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Vendida para o Dono do Complexo

Capítulo 4 O Olhar que Fere

Palavras: 1166    |    Lançado em: 20/06/2025

u

ra ainda era espessa, pintando o céu em tons de azul-marinho e roxo p

da madrugada era interrompido apenas pelo som distante do vento, que gemia pelas frestas das janelas empoeiradas. Minha mente, no entanto

josa e opressora, como se um par de olhos invisíveis estivesse fixo em mim, acompanhando cada

ninguém visível. Cada fibra do meu ser gritava que eu não estava sozinha, que a escuridão abrigava mais

servando mesmo quando eu virava de costas. Quando eu tentava fingir que o mundo lá fora ai

já tinha sido instalado em cada centímetro da

ebrar as regras dele. Mas também não sa

uma prisão de portas abertas: você anda, respir

abriu às oi

rrumadas, expressão neutra. Pareciam

o e uma lingerie fina, quase transparente. A outra trazia uma bandeja de café da manhã: suco na

ntei, mesmo sabendo que

ênc

sposto e saíram, fechan

e vestida como um animal de estimação caro. Uma

la garganta. E a lingerie... foi pior. Miguel queria que eu sentisse o desconf

precisava. A mente, não. A

varanda ampla no segundo andar. Lá, havia um sofá branco, plantas bem cuidadas

me arrepio

ltima madrugada. Eu dormindo. Eu me me

ado ali, a

gu

roupa preta, a mesma postura dominante.

disse se

o estômago

sou a gravação e virou o

colhe quando

em si

bravura quan

ei o

xa. - Quer dizer que ainda tem orgulho.

s. A raiva ferv

stá fazendo

ue eu

les

ndo o caderno na mesa

va o qu

te por mim. Nojo. Raiva. Desprezo

r no papel. As palavras re

icológica - rebati,

reinamento. Você ainda

tei o

inf

a primeira v

las. Vai escrever todos os dias. Vai se ver por dentro. Vai se despir com pala

ê é d

ou o dono desse

pas. Porque ele dizia com tanta

ou até mim. Os passos

, inclinou-se e sus

ta. Mas amanhã... eu

esperar

*

horas, encara

ntia era um nó. Um amontoado de medo, raiv

ue me deixava eno

osid

va. Não me violent

empo, silêncio e pres

Mas não sabia como me defender

eta com raiv

deio

asa, sua voz

me olha como se j

e, talvez, parte de mim si

sinta medo de p

i o c

to pe

incipal. Estava vazia, exceto por ele, sen

- ordenou, sem l

nt

. Apenas a respiração dele e o virar das pági

lhar de

encostar. Que te despia sem tirar sua roup

que estava

, ele já est

.. eu sen

ro d

latejava a cada ve

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Vendida para o Dono do Complexo
Vendida para o Dono do Complexo
“Luana cresceu entre as grades invisíveis da pobreza e da violência, tentando manter-se intacta num mundo que queria corrompê-la. Mas quando sua mãe contrai uma dívida impagável com o homem mais temido do Complexo do Arco, Luana é entregue como pagamento. Miguel Torres, conhecido como o Dono do Complexo, governa com punho de ferro. Respeitado por uns, temido por todos, ele não perdoa, não esquece e não cede. Para ele, tudo se resume a uma regra: quem entra em seu domínio, obedece. E agora Luana pertence a ele. O que começa como punição, rapidamente se transforma em um jogo perigoso de domínio e submissão, onde cada ordem dada por Miguel a obriga a se dobrar - e cada desafio feito por Luana acende nele a necessidade de dobrá-la. Presos em um vínculo tóxico e viciante, os dois descobrem que o controle pode ser exercido com palavras sussurradas no escuro, olhares que queimam mais do que açoites, e limites que são testados noite após noite. Luana tenta resistir, mas Miguel não quer apenas seu corpo: ele quer sua entrega completa, mente, alma e coração. Entre algemas emocionais, castigos que marcam e beijos que ferem, Luana se vê em um labirinto de prazer e dor, onde só existem duas opções: ceder... ou quebrar. No Complexo, amor é fraqueza. E Miguel está decidido a mostrar que, às vezes, se render é a forma mais cruel de sobreviver.”