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O Pescador do Silêncio

Capítulo 3 

Palavras: 712    |    Lançado em: 19/06/2025

s, a porta do a

sol quase

co, sujo, fede

rada na porta, im

traste

escador?", ela perguntou

arou, os olhos

m menino agora, tu

deu a mão

de paz, e

la e se levantou so

, durante o j

ersavam animados,

água, como

uma ligação, JP discretamente p

go

de vin

ua de

própr

não tr

tia forte, m

seu lugar, qui

o que se comia frio. E

e, Isabela dec

beneficent

ente rica, so

rno caro para JP,

estar apresent

aço, possessiva, mostr

ão Pedro,

curiosos, o

oneco, vestido pa

aro pinica

avam seus pés ac

r fora, um so

, contava

redor era

a, comida que ele

óprias mãos, caleja

lia tudo

o poder, as

s estava

erdade,

idade, p

do poderia comprar de

a simples, o cheiro do mar, a co

m era r

só... poei

um burburi

o escuro subiu a

esente especial para nossa

concentrar

trouxeram...

ra, só de cueca, co

porco no

ou os olho

rpresa, mas havia um bril

no pal

dá mais por este belo e

ação p

quilo não fazia pa

e levanto

ela gritou, a voz ecoan

dela correra

ioso desaparec

a maçã da boca de

uem ousa?", ela r

hos arregalados d

o abraço

exe com o

ao redor,

a, a confus

tava aco

chorar, um c

haram, Isa! Eu

manteiga da mesa e ame

ncou a faca

, Ric! Ninguém vai

e, mas os olhos frios qua

dizia: "Isso

não faz

bela sempre encontrav

isso", ela prometeu a Ric

sentiu que, de alguma forma

inte, a bom

ofoca, jor

gas de JP

tando seu silêncio, joga

s de sua infância, e

ido mudo da herdeira Alencar. Mais fotos e

u o sang

era um

a uma coi

or

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O Pescador do Silêncio
O Pescador do Silêncio
“João Pedro, o JP, um pescador mudo. Casei-me com Isabela Alencar, herdeira de um império. Todos na vila se perguntavam: como uma mulher tão rica e falante se casava com um homem de mar e silêncio? Diziam que eu havia tirado a sorte grande. Mas o amor dela era uma jaula. Com a porta fechada, o sorriso sumia. "Seus pais", ela sussurrava, exibindo um vídeo falso deles em perigo no mar. Era um aviso. Era uma ameaça. Fui forçado a viver humilhações com seu amante, Ric. Minha tentativa de envenená-la, buscando liberdade, virou combustível para sua crueldade. Ela me jogou no armazém fétido de peixe podre, meu pior medo de infância. E então, a dor final: ela me mostrou um vídeo de meus pais se afogando. Meu mundo desabou. Mas Ric reapareceu. Vivo. A morte dos meus pais... apenas uma farsa. Eu havia sido quebrado, torturado, por nada. Dignidade, família, esperança: tudo em ruínas. Restava apenas uma raiva profunda e gélida. Como pude ser tão cego? Foi então que tomei a decisão derradeira. Com o pequeno frasco do "veneno" de Mateus em minha mão. No dia do casamento dela com Ric, engoli a última dose. A única saída. A única liberdade possível.”