteza a arrasta em grande velocidade, e ela quase se sol

o percorre sua pele, e ela sente a corrente se tornar mais violenta e levá-la para longe de seus persegu

uperfície, ela se sente parada, tudo está escuro como breu. Apesar do medo e da incerteza, ela chuta co

doloridas não conseguem sustentá-la. Ela cai novamente depois de fazer várias tentativas, devido à insistência da voz em sua cabeça que lhe diz que eles não podem parar, que precisam se esco

som da cachoeira caindo e o vento soprando agora alcançam seus sentidos embaçados. Ela está prestes a adormecer quando começa a ouvir passos de lobo se aproximando rapidamente, ela tenta se levantar,

nta a cabeça, aterrorizada. Quatro enormes patas pretas e peludas estão ao seu lado. Ela olha para cima, incapaz de acreditar em seus olhos. Um lobo enorme e ofegante, com a língua vermelha para fora, babando, presas enormes prontas para s

ndo-a com a cauda, emitindo um calor incrível. Ela não se move, pois o terror que a acomete não permite que ela o faça. Mas o calor do lobo faz com que ela recup

o. Seu corpo está impregnado com seu calor reconfortante. Ela afunda a cabeça no peito do lobo, que ronrona alegremente. Ele lhe parece familiar e ela já este

e nevou muito forte durante a noite, se não fosse pelo lobo ela estaria congelada com certeza, onde ela está? Seria verdade ou não? Ela olha ao redor e não vê nenhum

to, eles se olham fixamente nos olhos. Ela acha que é um de seus perseguidores, mas a maneira como ele abana a cauda lhe diz que não é. Ela não sabe por que, mas se levanta com muita dificuldade, ouvin

de feridas. O frio é uma tortura, como adagas cravadas em sua pele. Ela chora em silêncio enquanto caminha atrás desse lobo enorme que não sabe se

tar que há uma caba

de alguém, mas não vê ninguém. Ela avança resolutamente até ficar em frente à lareira. Alguns cobertores em frente à lareira chamam sua atenção. Ela os pega e se envolve neles. Ela

as pessoas que a raptaram da escola? Onde estão seus pais? Por que

para fazê-la dormir. Por que alguém iria querer pegá-la? Ela é apenas a filha de alguns pobres trabalhadores de uma loja de doces, que certamente devem estar muito deses

m lugar como esse, com animais selvagens. Porque os que a perseguiam eram muito estranhos, às vezes de quatro e às vezes d

zendo tudo o que ela tinha que fazer, o que seria? E por que de repente ela podia ouvir e ver tu

ada pelo calor agradável do fogo crepitante na lareira, sem saber que

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GIL E O ALFA AMALDICOADO
GIL E O ALFA AMALDICOADO
“Gil era apenas a rapariga peculiar de cabelos brancos e olhos cinzentos. Vivia com quem acreditava serem os seus pais, sempre a fugir, a esconder-se, temendo ser encontrada a cada passo, perseguida por olhos vermelhos que a seguiam para onde quer que fosse. Desconhecedora da sua natureza e destino, era perseguida desde antes de nascer por aqueles que não queriam que viesse ao mundo para tudo consertar. Aren é o milenar e poderoso Alfa, acompanhado pelo seu lobo Oto. Licantropo incapaz de assumir forma humana, é o líder da matilha mais poderosa que existe. Amado por muitos e odiado por outros, sofre uma maldição lançada por uma entidade das trevas que terá de enfrentar. Aguarda pela sua Lua, a única capaz de quebrar o feitiço. Ambos descendentes de entidades divinas e poderosas que despertarão no momento certo. Um amor que os unirá para toda a eternidade, onde terão de lutar pela tão almejada felicidade. A vida fará com que estas duas almas solitárias, predestinadas pela mãe lua a unirem-se, se encontrem. Serão capazes de superar todos os desafios que as aguardam?”