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O Pescador do Silêncio

Capítulo 5 

Palavras: 504    |    Lançado em: 19/06/2025

sto vermelho de

? Quem ousa me

ra JP, os ol

eu desgraçado mudo? V

stiçal pesado da

u te m

eio, segurando

Ric! Não

bém estavam em JP,

. Chantagem

cabeça, cansado de s

raçou Ric,

trás disso, meu amor. Ninguém

um olhar ge

implícita

fosse ele, JP

re p

dade dela er

a que ela mais go

lou para JP mais tarde, quando os

problemático, nada diss

um lado para o

ha Ric. Você m

u na fre

ender a lição de

ou os se

a piscina. E tr

gel

rtos. Águ

auma,

smo que a "plateia"

sempre

arrastaram para

escur

aram na ág

choque térmico ti

çaram a jog

s. Mortos. O

re enchendo

o, a bile se mist

o armazém, da e

r. A hu

do se proteger, mas não

onge, os braços cruzad

dela, um sorriso sa

eld

nda estavam na casa observa

vam, outros des

. Re

e import

a além da

raram da água, ele tre

fedendo,

ambaleando, e foi

har pa

ign

o corpo dolorido,

sou em

o, a que o chamava

, a que o torturava c

podia vira

unca tivess

se só poss

tou não

veneno que co

ra di

difí

da história, que deu a voz p

nunca teve

e dela era

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O Pescador do Silêncio
O Pescador do Silêncio
“João Pedro, o JP, um pescador mudo. Casei-me com Isabela Alencar, herdeira de um império. Todos na vila se perguntavam: como uma mulher tão rica e falante se casava com um homem de mar e silêncio? Diziam que eu havia tirado a sorte grande. Mas o amor dela era uma jaula. Com a porta fechada, o sorriso sumia. "Seus pais", ela sussurrava, exibindo um vídeo falso deles em perigo no mar. Era um aviso. Era uma ameaça. Fui forçado a viver humilhações com seu amante, Ric. Minha tentativa de envenená-la, buscando liberdade, virou combustível para sua crueldade. Ela me jogou no armazém fétido de peixe podre, meu pior medo de infância. E então, a dor final: ela me mostrou um vídeo de meus pais se afogando. Meu mundo desabou. Mas Ric reapareceu. Vivo. A morte dos meus pais... apenas uma farsa. Eu havia sido quebrado, torturado, por nada. Dignidade, família, esperança: tudo em ruínas. Restava apenas uma raiva profunda e gélida. Como pude ser tão cego? Foi então que tomei a decisão derradeira. Com o pequeno frasco do "veneno" de Mateus em minha mão. No dia do casamento dela com Ric, engoli a última dose. A única saída. A única liberdade possível.”