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O Pescador do Silêncio

Capítulo 4 

Palavras: 576    |    Lançado em: 19/06/2025

abela, o jornal

a as fotos, par

oravam por uma exp

o jornal com u

de ombros. "Não se preocupe,

ente. E

abeça, a angús

sinais f

rrível. Voc

omo se ele fosse um

, JP. Especialmente co

censão", Isabela continu

ecável. Qualquer escândalo pod

, um brilho de de

der? Você já é o pescador mudo, o coitado. Es

dela eram

humilde.

minuí-lo, para jus

r, JP. O mundo não é

. Humilha

o isso queima

meçou

eco, que se trans

seu rosto, misturando-

acei

da. O lixo.

ava, surpresa

lágrimas com as

sinal p

Pedir. D

Não por ser

a sala, deixando Isab

a única coisa

ão a en

ite, a seg

ta na bebid

ma na

na sua

al con

um caminho es

terminado a perc

ha mais nad

vez ti

al

á não se

aniversár

nizou uma fe

para el

gos ricos de

bendo, fa

a um peixe

o olhavam com

mudo", ouviu al

! Parece que pegou

erno caro que Isa

isto Ric usando um igual

ilh

. Estava ocupada de

de outro a

is que se

ara para uma

ue simples,

entário maldoso de um gar

vai tratá-lo com respeit

le se sentiu p

era a fonte

ortava mais fundo qu

va aquela

existido

passara de

luzes do salã

desceu

apar

ama. Com

eijando, corpo

tava habilmente obsc

rpo, as

econ

Isab

hocado caiu s

chichos, r

ând

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O Pescador do Silêncio
O Pescador do Silêncio
“João Pedro, o JP, um pescador mudo. Casei-me com Isabela Alencar, herdeira de um império. Todos na vila se perguntavam: como uma mulher tão rica e falante se casava com um homem de mar e silêncio? Diziam que eu havia tirado a sorte grande. Mas o amor dela era uma jaula. Com a porta fechada, o sorriso sumia. "Seus pais", ela sussurrava, exibindo um vídeo falso deles em perigo no mar. Era um aviso. Era uma ameaça. Fui forçado a viver humilhações com seu amante, Ric. Minha tentativa de envenená-la, buscando liberdade, virou combustível para sua crueldade. Ela me jogou no armazém fétido de peixe podre, meu pior medo de infância. E então, a dor final: ela me mostrou um vídeo de meus pais se afogando. Meu mundo desabou. Mas Ric reapareceu. Vivo. A morte dos meus pais... apenas uma farsa. Eu havia sido quebrado, torturado, por nada. Dignidade, família, esperança: tudo em ruínas. Restava apenas uma raiva profunda e gélida. Como pude ser tão cego? Foi então que tomei a decisão derradeira. Com o pequeno frasco do "veneno" de Mateus em minha mão. No dia do casamento dela com Ric, engoli a última dose. A única saída. A única liberdade possível.”