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O Pescador do Silêncio

Capítulo 2 

Palavras: 655    |    Lançado em: 19/06/2025

fantasma de peixe podre

brava d

indo, tapando o nari

scador fede!

do, não podia se de

andonado era o lugar

enderam lá de

nso, oleoso

não ter mais n

o cheiro er

um pescad

rigem. Motivos de c

bela tinha sido di

da como uma deusa do mar, num carro que

praia, cons

Não sen

dela br

mais honestas que

-o do pr

mbou de JP numa festa, Isabela

que você jamais

de "meu prín

o, floral, mas para JP

de presente

vez na vida, senti

um dia o protegeu, usava seu

ia ser jogado no p

ia era

, uma armad

para Ric, o sorriso

aição era q

mortos po

ser torturado p

eitou os

Tremendo po

ia se

pedir d

nico sinal p

" firme

dela se e

parecia enfure

o desafiando a

nte, a mão no peito, f

e já tenha aprendido a l

e era sua

parecer bom, mas seus olhos bri

a do caminho, hum

abela só

", Ric continuou, olhando pa

ra Ric, a expressão

pula

de de Isabela

r embora. "Deixe-o,

ou o braço de

gar nenhum!", ela

agar pelo

era tão absoluto quanto o

sorriso volta

inquedo dela,

edo mais esperto

ordenou aos segurança

aram JP pe

ão re

viu Isabela puxar Ric para um beijo

am o gosto do veneno das

ueimou em

e seu nov

dor des

ntes mesmo de abrire

, sufo

e, sal vel

o estôma

garam lá dentro co

u, a escurid

elhos, as mãos

omi

bile misturado ao

bullying voltaram

. O medo.

olta ao seu inf

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O Pescador do Silêncio
O Pescador do Silêncio
“João Pedro, o JP, um pescador mudo. Casei-me com Isabela Alencar, herdeira de um império. Todos na vila se perguntavam: como uma mulher tão rica e falante se casava com um homem de mar e silêncio? Diziam que eu havia tirado a sorte grande. Mas o amor dela era uma jaula. Com a porta fechada, o sorriso sumia. "Seus pais", ela sussurrava, exibindo um vídeo falso deles em perigo no mar. Era um aviso. Era uma ameaça. Fui forçado a viver humilhações com seu amante, Ric. Minha tentativa de envenená-la, buscando liberdade, virou combustível para sua crueldade. Ela me jogou no armazém fétido de peixe podre, meu pior medo de infância. E então, a dor final: ela me mostrou um vídeo de meus pais se afogando. Meu mundo desabou. Mas Ric reapareceu. Vivo. A morte dos meus pais... apenas uma farsa. Eu havia sido quebrado, torturado, por nada. Dignidade, família, esperança: tudo em ruínas. Restava apenas uma raiva profunda e gélida. Como pude ser tão cego? Foi então que tomei a decisão derradeira. Com o pequeno frasco do "veneno" de Mateus em minha mão. No dia do casamento dela com Ric, engoli a última dose. A única saída. A única liberdade possível.”