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Uma mãe para a filha do Don

Capítulo 7 Obedeça

Palavras: 1586    |    Lançado em: 30/10/2024

ÍTU

exe

rochosa da ilha de Elba, e eu não esperei seque

torno de mim, prontos para agir. Não precisaram de ordens. Eu sabia que Maria Luíza estava dentr

a que tenho tempo

odado, com aquele sorriso maldito no ros

nte, estendendo a mão como se fosse um encontro amig

gnorando o gesto e avançando dir

aquele maldito consigliere. O encarei enfurecido e

, registrando cada rosto ali pr

te desconfortáveis. Eu sabia que eram os responsáveis por apontar

sada curta, perceb

viagem turbulenta e tantas... tensões, achei

mais gélido do que eu pretendia. - Quero saber como esses... - apontei p

es rápidos, claramente

uem ela era. Estamos em uma situação delicada, você sabe disso. - Ant

ara o líder do grupo, o homem que teve o telefone arrancado das mãos por

aviso. - Ele começou, a voz tensa. - A situação estava... complicada. Mas, a

Essas precauções incluíram apontar armas para ela? Ou você acha que

m tentou se justificar, a voz trêmula. -

nte acham que minha noiva, seria uma espiã? Ou estavam simplesmente co

ssa mulher. Tenho motivos s

já tinha perdido a paciência. Dei um passo

antir pessoalmente que seja a última coisa que você fará na vida. - M

mente sem coragem para me encara

um giro na pistola e apontei,

viso, porque est

irei par

ra dirigida a ele, enquanto mantinha o olhar firme. - Porque da próxima vez

iso, mas havia algo de c

e emoções... complicadas estraguem o que está em jogo. Eu manterei

tinha uma segunda intenção, uma jogada oculta, mas naquele momento

palavras foram cortantes, deixando implícito que eu nã

de cabeça, sua expressão ainda calculista. - Descanse,

rincipal. A raiva dentro de mim crescia com cada passo. Não era só a confusão toda em que Mari

janela, seu olhar perdido na paisagem lá fora. Assim que me viu, sua expressão mudou d

disse, minha vo

Mas eu não estava ali para discutir ou explicar. Ela não

eu poderia ir? - ela perguntou, a voz soando calma

ionar. Você faz o que eu mando e pronto, porra! - Me aproximei rapidamente, aga

as eu a segurei com firmeza. Seus olhos se estreita

u, sua voz elevada. - E o que diabos você pensa que

nos dela. A proximidade fez o ar entre nós parecer mais pesado. Ela est

eu trabalho, então o mínimo que precisa fazer é ficar de boca fechada. - Rosnei, puxan

dessa vez eu a puxei com mais fo

hegamos ao saguão, os homens de Antony ainda estavam lá, mas dessa vez ninguém ousou nos e

de você até no inferno. - Me aproximei, estava com al

inha! Já não basta ter ficado com a Maria Ed

puxei Maria Luíza que estava se desped

ela. Assim que chegamos, liberei sua mão e abri a porta

m olhar para ela, tentando controlar a

o, antes de entrar no jato, sua postura tensa.

om a minha irmã, porque engravidou outra? - apert

is conv

questiono

sse que

PORQUE NÃO PRETENDO ESPERAR DEZ HORAS SÓ PORQUE VOCÊ QUER! - gr

minha imagem. Em fúria levantei, segurei na sua cintura e a

entir como apertei próximo à sua virilha. Nossos olhares se cruzaram e não tirei a mão de lá. - Se gosta da forma c

i como ficou ofegante. Aq

VRO, SEGUE A AUTORA E DEIXE SU

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Uma mãe para a filha do Don
Uma mãe para a filha do Don
“Maria Luíza aceitou um casamento arranjando com Alex Kim, Don da máfia russa, quando sofreu uma traição do homem que ela gostava. O problema foi que Alexei era um viúvo e com uma garotinha recém-nascida nos braços, que ao chorar, despertava o transtorno que Maria Luíza pensava estar controlado. Alexei era um homem frio e que a afastava com facilidade: "O mínimo que eu esperava, era que a minha esposa pudesse cuidar da minha filha". - ele falou puxando a pequena dos braços de Maria Luíza quando ela se desesperou com o choro da bebê. "Se era de uma babá que precisava, deveria ter explicado. Eu arrumaria uma para você." - falou rudemente, apertando o cobertor da menina que ficou sobre os seus braços. Porém quando Alexei saiu, não viu a tristeza que deixou no rosto de Maria Luíza, que cheirava a coberta da pequena, e mesmo com medo... queria ter a oportunidade de tê-la nos braços. Livro indicado para maiores de 18 anos. Cenas de sexo explícito, tortura e gatilhos.”