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A empregada e o jovem herdeiro

Capítulo 3 Pão com sal e uma irmã chorando

Palavras: 1135    |    Lançado em: 20/05/2025

eçou a cair uma garoa fina. Amélia correu com os sapatos encharcados, o uni

r que você sempre foge qua

m no terminal, Amélia. Ele estava

Eu me lembrava vagamente dele: seu cheiro de diesel e cigarro, sua voz de pedra raspada, sua presença intermitent

etálica rangeu ao s

rava pelas frestas das paredes de madeira, e o teto pingava com a insistência de uma ferida aberta. Uma gota. Outro. E o

do canto onde um velho colc

bel

vermelhas de febre, seu corpo fraco, seus olhos grandes e assustados. Seu nariz esta

disse Amelia, caindo d

sua mãe quando ela ainda estava rindo. Quando o abandono ainda não lhe havia

meu algu

balançou

rmurou. Apenas um pedaço

egundo. Ele engoliu em seco. Eu

ogão que mal funcionava. Ele verificou o armário. Nada. Apenas um

sua bolsa. Ele c

a e três

o suficiente

té remover o mofo e cortou ao meio. Ele polvilhou um pouco de sal. Como quand

para s

favorito, ele disse,

garganta. Ele estava com febre. Não muito, mas o suficiente para preocupar. E a tosse

pai

a foi um

engoliu

o se preocupe. Eu vou cuida

ela, agora emaranhados e g

fosse difícil para ele. Amelia a observou comer com uma mistura de ternura e culp

em seu bolso. M

abe? - ele respond

perguntou por um certo Gordo Nino e desapareceu. Ele não voltou para buscar seu caminhão, e

fazer isso.

homem com mais dívidas d

desl

inda estava difícil. Ele molhou um pano e colocou-o na testa. A febre não bai

tar a trabalhar n

frega seus sapatos limpos no mármore. Sua voz carregada de desprezo

ele só viu o criado que

impo

o sob o vazamento. A chuva continuou a cair, gota a g

não de

que fugia como uma sombra e um mundo que o lembrava t

eu retornaria à

idade é engolida como

também é uma for

lia saiu para o pátio. O chão estava molhado, suas sandálias grud

urí

Onde vo

aber se você sabe d

o outro lado.

ia estar lá. Es

meu p

dívida. É outra coisa. Algo que ele não queria me contar. Mas se e

Amélia parou

são

ome cuidado. E se você vir alg

da foi

ada com o celula

ava do norte, trazendo detritos e ameaças. O got

ou para o

inha mai

para I

s as

e ainda não havi

fregão na mão, sorriso invisível. Ela olharia novamente para aquel

conti

u não po

irmã depe

mesmo sendo pob

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A empregada e o jovem herdeiro
A empregada e o jovem herdeiro
“Amelia limpa o piso de mármore da família De la Vega enquanto sua vida desmorona do outro lado da cidade. Seu pai desapareceu, deixando dívidas com pessoas perigosas, sua irmãzinha chora de fome todas as noites, e ela só tem certeza de uma coisa: ninguém virá salvá-la. Até que Luciano, o filho mais velho da rica família, aparece. Um homem arrogante com um sorriso dourado, o tipo de homem que nunca olha para baixo... até vê-la. O que começa como uma provocação se transforma em um perigoso jogo de olhares, silêncios, toques furtivos e emoções que ameaçam devorá-los. Ele tem tudo, menos a liberdade. Ela não tem nada além de dignidade. E um coração que começa a bater por alguém que nunca deveria tê-la tocado. Mas quando um escândalo explode, segredos vêm à tona e ameaças cruzam classes sociais, Amelia precisa decidir se mantém o amor que a fez se sentir vista pela primeira vez... ou se o deixa para trás para proteger a única coisa que lhe resta: sua irmã e o futuro incerto que cresce dentro dela. Um amor impossível. Uma cidade dividida. Uma história intensa, rápida e viciante sobre o que acontece quando dois mundos que nunca deveriam se cruzar... se incendeiam como fogo.”