icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Voltei Para Não Ser Sua

Capítulo 2 

Palavras: 574    |    Lançado em: 20/06/2025

meu celular. Disquei o número do Professo

É a Clara

resa agradável.

onfirmar minha participação no 'Proj

sa do outro l

será inestimável para as comunidades na Bahia. Mas..

io brincou em

de idade. Minhas decis

está garantida. Enviarei

s ombros. O sertão da Bahia. Longe de Ricardo, l

uando a porta do quarto se abriu e Ri

tava falando

um salto, mas

culdade, padrinho. Estávam

perscrutando meu rosto. Parecia aceitar

Clara," ele fez uma pausa, seu tom ficando ainda mais gélido, "livre-se de quaisquer cartas ou d

unhas silenciosas da minha devoção tola. Ele sempre os rejeitou, chamando-os de "melodram

adrinho." Minha

quei para trás no hospital. Tive que chamar um táxi. O motorista, um senhor ge

está bem? Pre

igada. Es

preocupava mais comigo do q

no meu quarto, mexendo em minhas gavetas. Em suas mãos, ela segurava um ant

endo?" minha voz tre

u, um sorri

r a casa, querida. E os

o terço em suas

ha feia. Tã

o deixou cair no chão. O delicado trabalho

e me ajoelhei, pegando os pedaços do ter

no quarto, atra

á acontece

, o rosto contorcido

queria! Escorre

as mãos, depois para mim, ajoelhada e t

ro, um muito melhor." Ele tirou a carteira, como se dinheiro

Reclame seu bônus no App

Abrir
Voltei Para Não Ser Sua
Voltei Para Não Ser Sua
“Meu maior arrependimento nesta vida foi amar Ricardo Almeida, meu padrinho e o melhor amigo dos meus pais. Ele me acolheu quando fiquei órfã aos dez anos e prometeu me proteger, ser como uma filha. Eu o amava secretamente, o via como meu porto seguro. Cheguei a doar parte do meu fígado para salvá-lo de um acidente terrível. Mas um beijo meu, dado em um impulso adolescente enquanto me recuperava da cirurgia, mudou tudo. Seus olhos, antes quentes, tornaram-se frios como gelo, e suas palavras raras e cortantes. Então, Laura Bastos, sua noiva, surgiu, uma "dama de porcelana", mas seus rins falharam e eu era a única compatível. Ele, novamente, me pressionou para doar. Eu recusei, meu corpo ainda exausto da doação anterior. Laura morreu. E a vingança de Ricardo foi um pesadelo indizível. Ele expôs meu diário íntimo, me drogou, permitiu que outros homens me violassem, chamando-me de "suja" com nojo. Por fim, em um acesso de fúria cega, ele me esfaqueou, e eu morri em seus braços. Meu último suspiro foi um lamento silencioso. A dor lancinante da facada, a humilhação pública e a traição... tudo tão vívido. Como pude ser tão tola? Como o homem que jurei amar pôde ser tão cruel? Abri os olhos. O cheiro de antisséptico invadiu minhas narinas. A luz fluorescente do hospital feria minha vista. E lá estava ele, Ricardo, ao lado da minha cama, repetindo o mesmo pedido com a voz que me amaldiçoou: "Laura precisa de você. Por favor, salve a vida dela." Eu renasci. Voltei ao momento crucial. Desta vez, aquele amor idiota estava morto e enterrado. Minha liberdade seria minha única moeda de troca.”