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Voltei Para Não Ser Sua

Capítulo 1 

Palavras: 890    |    Lançado em: 20/06/2025

ento nesta vida foi

mor, eu não teria morri

fui acolhida por Ricardo, meu padrinho e o melhor amigo deles. Ele era

o, cuidado, disse que e

valentões na escola, sua figura al

e de carro, quase morreu. Eu, sem hesita

bido constante. Ele dormia, sereno. Movida por um impulso adole

acor

quentes, tornaram-

tou com uma distância cruel, sua

uma "dama de porcelana". Ela adoeceu gravemente, seus

única c

s, mas frios. Eu já estava debilitada pela d

rec

a mo

eu diário íntimo, cada palavra de amor adolescente

me d

em, me violassem. Ele não encostou u

uj

A dor era lancinante, o sangue quente escorrendo pelo m

meu último suspiro u

os

nhas narinas. A luz fluorescente do

nha cama. Seu rosto, uma más

"suja" antes de me matar. "Laura precisa de você. Você é a única

pedido. O me

ren

o moment

ida em minha mente. Aquele amor idiota que senti por

, eu não

meus olhos enc

saiu firme, surpre

do brilharam com

ho uma c

a testa, d

a, Clara. O qu

você. Desvinculando-me legalmente da família Almeida. Concedendo-me total

chocado. O médico ao

rgão é extremamente arriscada. Seu corpo já pas

Meus olhos estavam

a. Ele provavelmente achava que era mais uma artimanh

ou, a voz carregada de uma desconfianç

eço, e eu estava disposta a pagá-lo. Morrer na mesa de ciru

nte, um brilho calcu

r... eu providenciarei

o minuto eu exigiria casamento, dinheiro, atenção. Mal sa

dos. Laura, ao saber do "acordo",

estava contor

A ardência se espalhou pela minha bochecha. "Acha que pode usar isso para se

no quarto naque

untou, mas correu para o lado dela, a

horamingou, agarrando-se ao braço dele. "Ela concordou

mim, seus olhos f

ágil, Clara. N

cada uma delas uma faca em meu coração,

dela não tem importância comparad

garganta. Era isso que eu era para ele. Uma f

a tinha um plano. E esse p

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Voltei Para Não Ser Sua
Voltei Para Não Ser Sua
“Meu maior arrependimento nesta vida foi amar Ricardo Almeida, meu padrinho e o melhor amigo dos meus pais. Ele me acolheu quando fiquei órfã aos dez anos e prometeu me proteger, ser como uma filha. Eu o amava secretamente, o via como meu porto seguro. Cheguei a doar parte do meu fígado para salvá-lo de um acidente terrível. Mas um beijo meu, dado em um impulso adolescente enquanto me recuperava da cirurgia, mudou tudo. Seus olhos, antes quentes, tornaram-se frios como gelo, e suas palavras raras e cortantes. Então, Laura Bastos, sua noiva, surgiu, uma "dama de porcelana", mas seus rins falharam e eu era a única compatível. Ele, novamente, me pressionou para doar. Eu recusei, meu corpo ainda exausto da doação anterior. Laura morreu. E a vingança de Ricardo foi um pesadelo indizível. Ele expôs meu diário íntimo, me drogou, permitiu que outros homens me violassem, chamando-me de "suja" com nojo. Por fim, em um acesso de fúria cega, ele me esfaqueou, e eu morri em seus braços. Meu último suspiro foi um lamento silencioso. A dor lancinante da facada, a humilhação pública e a traição... tudo tão vívido. Como pude ser tão tola? Como o homem que jurei amar pôde ser tão cruel? Abri os olhos. O cheiro de antisséptico invadiu minhas narinas. A luz fluorescente do hospital feria minha vista. E lá estava ele, Ricardo, ao lado da minha cama, repetindo o mesmo pedido com a voz que me amaldiçoou: "Laura precisa de você. Por favor, salve a vida dela." Eu renasci. Voltei ao momento crucial. Desta vez, aquele amor idiota estava morto e enterrado. Minha liberdade seria minha única moeda de troca.”