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Rendidos Ao Desejo

Capítulo 4 3

Palavras: 2465    |    Lançado em: 22/11/2024

narr

dada, pesando

s ao meu redor me lembravam que ainda estava em um hospital. M

estava apreensiva, não apenas pelo desafio físico que eu teria que enfrentar, mas também pela ideia de interagir com outra pes

maneira despretensiosa sobre a testa. Seu sorriso era caloroso, e seus olhos, um tom profundo que parecia entender mais do que eu estava disposta a revelar. Havia algo estr

e, estendendo a mão. Sua voz era suave e encorajadora, mas ao mesmo t

pertei sua mão, e a conexão foi instantânea, como se um fio invisível nos ligasse. Mas eu n

stá pronta para começar? - Ele sorriu, e por um momento, vi um vislumbre de esperança. Mas

rnava cada vez mais evidente. A fraqueza era esmagadora, e a frustração se acumul

Um passo de cada vez. - ele dizia

olhava, como se visse não apenas o meu corpo, mas também a minha alma, me deixava confusa. Eu não queria me abrir para el

eu tentava mover a perna. O suor escorria pela minh

to fechava os olhos. E, apesar do medo, eu sabia q

meu coração. Um dia de cada vez, eu dizia a mim mesma. Mas, enquanto a sessão terminava e Luke me ajudava a me erg

.

Acordar do coma foi como abrir os olhos para um mundo em que eu não pertencia mais. Tudo estava diferente, as paredes do

bro-me de flashes de luz, vozes distantes e a s

à tempestade. A cada sessão de fisioterapia, ele me guiava com paciência e firmeza, como se

so inimaginável. Mas Luke estava sempre lá, incentivando-me a não desistir. "Um passo de cada vez, Asa. Você vai consegui

ao mesmo tempo, e Luke sorriu para mim com orgulho. Naquele momento, percebi que estava começando a recuperar não apenas a força do meu cor

r as sessões de fisioterapia em casa era ao mesmo tempo reconfortante e assustadora. O hospital se tornara uma espécie de refúgio, uma bolha segura onde

meu quarto, interromp

hã. Está feliz? - diz ela, m

certeza. Havia ainda tantas d

iva. O que aconteceria quando eu deixasse o hospital? E quanto às sessões de fisioterapi

possivelmente, Max. Eu ainda, infel

a, a dificuldade de reconhecer meu próprio corpo, a luta para me levantar. Mas também pensei em Luke e em como ele havia sido uma

alisasse. Eu enfrentaria cada desafio de frente, um dia de cada vez. Amanhã seria um novo começ

prestes a deixar o hospital, mas isso não significava que eu estava sozinha. Havia

.

dade. A luz do sol brilhava intensamente, e eu senti cada raio como uma promessa de novos começos. Mas, ao m

de nostalgia e medo. Quando pisei na porta de casa com uma moleta em uma das mãos me ajudando a manter o equilíbrio, senti minha mãe segurar minha mão

rei, minha ir

mou, mas eu não consegui responder. Em vez disso, meu olhar s

o meu red

agora, aqui estava ele, ao lado da minha irmã, e um filho deles estava prestes a entrar em n

a descompassado. Cheguei ao meu quarto e fechei a porta atrás de mim. O cheiro familiar trouxe uma onda de nostalgia, mas não era

Alma e Max, que estavam sentados no sofá e

qui. - disse, minha voz tre

para casa! Estamos tão felizes em tê-la de volta. -

- A frustração se acumulava, e eu podia sentir as lágrimas se formando. - Eu vou me mudar par

o anos. Ele deixou diversas propriedades e dinheiro para mim e Alma. Eu herdei s

u olhar passando de s

cê precisa agora? Não seria melhor ficarmos ju

. - A última frase saiu como um sussurro, mas tinha um peso colossal. Eu precisava de um l

isteza em seus olhos. Mas

posso impedir. Mas Asa, você ainda é parte d

de espaço. - Com isso, me virei e fui em di

ma parte de mim desejava que tudo fosse diferente. Mas, por outro lado, sabia que precisava enfren

.

a caminhar até a janela. O reflexo no vidro mostrava uma versão de mim que parecia estranha: um corpo que eu conhecia, mas que não respondia como eu

star em sintonia com o corpo. Nunca pensei que reabilitar-me seria tão difícil, e o que antes e

até a porta. Ao abri-la, Luke estava lá, com sua habitual expressão animada e uma bolsa cheia

esafios? - ele brincou, entran

sorriso, mas havia um peso no meu

ngamento, tentando afastar os pensamentos que me atormentavam. Mas

que está acontecendo? - ele pergunto

oa que eu amava agora estava esperando um filho com a minha irmã? A ideia de abrir meu cora

indo em seco. - Eu não sab

lhou com

ue importa. Mas eu sei que, além do corpo, a m

abilidade. Decidi que ta

ra... eles vão ter um filho. - A última palavra saiu como um sussu

o, e a expressão em seu

. Como você está se senti

nstante, sentindo as lág

confusa... com medo de

tiu, comp

xperiência traumática, e agora, ao tentar se recu

Mas, ao mesmo tempo, havia um certo alívio em compartilhar minha dor.

o seguir em fren

eu ombro. - E lembre-se: você não precisa passar por isso

a recuperação não era apenas física.

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Rendidos Ao Desejo
Rendidos Ao Desejo
“Após um trágico acidente, Asa entra em um coma profundo que a mantém afastada do mundo. Ao despertar, ela se depara com uma realidade transformada: relacionamentos desfeitos, novos laços formados e mudanças inesperadas em sua vida e na sociedade ao seu redor. Ela luta para se reintegrar e entender seu lugar neste novo cenário, enquanto relembra os momentos que a definiram antes do acidente. Como Asa reagirá às surpresas e desafios que a aguardam, e que tipo de pessoa ela se tornará após essa jornada de redescoberta e adaptação?”
1 Capítulo 1 Prólogo2 Capítulo 2 13 Capítulo 3 24 Capítulo 4 35 Capítulo 5 46 Capítulo 6 57 Capítulo 7 68 Capítulo 8 79 Capítulo 9 810 Capítulo 10 911 Capítulo 11 1012 Capítulo 12 1113 Capítulo 13 1214 Capítulo 14 1315 Capítulo 15 1416 Capítulo 16 1517 Capítulo 17 1618 Capítulo 18 1719 Capítulo 19 1820 Capítulo 20 1921 Capítulo 21 Final