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Clímax

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Capítulo 1 Um joelho ralado, e um coração partido

Palavras: 3813    |    Lançado em: 04/01/2025

parado para nós. E, mesmo que não acreditemos em fábulas encanta

arrativas para embalar o sono das crianças. Ela até cogitava a possibilidade de existirem Cinderelas em uma ou outra noite da semana, mas acreditava que, na maior parte do tempo, todas as garotas não eram nada além de gatas borralheir

aves mágicas, mas sim pelas grifes Christian Dior, Louis Vuitton e Chanel. Hoje e

ÓLOG

Encantada

o de

a pela chegada de seu pai. Embora estivesse bem agasalhada, o vento cortante fazia seu rosto arder. Mesmo com a impaciência cr

ler duas vezes o único livro que carregava na mochila, começou a observar as

nome: era sua mãe. Allison não tinha a menor ideia de que horas eram, mas sentia

cê estava aqui esperando; me preocupei tanto c

iu um alívio por não estar mais sozinha. A partir daquele momento,

dois empregos para sustentar a casa e a filha. De vez em quando, t

Aos 32 anos, ela foi contratada para uma grande revista online, onde tinha certeza de que sua vida mudaria.

anto um amor genuíno, estavam apenas à espera do momento ce

? Ou se viveria uma história de amor digna de conto de fadas? Pois é, ap

cia sem brilho, ou a preencher o vazio de suas vidas com sucesso profissio

anos e, há seis anos, faço parte da equipe da prestigiada revista on

a por sua "gentileza" com todos os homens da redação. Ela está conosco há dois anos e, de alguma forma, s

mesmice e da monotonia das matérias sem graça, cansada da eterna competição com a Joyce. Sempre pe

meu editor-chefe, um verdadeiro alpinista social: Peter, de 42 anos. Não que ele fosse um magnata ou algo do tipo, mas, por razões que me escapam, ele sempre a

ctasse a vida das pessoas. Em cada visita ao seu escritório, era um verdadeiro jogo de cintura para desviar dos homens de preto que o acompanhavam. Não que i

nhã, saí para mais um dia de trabalho, mas, antes, p

me saído muito bem! Obrigada! Sempre gentil e atencioso, com seu corpo

ncer dedicado que trabalha para a "Sinceros Segredos". C

nto. Mesmo não sendo os mesmos artigos, era c

ia e comprei seu café da manhã favorito: bolo de chocolate e chocolate quente

u prédio, segurando um molho de chaves e lutando contra o vento que tentava

subir quatro lances de escadas, eu me esforçava par

me assim que entrei, ma

cordá-lo com deliciosos beijos matinais. Assim que atravessei a porta, fui surpreendida por uma cen

ivesse ao meu redor contra eles; em vez di

e do destino, acabei tropeçando e caindo em suas pilhas de roupas amontoad

ndo-se e tentando esconder algo

, segurando meu joelho esfolado, que com certeza

essa? O que e

estava da minha dignidade, levantei-me, peguei o pendrive na mesa de cabeceira e, se

meu dia. E, pela primeira vez naquela manhã cinzenta, encontrei gratidão na chuva q

castigava. Cada degrau era um eco da promessa quebrada de Noah, um lembrete da minha ingenuidade. A chuva, antes uma co

as já não eram mais discretas, escorrendo livremente pelo meu rosto, misturando-se à água da chu

Noah, o homem que eu amava e em quem confiava, poderia ter me traído daquela forma. A

o no fundo. Encolhi-me no assento, tentando me proteger do olhar dos

Segredos", artigos aos quais havia dedicado horas para escrever. Era a minha forma de contribuir para a empresa, de mostrar meu

e, completamente impecável, sem um único sinal de imperfeição na maqui

tava para uma batalha acirrada: cérebro contra seios. Acreditem, essa competição não é nada justa quando seu chefe julga ser o próprio Giacomo Casanova. Sem querer perd

a com sua voz estridente, mas

ar na minha cara que sempre consegue as melhores pautas. O pior é que to

se fechando se abriram novamente; uma mão com um

, deslumbrante, com seus grandes olhos negros e um perfume que poderia enlouquecer qualquer um. Um arrepio percorreu minha espinha. Era um dos seguranças de Peter, a quem eu apelidara interna

de café", pensei, tentando ignorar a presença

ado quando pedi para segurar as portas - comentou el

mas optei por não segurar - respondi

esconfortáveis e mantinha uma expressão forçada para evitar conflitos; no entanto, naquele dia, minha paciência parecia

se ela, finalmente, com um tom afetado. -

ambiente de trabalho em um ringue de luta a cada nova pauta. Não venha com essa

esejava? Peço desculpas, mas o Peter acredita que possuo mais talento do

entos pois, na verdade, não nutro nenhum

lmente chegou ao nosso andar. As portas se abriram, ma

que se adicionam ao currículo, mas, querida, os seios não, a me

mir à noite com esse tipo de atitude?

ápis preto escorrendo sob meus olhos, respirei

dra. Tenham u

nhas costas. No corredor, deparei-me com Marcos, o estagiário, que se encontra

sa de ajuda?

- Por favor! Acredito que vou ter

", rindo em voz alta e gesticulando, enquanto ele a ignorava completamente. Ela me lançou

ngo período, experimentava um certo prazer ao desafiar a dinâmica incômoda daquele ambiente. Talvez, ape

ha de papéis só piorou meu humor. "Preciso elaborar um plano", murmurei para mim mesma. Decidi que

redação (um espaço pequeno com um espelho emb

apresento as melhores ideias! Além disso, estou plena

s concluir a troca de roupas, respirei profundamente e deixei o b

do um sorriso de triunfo. Ela lançou-me um olhar condescendente e sussurrou: "Boa sorte, querida. Você irá precisar." Em frente à porta, exercendo sua função de vigilância, encontrava-se ele, ereto, com uma postur

abotoado três botões de sua blusa, na tentativa de atrair sua atenção, mas parecia que essa disputa a pobrezinha já havia perdido. Com tamanha beleza, não era qualquer mulher que conse

nas; mesmo assim, fiz um esforço para adentrar a sala. Senti-me aliviada por não

En

eira, com uma expressão fatigad

nova matéria. Algo que realmente tenha impact

rvou com de

você tem

ssoas que não são ouvidas, de criar um impacto positivo na sociedade. Peter me ouviu atentamente, sem interromper. Quando

reputação a zelar. No momento, não podemos nos

evantes, Peter! Se continuarmos fazendo o me

irou e m

Deixe-me seu projeto e eu

eria difícil, mas estava determinada a lutar pela minha ideia. Enquanto voltava para

ê est

nte suave, diferente da ima

- respondi, um

e me encarou p

ideia - disse ele,

com suas palavras. Talvez, por trás daquel

rrastava, a ansiedade aumentava. Joyce não perdia a op

o já estava quase desistindo,

o sobre sua proposta. E d

diante surgiu

to obrigada! Eu não

a com um informante. A tela do computador brilhava, iluminando os papéis amontoados e as canetas

desde que o mais recente herdeiro, Gael, assumiu o comando. Gael, que lidava com diversas acusações de tráfico de drogas, embora nenhuma tenha sido confirmada até agora, viu s

fado e a promessa de "informações que o mundo precisa saber". A entrevista estava marcada para o dia seguinte , em um rest

por toda a cidade. Mexer com eles era como cutucar uma colmeia de vespas. Mas a i

inha cabeça. Gael, o herdeiro charmoso, com seu sorriso de galã e seus

um turbilhão de emoções conflitantes. A alegria efêmera da conquista acadêmica era constantemente ofuscada pela amargura da trai

um pobre substituto para a confiança e o amor que eu acreditava ter. A ironia era cruel: n

era interno, não físico. As lágrimas escorriam silenciosamente pelo meu rosto, molhando o travess

confrontá-lo, a exigir explicações, a gritar toda a minha frustraçã

mesmo nos meus sonhos, a sombra da traição pairava, obscurecendo qualquer resquício de paz. O dia que se

mação que pudesse me dar uma vantagem. Descobri que a ISLAND tinha uma história de acordos suspeitos, de licenças obtidas

oximando da verdade, mas também sabia que a verdade poderia ser perigo

justiça eram mais fortes do que o medo. Peguei meu gravador, uma caneta e um bloco de notas, e saí em direção à zona portuária. O armazém

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“Uma repórter determinada e um guarda-costa implacável protagonizam uma envolvente narrativa de amor e aventura. Exausta após o banho, arrastei-me para a cama apenas com a toalha; não tinha forças nem para me vestir. Envolvi-me no edredom e adormeci antes mesmo de ele retornar. Eu me encontrava em um lugar que não desejava estar: o restaurante, aquele maldito restaurante. Mas, desta vez, a situação era diferente; não era o Dr. Nicolas que estava à minha frente, mas sim Ethan. Ele exibia um sorriso, como era habitual quando estávamos juntos, enquanto segurava minha mão e afirmava que tudo ficaria bem. De repente, a porta da frente se fechou com um estrondo. Um homem usando um boné preto subitamente entrou no ambiente, dirigindo-se em nossa direção. Ele sacou uma arma e disparou duas vezes contra o peito de Ethan. "Ethan, não, não!" gritei, em meio às lágrimas, enquanto sua mão se soltava da minha. "ETHAN, POR FAVOR, NÃO." Desorientada e entrecortada por soluços, despertei com ele me envolvendo em um abraço apertado. - Querida, acorde, foi apenas um sonho. Estamos bem, fique tranquila. - Você está realmente bem? Não está ferido? Em meio ao choro, retirei sua camisa para verificar se ele havia se machucado. Minhas mãos exploravam a área que eu temia estar sangrando. Eu precisava tocá-lo; sentia-me aliviada por não precisar de permissão, pois ele era meu, e eu era dele. - Veja, estou bem, foi apenas um pesadelo. - Apenas um pesadelo. Repeti enquanto acariciava seu peito. Ele passou a mão em meu cabelo ainda úmido, olhando em meus olhos, visivelmente indeciso sobre como proceder. - Ethan, faz amor comigo? Minha solicitação soou mais como uma súplica, mas, naquele instante, ele se tornava uma necessidade única para mim. - Não é necessário pedir. Com um único movimento, ele me posicionou em seu colo. Eu já estava completamente despida, tendo me deitado apenas com uma toalha, e o beijei de forma intensa e ansiosa. Minhas mãos, trêmulas, esforçaram-se para desabotoar sua calça. Assim que tive acesso ao seu membro ereto, sentei-me sobre ele; sua penetração vigorosa me libertou daquele temor noturno recorrente. Sua boca quente beijava minha orelha, provocando-me e despertando minha excitação. Suas mãos exploravam meus seios enquanto ele sugava meus mamilos, intensificando meu desejo por ele. Seus gemidos ecoavam como o rugido de uma fera imponente, aumentando ainda mais meu êxtase. - Eu te amo! Preciso de você. Suspirei enquanto ele se movia dentro de mim. - Querida, eu também te amo! Ele segurou minha cintura com firmeza, puxando-me para mais perto. Em um ritmo constante e prazeroso, sua penetração continuava implacável. Movendo-me e rebolando em seu colo, Chegamos ao clímax.”
1 Capítulo 1 Um joelho ralado, e um coração partido2 Capítulo 2 Anjo da guarda ou anjo da morte 3 Capítulo 3 Êxtase4 Capítulo 4 O susto5 Capítulo 5 Conhecendo o intruso6 Capítulo 6 A declaração7 Capítulo 7 O medo8 Capítulo 8 Fim do descanso que comece a caçada9 Capítulo 9 Busca implacável10 Capítulo 10 Refém do próprio corpo11 Capítulo 11 O fantasma do passado12 Capítulo 12 Frio e distante13 Capítulo 13 Despedida silenciosa14 Capítulo 14 home sweet home15 Capítulo 15 Sensações16 Capítulo 16 A invasão17 Capítulo 17 Desejo e temor.18 Capítulo 18 Produzindo memórias 19 Capítulo 19 Anseios profundos20 Capítulo 20 Desejo latente21 Capítulo 21 O Karma revida22 Capítulo 22 Eu não me renderia23 Capítulo 23 Beijos repletos de paixão.24 Capítulo 24 Traumas25 Capítulo 25 Me perdi, em seus braços.26 Capítulo 26 Controle sedutor27 Capítulo 27 O julgamento28 Capítulo 28 O Veredito